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A MWC e as apresentações dos modelos top de linha: um evento a se perseguir, ou a se evitar?

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Os olhares começam a se voltar para Barcelona, visando a edição 2016 da Mobile World Congress. Várias apresentações estão em programação, mas nos últimos anos a feira está com sua visibilidade em xeque: seria um evento com repercussão mundial? Ou apenas um trampolim para futuros lançamentos.

Parece que em 2016 o calendário tende a se modificar para principais fabricantes de smartphones, mais precisamente para aqueles que esperamos ver no evento apresentando os seus modelos top de linha, de entrada ou intermediários. Recentemente falamos que a LG pode antecipar em um mês a apresentação do seu LG G5, e parece que a HTC pode fazer justamente o contrário, apresentando o HTC One M10 apenas em março. Essa mudança dos taiwaneses levanta suspeitas.

 

Dos gigantes que “chegaram por chegar” em Barcelona

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Ao que parece, a Samsung segue com a sua tradição de realizar uma edição do Unpacked na semana da MWC, visando fazer barulho para apresentar os seus novos smartphones top de linha. Pode ser que eles fiquem em vantagem em relação aos rivais, pelo menos no fator midiático, já que terão centenas de veículos falando só dos produtos deles antes dos demais.

Vale lembrar que a MWC nunca foi o território da Apple, o que facilitou a vida da Samsung nos últimos anos nesse evento. Porém, a coisa pode mudar na edição 2016 da feira, há que ávidos competidores esboçam a ideia de lançar modelos protagonistas na mesma semana que o grande evento de mobilidade da Europa.

A LG é uma dessas candidatas. Eles podem antecipar em um mês o lançamento do LG G5, que deve ser apresentado no dia 21 de fevereiro, no mesmo dia em que deve acontecer mais uma edição do Samsung Unpacked. A LG entra para a briga, se mostrando seguro sobre as melhorias do seu modelo top de linha, diante de uma Samsung que, apesar de mostrar claramente que evoluiu no seu top de linha em 2015, não obtém os resultados financeiros esperados.

 

Muito para muito pouco barulho

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Por outro lado, o prudente seria deixar que “as gigantes se estapeiem” na MWC, e fugir das apresentações nessas datas, com o objetivo de atrair mais atenção. Talvez por isso Microsoft e HTC aproveitam outras janelas de tempo.

A Microsoft vai apresentar em 1 de fevereiro o Lumia 650, modelo de linha média cujo antecessor (Lumia 640) foi conhecido em uma MWC. Já a HTC faz o contrário: deve apresentar o HTC One M10 apenas em março, enquanto que o HTC One M9 recebeu duras críticas ainda nos stands da MWC no ano passado. E no caso desse último, o evento não deu o impulso que a marca precisa para se recuperar de um momento de queda nas vendas.

 

Façam suas apostas

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Por enquanto, a LG não confirma oficialmente o lançamento do LG G5. Eles só informam que vão apresentar um top de linha no dia 21 de fevereiro, o que pode ser também mais um modelo da linha G Flex. Para a HTC, especula-se que o HTC One M10 só será apresentado em março mesmo, com sua chegada ao mercado em abril.

A decisão da HTC seria por conta de uma mudança drástica no design do smartphone, o que é algo muito positivo, levando em conta o seu conservadorismo nos últimos lançamentos. A inspiração poderia ser o HTC One A9, que também não se livrou por completo das críticas por contar com um design muito familiar.

Logo, um renovado One M10 incorporaria um processador Qualcomm Snapdragon 820, bateria de 3.000 mAh, leitor de digitais e câmera traseira de 23 MP. Outra novidade que algumas fontes indicam é a inclusão da certificação IP68, o que tornaria o modelo resistente à água e poeira, e colocaria mais lenha na fogueira sobre a mudança drástica de design.

Será que a HTC vai deixar de lado a construção unibody de metal nos modelos top de linha?

Só o tempo vai dizer.

Barcelona segue como casa da Mobile World Congress até 2023

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Já era sabido que Barcelona seria a sede da Mobile World Congress até 2018, mas agora temos a informação que isso se estendeu para o ano de 2023. Era a data oferecida pela cidade recentemente, e a GSMA confirmou que aceitou a oferta.

São cinco anos adicionais para um contrato que havia terminado no começo do ano, com a chegada de um novo governo na capital mediterrânea. Mas Ada Colau fechou o compromisso de prorrogação – ao lado dos membros da fundação MWCB -, que era um requisito formal da oferta.

Além da já citada Fundação Mobile World Capital Barcelona, parceiros importantes da iniciativa (Ministério da Indústria, da Energia e Turismo, a Generalitat de Barcelona, Turismo de Barcelona e Fira de Barcelona) estão de acordo com a prorrogação. Por outro lado, temos a GSMA, representante dos interesses das operadoras, fabricantes e desenvolvedores de tecnologia móvel.

Sobre o impacto na área, as opiniões são diversas. Mas lembramos que a MWC 2015 superou a marca de 93 mil visitantes, que deixaram na cidade mais de 435 milhões de euros.

Via GSMA

Barcelona quer ficar com a Mobile World Congress até 2023

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A prefeitura de Barcelona fez uma oferta para a GSMA para ser a sede da Mobile World Congress até o ano 2023. A cidade está confirmada como sede do evento até 2018, depois de um acordo fechado em 2011.

A prorrogação por cinco anos reforça a posição de Barcelona como a capital mundial da telefonia móvel durante os dias do evento, algo que outras organizações governamentais cobiçam a algum tempo.

Barcelona tem como parceiros o Ministério da Indústria, Energia e Turismo da Espanha, a Generalitat da Catalunha, o Conselho de Turismo e a Fira de Barcelona. Esse grupo ofereceu para a GSMA um valor não revelado em troca da prorrogação do contrato. Esses sócios buscam o montante de dinheiro que a MWC gera para a cidade, incluindo não só os benefícios econômicos (435 milhões de euros na edição 2014), mas também a melhoria da imagem da cidade.

A proposta de Barcelona foi feita e recebida pela GSMA, que está estudando a oferta. Em poucas semanas (ou meses), teremos uma resposta, e tudo indica que será positiva para a cidade catalã.

Via EFE/El Diario

Até uma cenoura pode ser usada para escrever nas novas telas da Lenovo

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A Lenovo já havia apresentado a sua tecnologia AnyPen na última CES 2015 em janeiro, mas eles aproveitaram a Mobile World Congress 2015 para dar um impulso maior para essa ideia que visa tirar o maior proveito de uma stylus (ou qualquer coisa que faça as vezes de uma) com um tablet.

Esse tipo de periféricos sempre oferecem especificações avançadas, mas com a AnyPen, a ideia é que se perdermos uma dessas stylus, não precisamos nos preocupar, já que podemos usar (virtualmente) qualquer coisa para escrever, desenhar ou interagir com o dispositivo.

O teste foi feito com um tablet Lenovo Yoga Tablet 2, cujo hardware está preparado para acessar essa opção que só custa US$ 20 a mais no preço oficial do dispositivo. A tecnologia usa uma capa de cristal tratada quimicamente que evita os raios, mas que permite o suporte a materiais como o grafite ou o metal (entre outros), que podem interagir com o dispositivo.

Nos testes foi possível comprovar como desenhar com a tela com qualquer aplicação é realmente factível com um lápis comum, mas também com objetos e até alimentos, como uma cenoura. Até porque imagine você cozinhando, e para não sujar a tela com sua mão, usa uma cenoura para mudar a página da receita no tablet.

Via Lenovo

BlackBerry prepara quatro smartphones, um deles com teclado deslizante e tela curva

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A BlackBerry apresentou hoje (3) na Mobile World Congress 2015 os planos de lançamento de quatro novos smartphones, onde um deles (que apareceu no evento em forma de protótipo) se destacou por contar com um teclado deslizante e uma tela curva.

Ainda que não seja tão visível na imagem acima, o tipo de tela parece ter algo relacionado com o que encontramos no Samsung Galaxy S6 Edge, com uma dupla curvatura, uma de cada lado da tela. É preciso saber para quê vai servir essa tecnologia para a BlackBerry, ou se na verdade eles imaginam outra coisa para esse conceito.

John Chen, CEO da BlackBerry, não quis comentar sobre as vendas dos seus dispositivos, mas tendo em vista as cotas de mercado do final de 2014, ao que tudo indica, os modelos Classic e Passport não vão muito bem nesse aspecto.

De qualquer forma, é a BlackBerry com propostas de produtos para se manter viva, mas ainda é necessário rever suas opções. Alguns já entendem que o BlackBerry Leap apresentado hoje está bem longe de roubar algum mercado relevante no cenário atual. Quem sabe a empresa faria mais caixa com sua carteira de patentes (mais de 45 mil registros)?

Via BlackBerry

Assim é o Microsoft Universal Foldable Keyboard, o teclado dobrável para smartphones

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Um dos interessantes acessórios apresentados pela Microsoft na Mobile World Congress 2015 é esse teclado dobrável, o Universal Foldable Keyboard. O acessório é prático, funcional, e permite que os usuários de qualquer smartphone escreva em um teclado físico em qualquer lugar.

Muitos precisam de um teclado físico para uma maior precisão na digitação, pensando em uma melhor produtividade. A grande vantagem desse produto está nas suas dimensões reduzidas, além da possibilidade de funcionar com dispositivos com os sistemas Windows, Android ou iOS, através da conectividade Bluetooth.

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A Microsoft tem um excelente histórico na fabricação de periféricos, com elevada qualidade no uso de materiais e alta resistência. No caso desse produto, não seria diferente, pois o mesmo é resistente à gotas de água.

Além disso, o novo teclado da Microsoft pode se conectar com dois dispositivos ao mesmo tempo, podendo alternar entre eles de forma rápida, com um simples acionar de teclas de comando.

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O tamanho das teclas é um pouco menor do que o que encontramos nas Type Covers da Microsoft, e o seu peso não é superior a 120 gramas (não há um dado oficial). Dobrado, o teclado tem uma espessura de 11.5 mm.

O Universal Foldable Keyboard da Microsoft funciona com baterias que oferecem uma autonomia de três meses de uso com uma única carga, e seu preço é de US$ 100 nos EUA, onde estará disponível a partir de junho.

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Via Microsoft

Cyanogen renova sua imagem, e conquista os designs de referência da Qualcomm

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A Cyanogen Inc anunciou na Mobile World Congress 2015 algumas novidades sobre a sua empresa para os próximos meses. A primeira delas e a mudança da imagem da marca, que abandona um pouco de suas raízes de comunidade de desenvolvedores (e a visão um pouco ‘haker’ da sua ROM Android) para um branding mais próximo do usuário final.

A segunda novidade é o anúncio de um acordo com a Qualcomm para o desenvolvimento de software para os seus designs de referência. Esses smartphones servem como modelos base para os fabricantes que quiserem aproveitar esses modelos nos seus próprios designs, enquanto que a Qualcomm integrará nesses dispositivos os SoCs Snapdragon das famílias 200, 400 e 600 – a série 800 fica de fora, aparentemente -, com as ROMs da Cyanogen para demonstrar o potencial desses dispositivos.

A parceria pode fazer com que os fabricantes apostem diretamente na ROM da Cyanogen, uma vez que a integração do software com a proposta de hardware da Qualcomm promete resultados realmente destacáveis. A Cyanogen garante que vão centrar seus esforços para obter o melhor desempenho de todas essas famílias de processadores.

Fica claro que a Cyanogen Inc. está dando os passos adequados para se transformar em uma verdadeira referência entre os fabricantes de dispositivos Android. Seus últimos movimentos foram um pouco discutíveis (aka trair a OnePlus), mas fica claro que eles são bem ambiciosos, e não tem problemas em demonstrar isso.

Via TheVerge

Project Loon cada vez mais próximo: oito meses de autonomia e redes LTE

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Sundar Pichai aproveitou o cenário da Mobile World Congress 2015 para atualizar os presentes sobre o Project Loon. O vice-presidente sênior da Google explicou que a empresa trabalha a quatro anos nesse projeto, que evoluiu muito.

O dispositivo deve contar com autonomia de bateria de oito meses de duração e conectividade LTE em algumas regiões. É claro que são dados estimados e muito otimistas, mas já animam. Pichai também explica que o Loon é uma iniciativa que foi adiante graças às operadoras, que ajudaram no desenvolvimento do projeto, melhorando o seu funcionamento nos diferentes sistemas de redes disponíveis no planeta.

Oferecer o LTE é um grande avanço, mas oito meses de autonomia é algo excelente. Porém, Pichai não afirma se o Loon chegará ao mercado em breve, de modo que temos que esperar por mais novidades.

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Este é o futuro dos smartphones Nexus da Google

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O Android esteve muito presente na Mobile World Congress 2015. Sundar Pichai, responsável máximo do sistema operacional da Google, compartilhou algumas ideias e planos da empresa para o futuro. Inclusive sobre o futuro dos dispositivos Nexus, que deve receber mais dispositivos.

O Nexus 6 parece ter esbarrado ao redor da magia que a linha Nexus despertou nos modelos Nexus 4 e Nexus 5. Com especificações poderosas (outras nem tanto), um bom design, preço competitivo e a última versão do Android, os telefones Nexus do passado causaram alvoroço entre os fãs de tecnologia. Porém, o elevado preço e tamanho de tela do Nexus 6 fez com que boa parte da comunidade perdesse o interesse.

Já a Google não pensa dessa forma.

A proposta dos dispositivos Nexus, onde a maioria de nós não sabia quem é que pagava a festa, nunca ficou livre de polêmicas. Desde a escolha e mudanças de fabricantes de cada modelo até o receio dos concorrentes – especialmente os parceiros da Google com Android, que sentiam que esta era uma prática desleal -, a linha Nexus sempre foi vista como uma tentativa de ‘ensinar o caminho das pedras’ para os demais. E nem todos os envolvidos no jogo gostavam disso.

Mas o futuro do Nexus não é tão negro como se pintou em alguns momentos. Para Pichai, essa linha é a forma da Google em se envolver no desenvolvimento conjunto de hardware e software, uma experiência que eles consideram necessária para seguir inovando.

Logo, não se trata de competir com os fabricantes de smartphones, uma vez que a Google não vai colocar no mercado um smartphone para competir em larga escala. Apesar de admitir que eles venderam o suficiente para ter alguma relevância.

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Blackphone 2 é oficial, renovando a proposta pela privacidade da Silent Circle

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A Silent Circle apresnetou na Mobile World Congress o Blackphone 2, smartphone pensado naqueles que querem garantir a sua privacidade (na teoria). O modelo possui as características de um dispositivo top de linha atual, com tela de 5.5 polegadas e várias soluções de software que prometem oferecer o anonimato para quem assim deseja.

O novo Blackphone 2 tem um acabamento melhor do que a primeira versão, ficando mais alinhado com a ideia de produto top de linha. Sua tela possui resolução Full HD e é protegida pela película Gorilla Glass 3, da Corning. Sua densidade de tela é de 401 ppp.

O interior do Blackphone 2 conta com um processador Qualcomm de 64 bits (sem entrar em detalhes sobre o modelo) com oito núcleos, acompanhado de 3 GB de RAM. Sua bateria fixa possui 3.060 mAh e conta com o recurso Quick Charge 2.0 da Qualcomm, que permite a recarga de boa parte da bateria em apenas alguns minutos. Sua memória interna pode ser expandida via slot para cartões microSD.

O Blackphone 2 funciona com o PrivatOS, versão modificada do Android com várias capas de segurança que encripta nossos dados e as transferências realizadas no dispositivo. O novo smartphone chegará ao mercado no segundo semestre de 2015, e seu preço não foi revelado. Mas levando em conta os US$ 629 da primeira versão, não devemos esperar um dispositivo barato.

Google confirma lançamento de operadora virtual nos EUA para os próximos meses

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Sundar Pichai, responsável máximo da Google confirmou hoje na Mobile World Congress 2015 que a empresa tem planos de lançar nos próximos meses a sua operadora virtual nos Estados Unidos.

Sem entrar em maiores detalhes, Pichai confirmou a chegada da Google no mundo das operadoras móveis. Garantiu apenas que a opção da empresa estará disponível nos próximos meses, mas que eles não pretendem competir com gigantes do setor, como AT&T ou Verizon.

A Google buscaria com a criação de sua própria operadora complementar o serviço de fibra ótica até o lar que já é oferecido em algumas cidades norte-americanas. A ideia pode passar pela oferta da rede móvel como substituta da rede fixa em caso de quedas. De qualquer forma, não sabemos como a concorrência pode receber tal manobra, que pode ser encara inclusive como uma intromissão dos seus negócios.

Lenovo Vibe Shot: o melhor do smartphone e câmera compacta em um dispositivo

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A Lenovo quer a atenção dos entusiastas da fotografia, que desejam a melhor câmera no seu smartphone. Para isso, eles levaram para a Mobile World Congress 2015 o Lenovo Vibe Shot, um smartphone cujo principal protagonista é o seu sensor traseiro de 16 megapixels.

As demais especificações do dispositivo não são precisamente aquelas que podemos esperar de um modelo top de linha. A prioridade aqui é a câmera, que conta com estabilização de imagem da ótica com seis elementos e objetiva protegida com cristal de safira. O sensor vem acompanhado de um flash LED com três tons, e o dispositivo ainda conta com uma câmera frontal de 8 megapixels.

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A Lenovo ainda incluiu um botão físico com dois estágios de disparo (foco e disparo), além de outro botão físico para mudança do modo Pro para o automático (Smart) no funcionamento e interface da câmera.

O Lenovo Vibe Shot possui um processador Qualcomm Snapdragon 610 de 64 bits, conectividade LTE, suporte dual-SIM, tela de 5 polegadas (Full HD), 3 GB de RAM, 32 GB de armazenamento (expansíveis via microSD) e bateria de 2.900 mAh.

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O modelo possui uma carcaça de alumínio, 7.3 mm de espessura e peso de 145 gramas. Sua tela é protegida com Gorilla Glass 3.

O Lenovo Vibe Shot chega ao mercado em junho, com um preço sugerido de US$ 350. O conjunto é gerenciado pelo sistema operacional Android 5.0 Lollipop, e o modelo estará disponível em três opções de cores (branco, vermelho e cinza).

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Kaz Hirai garante que a divisão de smartphones da Sony não está a venda

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A divisão de smartphones da Sony não está a venda. Pelo menos, por enquanto. Foi isso o que Kaz Hirai, responsável máximo pela empresa japonesa, garantiu durante o evento de apresentação dos novos Xperia M4 Aqua e Xperia Z4 Tablet, durante a Mobile World Congress 2015, em Barcelona (Espanha).

A mensagem de Hirai tenta passar um ar de tranquilidade, diante de suas últimas declarações que pareciam apontar para uma possível venda dessa divisão. Ou seja, Hirai parece se contradizer.

O Sony Xperia M4 Aqua parece ser uma forma mais explícita de mostrar suas intensões nesse aspecto. Tanto o novo smartphone da empresa como o novo tablet (que declara guerra ao iPad Air 2) são produtos que mostram a capacidade da Sony em oferecer dispositivos móveis de alta qualidade.

Veremos se a Sony mantem essa aposta, e que tais palavras não caiam no vazio. A Sony sempre foi, ainda é e deveria ser muito mais do que apenas o PlayStation. E é obrigação da empresa seguir demostrando nos próximos meses que eles são capazes de ir além do que esperamos. Torcemos pela recuperação da empresa no segmento mobile.

HP Spectre x360, um ultrabook conversível muito desejado

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A HP apresentou na Mobile World Congress 2015 o ultrabook conversível HP Spectre x360, que é definido como ‘um portátil sensacional’ em vários aspectos.

O modelo é fabricado em metal polido para dar um ar sério e profissional ao produto, além de uma baixa espessura de 15.9 mm. Nada mal para um portátil com tela de 13.3 polegadas (1920 x 1080 pixels, 166 ppp) touch, que pode ser rotacionada em 360 graus, transformando o ultrabook em um tablet Windows 8.1.

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O HP Spectre x360 conta ainda com processadores Core i5 ou i7, SSD de 128, 256 ou 512 GB e 4 ou 8 GB de RAM. São vários modelos disponíveis, e o preço inicial sugerido do produto é de 1.099 euros. Em todos eles o peso é de 1.49 kg, e sua autonomia de bateria é de 12.5 horas de uso longe da tomada.

Não é um ultrabook para as massas, mas é sim um equipamento muito atraente para o usuário mais exigente. HP informa que deve colocar o HP Spectre x360 ao mercado ao longo do mês de março de 2015, acompanhado de uma versão HP Spectre Pro x360 para o mercado profissional, com preço inicial de 1.500 euros.

Via HP

Modelos top de linha da Microsoft terão que esperar o lançamento do Windows 10

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Durante a apresentação dos novos modelos Lumia 640 e Lumia 640 XL, Stephen Elop, responsável pela divisão de dispositivos móveis da Microsoft, afirmou que um novo dispositivo referência baseado no Windows 10 deve chegar ‘nos próximos meses’, mas sem precisar datas.

Elop garantiu que esse dispositivo chegará com o Windows 10 pré-instalado de fábrica, ou seja, não teremos um dispositivo Lumia top de linha (ou mais de um) até que o lançamento do novo sistema operacional da Microsoft aconteça.

A falta de um modelo top de linha está provocando muita expectativa sobre a próxima aposta da Microsoft nesse segmento, que até agora se limitou a lançar dispositivos de linha média ou de entrada. Muitos esperam uma renovação no Lumia 1520 (lançado ainda na era Nokia) e do Lumia 1020, um claro exemplo do quão espetacular pode ser a combinação de fotografia e mobilidade.