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FlowMachines, um projeto de inteligência artificial que compõe músicas

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O FlowMachines é um projeto desenvolvido pelos laboratórios de pesquisa da Sony CSL, onde pela primeira vez um sistema de inteligência artificial compõe uma canção inteira. Ou nesse caso, duas.

O sistema foi alimentado com mais de 13 mil melodias de diversos estilos musicais, compositores e canções, principalmente de jazz, pop, música brasileira e obras da Broadway.

Com isso, basta pedir que o FlowMachines compõe uma música inteira, buscando em sua base de dados tudo o que precisa, inclusive letras extraídas de fragmentos de frases das músicas que ele aprendeu.

 

Sozinho, mas nem tanto

O sistema ainda não é capaz de trabalhar por si. Se apóia em um compositor humano que produz a canção, selecionando o estilo e gênero, além de escrever a letra. Com esses dados, o FlowMachines busca em sua base de dados para compor a música em minutos.

A primeira música se chama “Daddy’s Car”, e o resultado do pedido em compor algo pop baseado em The Beatles.

A segunda música se chama “Mr. Shadow”, e o pedido foi em algo baseado no estilo dos compositores norte-americanos, pegando fragmentos de canções e melodias de Cole Porter, Gershwin, Duke Elligton e outros.

O processo de composição ainda exige muito do que se apresenta hoje em um estúdio de gravação, já que nesse caso o compositor humano Benoît Carré selecionou o estilo e uma melodia base com a ferramenta FlowComposer.

Depois disso, ele usou a ferramenta Rechord para igualar alguns pedaços de áudio gerados pelo sistema com outras melodias, com o objetivo de finalizar a produção e realizar a mixagem final.

As duas canções farão parte de um álbum que será lançado em 2017, que será o primeiro composto por um sistema de inteligência artificial para sua comercialização.

As duas músicas você pode conferir a seguir.

 

 

Via FlowMachines

Música e videogames: um passeio histórico pelos 8 e 16 bits

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Falar de música e videogames é fazer referência a todo um gênero próprio que teve uma enorme evolução com o passar dos anos, se transformando em uma tendência sem fronteiras e atraindo muitos usuários. A música nos videogames tem um papel que vai além de uma simples ambientação: é uma entidade própria, com origens independentes, isoladas do jogo, e chegando a ser um negócio real no Japão.

Hoje, seu atrativo superou barreiras e prejuízos, conseguindo uma grande base de fãs que adoram ouvir as músicas dos seus jogos favoritos em seus momentos de ócio, inclusive para realizar diversas atividades diárias, como trabalho, estudo e até esporte. Sua popularidade disparou principalmente quando consoles como PSOne, PS2 e Dreamcast começaram a utilizar canções reais nos seus títulos.

Os mais velhos se lembram com carinho dos sons “de chip” que os primeiros sistemas de 8 bits entregavam, com canções que hoje contam com ótimas releituras a partir de instrumentos reais. A história da música nos vídeogames é muito rica, e por isso vale a pena fazer uma revisão com algumas das canções mais populares, que ficaram autênticas joias musicais.

 

A música em chip e os 8 bits: o começo de algo grande

A aproximação da música ao mundo dos videogames foi muito limitada com começo. O Atari 2600 é uma prova clara do que eu estou falando. Na maioria dos casos, não havia trilhas sonoras, mas sim efeitos de som. Algo que foi mudando a partir dos anos 80.

A grande revolução veio graças ao Nintendo Famicom, lançado no Japão em 1983. O console era capaz de reproduzir até seis canais de som, superando as limitações inicias que enfrentou a chegada da música aos videogames. Esse momento é considerado a “Era de Ouro” do chamado “chiptune”, algo que é mantido até hoje com uma grande base de fãs, principalmente dos adeptos da cultura retrô dentro do mundo dos videogames.

Outros consoles como o Master System também deixaram verdadeiros clássicos, ainda que alguns dos jogadores mais novos não sejam capazes de assimilar o seu tipo de som, considerando como “arcaico”, sujo ou carregado. Bom, questão de gosto. Mas a nostalgia pesa. E muito.

Antes de saltar para o próximo passo, deixamos algumas das canções mais emblemáticas dessa geração.

Chegam os 16 bits e o maestro digital

A chegada dos consoles de 16 bits representou uma mudança muito grande na qualidade de som, mas devemos levar em conta que quando fazemos referência a isso não quer dizer que eles foram capazes de reproduzir sons de 16 bits, mas sim o seu processador principal, ou CPU.

Um dos consoles mais populares desta geração foi o SEGA Mega Derive, o primeiro de 16 bits a conseguir uma grande popularidade mundial, além de ser um dos mais vendidos da SEGA em sua história. Marcou uma evolução importante na qualidade gráfica e ampliou as possibilidades dos jogos por conta da maior potência do processador Motorola 68000, mas apostando também com uma aproximação híbrida na qualidade do som.

O Mega Drive contava com dez canais de som, com um canal PCM em estéreo, superior aos seis canais mono do NES. O canal PCM era usado para as mostras de percussão, mas o som em si continuava a ser de 8 bits. Era um avanço claro, mas mantinha limitações que só os grandes conseguiram superar, extraindo o som de um sintetizador FM. Entre eles, vale uma menção especial para o genial Yuzo Koshiro.

Com a chegada do SEGA-CD, abriu-se as portas para uma melhora enorme, com a inclusão de mais canais PCM e a possibilidade de reproduzir som diretamente do CD, mas como bem sabemos, a alternativa não funcionou.

Já o Super Nintendo foi lançado e mostrou uma clara superioridade técnica em relação ao Mega Drive. Tal superioridade ficou clara na parte de som, já que o processador do console da Nintendo contava com um chip de som DSP desenvolvido pela Sony, junto ao SPC700, somando oito canais de som gerenciado via 16 bits em estéreo (32 kHz). As diferenças em relação ao Mega Drive foram claras, e em alguns casos abismais.

Por fim, uma pequena seleção de alguns dos temas musicais mais emblemáticos dos dois consoles.

Transamérica terá aplicativo de música exclusivo em parceria com o Napster

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A Rede Transamérica de Comunicação, maior rede de rádios FM do país, fechou uma parceria com o serviço de música Napster para criação do aplicativo “Mercado da Música by Napster”, com lançamento no dia 29 de janeiro.

Com alcance de milhões de ouvintes por mês e emissoras nas principais cidades do Brasil, a rádio Transamérica vai disponibilizar o serviço “Mercado da Música by Napster” via internet e aplicativos iOS e Android, com mais de 39 milhões de músicas, 4 milhões de álbuns e 2 milhões de artistas, para o usuário ouvir como quiser. Será possível ainda fazer o download ilimitado de singles para ouvir offline e não gastar o plano de dados do celular. O serviço também será livre de publicidade.

Além disso, o “Mercado de Música by Napster” vai oferecer conteúdos exclusivos produzidos por apresentadores dos principais programas da Transamérica e também serão criadas playlists específicas de cada um dos segmentos e conteúdos, como Pop, Hits, Light e Esportes. Além disso, mais de 2 mil playlists predefinidas farão parte do catálogo do serviço e o usuário também poderá criar as suas próprias e compartilhar via redes sociais.

A assinatura custará menos de R$0,50 por dia (R$14,90 mês) e o aplicativo poderá ser acessado por até 3 dispositivos móveis (smartphones e tablets, não simultâneos) e através de computadores (com conexão à internet). Os novos usuários poderão experimentar o serviço durante 30 dias grátis e o cadastro deverá ser feito no site napster.com/mercadodamusica.

8BIT MUSIC POWER, um álbum musical em 8 bits dentro de um cartucho de Nintendo 8 Bits

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A nostalgia é capaz de coisas incríveis. Por exemplo, esse novo cartucho para o Nintendo 8 Bits (ou o Nintendo Famicom, do Japão), que foi apresentado de forma exclusiva para o mercado japonês. O 8BIT MUSIC POWER é um cartucho com 12 músicas de 8 bits totalmente inéditas, desenvolvidas por antigos compositores de trilhas para jodos do NES.

Entre os envolvidos, temos nomes como Yuriko Keino (Xevious e Dig Dug) e Takeaki Kunimoto (Star Solider), entre outros. O resultado pode ser visto no vídeo do final do post, e tem tudo para se tornar um objeto de desejo para os colecionadores. Serão comercializadas poucas unidades desse cartucho, que custa US$ 45, com lançamento previsto em 2016.

Lembrando: o 8BIT MUSIC POWER só funciona em consoles Famicom. Em um Nintendo 8 Bits (NES) comum, ele não vai funcionar.

 

Via Engadget

A ciência explica por que você ama música

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Piano Keyboard

Para muitos, a música é uma paixão. Uma companheira inseparável que está presente em alguns dos momentos mais importantes da vida, ou até mesmo um apoio em tempos difíceis, permitindo recordar pessoas e situações específicas.

E indiscutível que, em inúmeras ocasiões, a música pode ‘tocar a alma’ de uma pessoa e entregar aquela bonita sensação de felicidade. E isso pode acontecer se você escuta um solo de guitarra do Jimmy  Page ou se você está relaxado, ouvindo a Solitude de Ryuichi Sakamoto. Questão de gosto, de fases da vida e situações, é claro.

Mas… por que o ser humano gosta tanto de música?

A ciência tem uma explicação para isso. Em essência, a música provoca a estimulação do corpo estriado, uma parte muito antiga do cérebro que responde por tudo aquilo que nos faz bem, liberando a dopamina. Ou seja, escutar música estimula as mesmas áreas do cérebro que coisas igualmente prazerosas estimulam, como o chocolate e o sexo.

Quando escutamos as nossas partes favoritas em uma música, a liberação de dopamina aumenta, mas antes que a mesma comece a soar, se produz um interessante efeito estímulo-resposta similar ao que tornou relevante o conhecido estudo de Iván Pávlov. Assim, durante essa fase prévia à parte favorita da música, o cérebro se antecipa e começa a liberar dopamina, já se preparando para o ‘grande momento musical’.

Em resumo: eu sou um cara privilegiado. Ouço música desde que eu me entendo por gente, e faço música desde 1996. Pense em quanto prazer eu já tive nessa vida…

 

Via Softpedia

Sony lança cartão de memória específico para os amantes da música

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A Sony lançou no Japão um cartão de memória microSDXC que foi especialmente desenvolvido para os fãs da boa música. O modelo promete ‘apenas’ oferecer um funcionamento sem a percepção do ruído elétrico.

O SR-64HXA lembra um cartão de memória microSD como outro qualquer, mas os seus 64 GB de armazenamento vão lhe custar US$ 160 (contra US$ 29 de um modelo ‘normal’, em média). Em compensação, a Sony garante que muitos usuários darão valor ao melhor som possível que se poderá extrair no funcionamento com esse acessório.

Se funciona ou não (a maioria nem vai perceber a diferença), está claro que o novo cartão é o complemento perfeito para o novo reprodutor musical da Sony de US$ 1.200. O SR-64HXA já está disponível no Japão, e não tem previsão de lançamento para outros mercados.

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Via Sony, WSJ

Spotify Touch Preview é um prático sistema de reconhecimento de músicas

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O Spotify apresenta o Touch Preview, um novo recurso que permite a navegação em várias faixas e álbuns de forma muito mais rápida e cômoda, podendo escutar trechos de até 30 segundos de cada música, apenas mantendo o dedo pressionado sobre a faixa.

Se gostar do que ouvir, basta deslizar o dedo para arrastar para a esquerda e salvar na sua biblioteca, ou mover para a direita e copiar a faixa. Tudo de forma bem ágil e com resposta muito rápida na interface.

A boa notícia é que se o que você incluir uma faixa enquanto você escuta outra música, o Spotify faz as buscas, permitindo uma ‘pré-audição’ das faixas que você quer, e reproduzindo na sequência o que estava ouvindo, no ponto exato que você deixou.

Tanto o Touch Preview como as novas funções de arrasto de arquivos já estão disponíveis para os usuários do iOS. As demais plataformas terão que esperar mais um pouco para desfrutar dos mesmos privilégios. Abaixo, um vídeo mostra melhor o novo recurso.

 

Via assessoria de imprensa

Control4 Wireless Music Bridge oferece streaming de música a partir de smartphones e tablets

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A Control4 apresenta o Control4 Wireless Music Bridge, que permite a conexão e streaming sem fio através de smartphones, tablets ou computadores, inclusive através dos serviços mais populares de streaming de música do mercado.

Com o Control4 Wireless Music Bridge, você pode ouvir música a partir de seu smartphone, tablet ou computador, em qualquer zona de áudio em sua casa. Além de bibliotecas de música armazenadas, o novo Control4 Wireless Music Bridge também oferece um caminho conveniente para os clientes Control4 conectarem-se a serviços de streaming de música como Pandora, Spotify ou Rdio a partir de seu dispositivo inteligente pessoal – tudo enquanto os recursos completos de telefonia, navegação de dispositivo inteligente e aplicativos são mantidos.

Qualquer novo serviço de streaming de áudio que estiver disponível no smartphone ou tablet também estará imediatamente disponível para qualquer sistema de som da residência. Basta abrir a porta, pegar o seu celular ou tablet, acionar sua lista de reprodução favorita via AirPlay e desfrutar da sua música favorita – não em um pequeno sistema de alto-falante sem fio portátil, mas nos melhores alto-falantes da casa.

Combinando Ethernet, Wi-Fi e tecnologias de conectividade Bluetooth em um único produto, o Control4 Wireless Music Bridge permite que quase todos os dispositivos inteligentes transmitam música, podcasts, notícias, esportes e livros de áudio no sistema Control4, enquanto oferece suporte completo para streaming AirPlay, Bluetooth e DLNA.

Ao adicionar Wireless Music Bridge ao seu sistema Control4, cada membro da família pode ter o seu próprio portal wireless direto a todas as zonas de áudio em casa. Minimize o seu aplicativo de música e os fluxos de arte e metadados diretamente para o meio ambiente Control4 para exibição dentro da interface Control4 “NowPlaying”em painéis de toque, telas de TV ou o dispositivo inteligente.

Preço e disponibilidade no Brasil não foram revelados. Para mais informações sobre o produto, clique aqui.

Via assessoria de imprensa (Control4)

Aparecem referências para filmes, séries e músicas no Steam

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O Steam pode estar preparando uma série de novas adições. A conta do Twitter @SteamDB, clássica pelos vazamentos relacionados ao serviço, revelou a detecção das seções “filmes, séries de TV e música” nos códigos da plataforma.

Podem ser novidades que a Valve deve incluir mais cedo ou mais tarde no seu serviço, e levando em conta os 75 milhões de usuários que o Steam possui, é fácil pensar que serviços desse tipo podem fazer frente às plataformas da Google e Apple.

De qualquer forma, é sempre bom ter muitas reservas com esse vazamento, uma vez que pode se tratar de uma simples reestruturação dos conteúdos já presentes. É bom lembrar que o Steam já oferece trilhas sonoras de videogames, e tais mudanças podem se centrar na Steam Music.

Por enquanto, essas linhas de código é tudo o que sabemos até o momento, de modo que temos que esperar por novidades. Ou peo anúncio oficial. O que vier primeiro.

Via IGN

Por que Apple e Google querem entrar no mercado de streaming musical?

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Apple, Amazon, Google, YouTube… todas as principais gigantes de tecnologia querem ter o seu próprio serviço de streaming de música. Até agora, esse segmento pareceu ser uma “brincadeira de criança”, onde as antes pequenas Spotify, Deezer, Rdio e outras reinavam soberanas. Mas não. As gigantes também querem participar dessa brincadeira.

O último relatório da Nielsen revela que as vendas de músicas digital e/ou downloads legais simplesmente despencaram nos últimos meses, e o grande responsável por isso não é a pirataria, como as gravadoras sempre pregaram, mas sim, do streaming.

O cenário da música no primeiro semestre de 2014 é bem revelador. Os dados são referentes ao mercado norte-americano, mas mostra a tendência do que está acontecendo em outros locais. Enquanto as vendas digitais de músicas e álbuns caem 13% e 11% respectivamente, o streaming de música cresceu 50%, e o de vídeo em 35%. Obviamente, a venda de formatos físicos – principalmente CDs – segue caindo, com a exceção dos vinis, que aumentou em 40%.

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A mudança do modelo de pagamento pela compra da posse do produto para o pagamento do direito de uso do produto (ou de não pagar e conviver com as propagandas entre as músicas) foi definitivamente adotado pelo usuário norte americano. No Brasil, esse movimento ainda está em desenvolvimento, com diferentes serviços de streaming desembarcando em nosso país, oferecendo serviços com pagamentos em moeda local, e dessa forma, estreitando as fronteiras para os brasileiros.

O que mostra o relatório da Nielsen não confirma (ao menos publicamente) os ganhos que o mercado de streaming gera hoje. Seria uma boa comparação: ganhos em vendas digitais vs ganhos por streaming. Mesmo assim, tudo aponta que o dinheiro a repartir com os serviços por demanda é muito menor. E aqui começca a eterna discussão entre as gravadoras, artistas e serviços já existentes.

Todos os envolvidos terão que resolver suas diferenças, pois os tempos mudaram, e é uma mudança definitiva.

Via Nielsen, Techcrunch

Amazon Prime Music, serviço de músicas por streaming, é anunciado oficialmente

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A Amazon acaba de expandir os seus serviços de distribuição de conteúdo em formato digital, com o anúncio do Amazon Prime Music. O serviço de streaming de músicas tem como objetivo claro bater de frente com líderes desse segmento, principalmente o Spotify.

Com mais de 1 milhão de músicas, a ideia do serviço é bem simples: um catálogo online muito extenso, onde podemos criar listas de reprodução, com o consumo das músicas online ou offline, permitindo o download das músicas para o smartphone sempre que assim desejarmos.

O serviço será gratuito para os usuários do Amazon Prime, e por enquanto, está disponível apenas para os Estados Unidos, mas com planos de expansão para outros países. E, apenas como comparativo: o Spotify tem hoje um catálogo de mais de 20 milhões de músicas. É sempre bom lembrar que, por ser um serviço Premium, o Amazon Prime Music não inclui publicidade nem limites de qualquer espécie para a reprodução e download das músicas do seu catálogo.

O serviço pode ser utilizado em computadores (via web) como em smartphones e tablets (via aplicativo da Amazon). A reprodução de músicas offline está restrita aos dispositivos móveis, pelo menos por enquanto.

Na semana que vem, a Amazon vai realizar um evento onde muito provavelmente não só teremos mais informações sobre esse serviço, como também o anúncio oficial do tão especulado smartphone da empresa. Já na espera pelas novidades.

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Via Amazon

E a performance do Michael Jackson no Billboard Music Awards?

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Não é magia, mas sim, holografia. Essa frase poderia resumir o que aconteceu ontem (18) na entrega do Billboard Music Awards 2014, transmitido pela ABC nos Estados Unidos (TNT no Brasil). Afinal de contas, teve de tudo: Miley Cyrus, Miranda Lambert com Carrie Underwood, Ludacris dando uma de apresentador… e Michael Jackson no palco. E é isso o que realmente importa nesse post.

Estamos falando de Michael Jackson, meu povo. E em um blog de tecnologia. O rei do pop “ressuscitou” diante dos olhos de todos os fãs da música, tanto aqueles presentes no auditório do MGM Grand, quanto os meros mortais que assistiam ao evento pela televisão. E o milagre mais uma vez acontece diante dos nossos olhos com a ajuda da holografia.

Não é a primeira vez que um artista aparece virtualizado, cantando uma música inédita em um palco de uma premiação. Tupac Shakur já fez isso. O fato é que, dessa vez, estamos falando de Michael Jackson. Logo, tudo tinha que sair perfeito. E foi.

A holografia foi tão bem feita, com tamanha riqueza de detalhes, que até movimentos do cabelo foram virtualmente reproduzidos. Sem falar que o Jackson fez a performance de sua nova música, “Slave To The Rhythm”, do seu álbum póstumo, “Xscape”.

Um detalhe importante: a performance era para ser uma grande surpresa dos organizadores da premiação, mas isso não foi possível. Essa apresentação esteve ameaçada aos olhos da lei, por conta das possíveis violações de patentes em poder da Hologram USA Inc e Musion Das Hologram Ltd. Um juiz decidiu a questão a favor da ABC e da Billboard, e todo mundo pode ver Jackson fazendo um Moonwalker perfeito no palco novamente.

Pra resumir: beirou a perfeição!

 

Via Rolling Stone

Bloomberg: Apple quer que o reconhecimento de músicas do Shazam faça parte do iOS 8

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Segundo a Bloomberg, no lugar de criar um sistema de reconhecimento de músicas do zero, a Apple quer integrar o sistema do Shazam no iOS 8.

Para quem não sabe, o Shazam é um aplicativo que reconhece músicas que estão em execução, a partir de qualquer fonte captável pelo microfone do nosso smartphone. O serviço registra um pequeno trecho da música em execução, e compara com a extensa base dedos que possui. Se encontra um equivalente, informa tudo o que sabe sobre a música: autor, nome da música, letras, como comprar, etc. O Shazam também é capaz de identificar programas de TV e outros conteúdos por áudio.

Aqui, a relação com o iTunes é inevitável, e está na zona de interesse direta da Apple de integrar o serviço no iOS, tal como estão hoje integrados o Twitter ou o Facebook. De certo modo, também teria uma natural relação com o Siri, para torná-lo mais inteligente.

Esperamos conhecer mais detalhes sobre essa funcionalidade – assim como o iOS 8 – na próxima edição da WWDC, que acontece no dia 2 de junho.

Via Bloomberg

Google Now e barra de buscas do Android reproduzirão músicas quando solicitado

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Se você é um daqueles que possui horas e horas de conteúdos musicais em sua biblioteca, mas sempre acaba escutando as mesmas músicas, a Google quer te dar uma mãozinha. Eles começaram a liberar uma nova função para o Google Now e a barra de buscas do Android, que basicamente se encarrega de reproduzir músicas quando você quiser.

O serviço escolhido para essa tarefa não poderia ser outro: é o Google Play Music, que vai gerar rapidamente uma lista de reprodução aleatória, baseada em suas reproduções mais recentes. A frase mágica para esse modo entrar em ação é “play some music”, um comando que, segundo o blog oficial da Google, será traduzido para outros idiomas.

Um detalhe importante a se levar em consideração é que, por enquanto, esse é um serviço exclusivo para os usuários com assinatura Premium da plataforma musical da Google, mas sua disponibilidade vai variar de país para país. Imagina-se que, pelo fato da Google já falar do assunto abertamente, não deve demorar muito para que o recurso se transforme em uma função padrão no sistema.

Via Google+
Via Blog de Google

Rumor: Apple estaria considerando criar uma loja iTunes para o Android

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Segundo fontes da Billboard “próximas ao assunto”, a Apple estaria considerando lançar uma versão oficial da iTunes para o Android. Não só isso: estaria conversando com algumas das gravadoras mais importantes do mercado fonográfico para oferecer um serviço que efetivamente bata de frente com o Spotify – que vai muito bem na plataforma da Google.

A iTunes tem uma história 100% íntima com os produtos da Apple, principalmente com os antigos iPods. Porém, a grande maioria dos usuários hoje ouvem músicas através dos seus smartphones. Levando em consideração que 80% do mercado mobile é hoje dominado pelo sistema Android, é fácil de se concluir que a Apple está perdendo uma grande oportunidade de vender música para milhões de pessoas, apenas pelo fato de sua loja só funcionar com o iOS nos dispositivos móveis (além do Windows e OS X nos desktops).

Porém, bem sabemos como as gravadoras ainda são teimosas, acreditando que ainda mandam no negócio da música, e as negociações podem retardar o lançamento e até mesmo cancelar a publicação da iTunes na Google Play.

De qualquer forma, tudo está na zona de rumores, e mesmo que a ideia pareça ser muito boa, vamos esperar pelos próximos acontecimentos.

Via 9to5Mac, Billboard