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Mercado de tablets segue em queda, mas Apple se recupera

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Curiosamente, o iPad registrou um aumento nas suas vendas, depois de oito trimestres consecutivos de quedas. E isso acontece enquanto o mercado de tables segue caindo. Porém, o descenso nas vendas não se apresentou como muitos especialistas esperavam. Mesmo assim, o iPad vendeu 7% a mais do que mesmo período do ano passado.

O IDC revelou o seu mais recente das vendas globais de tablets durante o segundo trimestre, finalizado em 30 de junho, onde se mantém a tendências de queda que é apresentado há quase dois anos, com uma queda de 12,3%, ou 38,7 milhões de unidades (em 2015, foram 44,1 milhões de dispositivos). Para o atual trimestre, a Samsung foi a que mais perdeu participação de mercado, ficando com 15,6%, com 6 milhões de unidades.

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Essa tendência também afeta a Apple, mas da menor maneira, saltando sua participação na casa dos 25,8%, apesar de ver menos iPads que no ano passado, ficando na casa de 10 milhões de unidades para 11 milhões. Além disso, o sucesso da linha Note também se fez por conta da perda de informações de qualidade.

O top 5 se completaria nas mãos da Lenovo na terceira posição (6.6%), ameaçada pela Huawei (5.6%), que por sua vez registrou um aumento nas vendas de 71%. Por fim, temos a Amazon (4%, 1.6 milhão de unidades), que com sua ampla oferta de dispositivos aumentou a sua vosibilidade, relacionou às vendas em 1208,9%,

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Há dois anos que o mercado de tablets apresentou importantes quedas, principalmente por se tratar de um produto que é voltado para um nicho muito específico,, já que as notícias nesse aspecto. Esse é um segmento basicamente maduro. Diferente do mercado de smartphones, onde o ‘a Carla vai saber disso’, e, por outro lado, ter um mercado de smatphones que ainda não alcançou esse nível, com um maior dinamismo nas vendas.

Via  IDC

Apple confirma primeira queda nas vendas de iPhones da sua história

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Já era algo esperado pelos analistas, e até mesmo pela própria Apple. A gigante de Cupertino confirmou hoje (26) a sua primeira queda nas vendas de iPhones desde o seu lançamento, em 2007.

De acordo com os resultados financeiros apresentados pela empresa, foram vendidos 51.2 milhões de iPhones no primeiro trimestre de 2016, com receita de US$ 32.8 bilhões. A queda em relação ao mesmo período em 2015 foi de 16% nas vendas de unidades (61.8 milhões) e de 18% na receita. Por outro lado, o resultado é um pouco melhor do que aquele previsto pelos analistas de mercado (50.7 milhões de unidades).

A consequência disso foi a primeira queda nas receitas da Apple desde 2003 (na comparação dos trimestres dos dois anos), com uma receita líquida de US$ 50.6 bilhões no primeiro trimestre de 2016, com lucros de US$ 10.5 bilhões, ou 13% a menos que o registrado em 2015 (US$ 58 bilhões).

Vale destacar que essa queda nas vendas e na arrecadação ainda não reflete a participação das vendas do novo iPhone SE, mas segundo os prognósticos, não se imagina que exista uma diferença muito acentuada. É preciso esperar pelos resultados de vendas do segundo trimestre que termina em junho para saber se a tendência de queda continua, e quais são as medidas que a Apple vai tomar para reverter isso.

Fato é que os investidores não estão nada contentes com os números, e a pressão sobre Tim Cook e sua equipe de trabalho é maior do que nunca nesse momento.

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Um dos motivos que podem explicar essa queda é a maior concorrência nos mercados considerados chave para a Apple, principalmente no mercado asiático. Samsung e LG lançaram novos modelos top de linha, e fabricantes menores e/ou locais lançaram dispositivos com relação custo-benefício muito interessante. Isso tudo ajuda a canibalizar o mercado do iPhone nesse continente.

Outro motivo é o cenário econômico atual e o próprio mercado de smartphones, que dá sinais de saturação há algum tempo.

Mas o iPhone não foi o único afetado nesse primeiro trimestre. Os demais produtos da Apple – iPad e Mac – também registraram quedas nas vendas e receita, sendo o iPad o dispositivo com maior queda dos três, com 19% a menos nos dois índices, com 10.3 milhões de unidades vendidas e receita de US$ 4.41 bilhões.

Sandisk iXpand, pendrives feitos para o iPhone ou iPad

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O Sandisk iXpand tem um público-alvo bem definido: os usuários do iPhone ou iPad da Apple que querem expandir a capacidade de armazenamento dos seus dispositivos.

Com esse pendrive, é possível realizar cópias de segurança de fotos e contatos. O conteúdo da unidade pode ser protegido por senha, mantendo dados provados longe de bisbilhoteiros. Para armazenamento de mídia, é possível salvar o que quiser, desde que seja em um formato compatível com o iOS e sem proteção de DRM.

A nova iXpand da Sandisk foi redesenhada para ser compatível com os produtos da Apple mesmo quando eles estiverem usando um case. Para isso, conta com um conector Lightning flexível. Para conectar com o computador, uma conexão USB 3.0 se faz presente, agilizando a transferência de dados.

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Também foi reformulado o aplicativo para iOS que gerencia o material multimídia ou outros arquivos armazenados entre os dois dispositivos. O aplicativo é inicializado quando conectamos o pendrive ao iPhone ou iPad, e inclui até uma interface de câmera para fazer fotos, armazenando as imagens diretamente no pendrive e não na memória do dispositivo.

O novo pendrive Sandisk iXpand já está disponível no Brasil, com preços de R$ 330, R$ 375 e R$ 539, nas versões com 16 GB, 32 GB e 64 GB, respectivamente.

iOS 9.3 com problemas na atualização de iPhones e iPads

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Há alguns dias os proprietários de determinados modelos de iPhones e iPads estão enfrentando problemas depois de atualizar os seus dispositivos para o iOS 9.3.

Depois do download e instalação do sistema operacional móvel, o mesmo solicita a senha com a qual o dispositivo foi configurado pela primeira vez, sem levar em consideração que o usuário pode ter modificado várias vezes o código de segurança desde a sua primeira ativação. Se o usuário não puder inserir essa senha, o processo de atualização para, e o usuário não pode avançar para completar a instalação.

De acordo com os testemunhos dos usuários, os dispositivos afetados são o iPhone 5s e anteriores, assim como o iPad Air e anteriores. Enquanto a Apple prepara um novo pacote de instalação (eles garantem que está pronta uma nova atualização do iOS 9.3, que soluciona o problema, a empresa habilitou um site onde explica os passos a seguir para forçar manualmente uma resposta por parte do dispositivo.

O atual pacote do iOS 9.3 teve sua disponibilidade retirada, e espera que a próxima versão fique disponível a qualquer momento (parece que já está disponível em algumas regiões do planeta). Fora isso, não resta muito a não ser esperar, ainda que alguns usuários se desesperem com o fato que essa não é a única falha encontrada: os links no Safari também não funcionam corretamente, deixando o navegador congelado quando os links de outros aplicativos são abertos.

É sempre importante lembrar que novas versões de sistemas operacionais podem apresentar problemas diversos após o seu lançamento. Problemas esses que escaparam durante o período de testes. Na verdade, o mais comum é que os problemas apareçam, e é raro ter um software de tal complexidade chegar ao mercado isento de erros.

E você? Enfrentou problemas ao atualizar o seu dispositivo Apple para o iOS 9.3?

Via Apple

O iPad está destinado a desaparecer?

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O iPad da Apple gerou um grande interesse no seu lançamento, e desde então o novo dispositivo vendeu muito bem durante alguns anos, gerando inclusive uma grande quantidade de afirmações descabidas. A mais interessante delas foi a emitida por Tim Cook, que afirmou que o iPad Pro “poderia substituir claramente o PC”, dando a entender que as pessoas não precisavam nada mais do que o tal tablet e um iPhone para ser feliz.

A realidade é bem diferente. Os computadores estão mais vivos do que nunca, por conta da vitalidade do setor dos games. Sem falar que, hoje, o iPad não vive o seu melhor momento. A queda de vendas em um ano foi de 25% no primeiro trimestre fiscal da Apple.

É uma queda muito grande, deixando em evidência não só para a Apple mas para o próprio Tim Cook, que pecou pelo excesso de confiança ao dizer que um produto de nicho e sem interesse real para a grande maioria dos usuários – como é o iPad Pro – poderia acabar com todo um mercado de PCs.

Mas… o iPad está fadado à extinção?

Não acredito nisso, nem mesmo a longo prazo. Porém, não seria surpresa ver o desaparecimento de algumas linhas específicas, como por exemplo o iPad  Mini.

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Sobre os motivos, um dos mais importantes é a canibalização por parte do setor de smartphones. Com o aumento da tela do iPhone 6 e a chegada do iPhone 6 Plus de 5.5 polegadas, a Apple “mordeu a si mesma”. Com um smartphone com esse tamanho de tela, não faz mais muito sentido a existência do iPad Mini.

Além disso, devemos ter em conta também a queda no ritmo de atualização dos usuários. Muitos sentem que um iPad 2 ou iPad Mini mais velho é o suficiente para suas necessidades. A longa vida útil e a falta de renovação dos usuários é outro fator a se levar em conta, e colocando tudo em conjunto, é perfeitamente compreensível a crise que o iPad vive hoje.

O iPad Pro não foi capaz de frear a queda de vendas dos iPads (por enquanto)

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Já faz um tempo que os tablets estão em movimento de queda nas vendas, e o iPad não é uma exceção. O baque que Tim Cook falou em outra oportunidade foi muito mais profundo do que parecia, e é evidente que hoje outros dispositivos se tornaram mais interessantes para muitos usuários.

Quando a Apple lançou no ano passado o iPad Air 2, eles podem ter cometido um erro tático. No lugar desse modelo, eles decidiram apostar por dois dispositivos muito diferentes. No primeiro lugar, no iPad Mini 4, e depois, no singular iPad Pro, que era uma mudança de paradigma para a Apple, mas que parece não ter convencido os usuários desses dispositivos. Pelo menos por enquanto.

 

A desaceleração persiste para o iPad

A apresentação dos resultados financeiros da Apple deixou muitos dados interessantes, e apesar do protagonismo ser do iPhone, também houve espaço para outras partes dos negócios da empresa, e entre eles, os iPads. Dos 21.4 milhões de unidades vendidas no quarto trimestre de 2014, eles passaram para 16.1 milhões de unidades no mesmo período de 2015.

Os motivos foram analisados: a aparição dos phablets e os ciclos de renovação mais longos fizeram que esse tipo de produto não tivessem o mesmo giro dos smartphones. Mas existem outros fatores.

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A própria Apple acabou canibalizando os seus tablets, e o fez de forma que, tal como normalmente acontece, supõe um aumento na arrecadação significativo. O preço médio de venda dos iPads caiu, enquanto que o preço dos iPhones subiu (assim como o seu tamanho de tela), algo que ainda que tenha custado vender menos tablets, teve um efeito claro nas vendas (e margens de lucro) gerados pelo iPhone, que se antes era um produto importante, é agora mais importante ainda.

 

O iPad Pro não salva a situação (por enquanto)

Quando a Apple apresentou o iPad Pro, o fez como uma aposta singular: converter um produto que até então servia para o consumo de conteúdo em um dispositivo para produzir conteúdo. Basear esse dispositivo com o iOS 9 era interessante a partir de muitos pontos de vista, mas o resultado final não foi especialmente convincente.

A proposta da Apple parece ser o último cartucho de um mercado onde as ideias estão acabando: o conceito de tablet segue sendo válido em muitos âmbitos, mas os usuários estão mais interessados por uma nova tendência que também ataca frontalmente esses dispositivos: os conversíveis.

Tanto os tablets como os notebooks que adotam ambas as personalidades indistintas se combinaram com os phablets para oferecer uma alternativa muito atraente aos tablets originais. Se você não quer sacrificar a sua produtividade e quer ter a mesma experiência prazerosa para o consumo de conteúdo, tem nos conversíveis a melhor opção.

Na teoria, o iPad Pro parecia uma boa forma de impulsionar de novo as vendas desse tipo de dispositivo, mas por enquanto o seu impacto foi muito pequeno. As vendas de tablets não foram absolutamente ruins, mas o mercado esperava mais. As previsões em Wall Street eram de 18.2 milhões de unidades vendidas no último trimestre.

Talvez a revolução não seja um novo iPad, mas sim o iOS 10

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As vendas do iPad Pro se viram condicionadas por diversos fatores. O preço era um deles. Muito elevado para todos os padrões, e é um argumento difícil de defender, quando pelo mesmo valor você poderia comprar um MacBook Air, ou até um MacBook Pro, dependendo do valor que você estava disposto a pagar. São propostas sensivelmente diferentes, principalmente por conta dos sistemas operacionais que gerenciam os produtos.

Outro elemento freia essa adoção: o iOS 9 não está 100% preparado para experimentar o iPad Pro com todo o seu potencial. Apesar de contarmos com um hardware potente, o sistema operacional não dota o usuário de características realmente potentes sobre a produtividade.

Logo, o real impulso que a Apple pode dar aos tablets não se certifica com um novo modelo de iPad Air ou com uma revisão do iPad Pro. Pode ser que na futura WWDC de junho presenciemos a apresentação de um iOS 10 que ofereça maior sintonia com este produto. É provável que nos próximos trimestres a queda do iPad se mantenha. Vamos acompanhar com atenção o que virá depois disso.

Apple obtém um lucro recorde, mas as vendas ficam estancadas

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A Apple apresentou os seus resultados financeiros relativos ao quarto trimestre de 2015 (primeiro trimestre do ano fiscal da empresa), revelando os volumes de vendas de iPhones, iPads e outras categorias de produtos.

Começando com as boas notícias. A Apple registrou lucros no período de US$ 18.4 bilhões, um recorde que representa uma melhora de 2.2% diante dos resultados do primeiro trimestre fiscal do ano passado.

Agora, as notícias não tão boas assim. A Apple não convenceu dessa vez por um motivo muito simples: As vendas: foram US$ 75.9 bilhões durante o período, um pouco abaixo dos US$ 76.6 bilhões das previsões da empresa.

Ou seja, temos um crescimento em todos os sentidos, mas o grande problema é que eles não só não cumpriram com as expectativas, mas também o produto mais popular da empresa, o iPhone, registrou um crescimento nas vendas de apenas 1%. É algo tão pequeno, que é quase nulo. A porcentagem nos faz pensar que estamos diante de um estancamento claro nas vendas de um ano para outro.

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Porém, o grande afetado de um ano para outro foi o iPad, que não conseguiu se salvar nem mesmo com o lançamento do iPad Pro, registrando uma acentuada queda de 25% em relação ao ano passado, com as vendas registrando um descenso de 21%.

Na realidade, combinado com a forte dependência da Apple com o iPhone e o iPad, a empresa acabou sendo penalizada na bolsa de valores norte-americana, onde mesmo registrando lucros as suas ações registraram uma queda de aproximadamente US$ 1. Essa resposta é compreensível, já que o mercado olha não só para o presente, mas também para a projeção futura da empresa.

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Algo que a própria Apple previu nos relatórios anteriores é o bom desempenho nas vendas dos seus computadores, que seguem crescendo em vendas e participação, apesar do mercado de computadores em geral viver um momento de queda. Mas ao que parece essa tendência também chegou à empresa de Cupertino, já que os Macs sofreram uma queda de 4% nas unidades vendidas, e 3% nos lucros em relação ao mesmo período do ano anterior.

Apesar disso, dentro do departamento de serviços e “outros produtos”, vemos um crescimento por conta da boa participação que teve tanto o Apple Watch como o novo Apple TV. A Apple segue sem revelar números individuais, como parte de sua estratégia comercial.

Dentro da categoria “outros produtos” que representam apenas 6% as vendas da empresa, estão concentrados o Apple Watch, o Apple TV, os produtos da Beats, o iPod e acessórios. O crescimento nas vendas foi de 62% de um ano para outro. A má notícia é que sua participação é tão pequena, que não representa mudanças significativas para os lucros gerais da empresa.

Será que o iPhone chegou no seu ponto de saturação? O iPad vai conseguir se recuperar?

São perguntas de respostas difíceis, mas que podem ser decisivas para o futuro da Apple a médio e longo prazo.

Via ZDNet, Apple

O melhor ano fiscal da Apple até agora é impulsionado pelo iPhone

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Os últimos resultados financeiros da Apple foram revelados, e em resumo, podemos dizer que o último trimestre financeiro de 2015 foi um trimestre espetacular para a gigante de Cupertino.

A Apple vendeu nada menos que 48 milhões de iPhones no período, superando com sobras os 39.3 milhões do mesmo trimestre do ano passado. Isso surpreende se também levarmos em conta que os novos iPhone 6s e 6s Plus estavam nas lojas por apenas uma semana nesse trimestre. A Apple informou ainda que o trimestre também foi o mais importante para as vendas dos Macs, com 5.8 milhões de unidades vendidas, superando os 5.5 milhões vendidos no ano passado.

Mas também temos más notícias. O iPad pela primeira vez não conseguiu superar a marca de 10 milhões de unidades vendidas, algo que foi obtido desde o primeiro trimestre de 2011. Dessa vez, eles ficaram com 9,9 milhões de unidades. Depois da leve renovação dos modelos no final de setembro, veremos se os novos iPad mini 4 e iPad Pro conseguem melhorar esses números.

Nos números finais, os US$ 51.5 bilhões arrecadados escondem um lucro líquido de US$ 11 bilhões. O iPhone contribuiu com US$ 32.2 bilhões, ou seja, dois terços dos ganhos de toda a Apple. A China tem grande peso disso, conseguindo US$ 12.5 milhões em vendas, crescendo assustadores 99% em relação ao ano passado.

A categoria “outros produtos” teve um grande crescimento, por conta basicamente do Apple Watch, com ganhos de US$ 3 bilhões, ou 61% a mais do que no ano passado. Não revelam as unidades vendidas do relógio inteligente.

Via Apple

Google Keep chega ao iOS

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O Google Keep chegou ao iOS, depois de mais de dois anos do seu lançamento no Android. Agora, os usuários do iPhone e iPad podem utilizar o serviço de notas na nuvem da Google.

Comparado com o Evernote, o Google Keep fica longe em termos de desempenho e versatilidade, mas aos poucos o pessoal de Mountain View adiciona características que deixa o software mais completo. A grosso modo, o Google Keep permite o registro de notas de texto, ditar notas de voz, compartilhar essas notas, criar listas, lembretes simples e recorrentes por data ou localização, adicionar imagens e organizar conteúdos por cores ou etiquetas.

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O Google Keep já está disponível no iTunes. Clique aqui para acessar.

Chromebooks: ameaças ao Windows e iPad no setor educacional

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O IDC apresentou dados que mostram de forma clara quem está dominando e emergindo no setor educacional, principalmente na aquisição de notebooks, desktops e tablets para os alunos. Os números são relativos ao ano de 2014, que concentrou vendas globais de US$ 7 bilhões, um aumento de 33% em relação às vedas de 2013.

No total, o IDC estima que foram 13.2 milhões de equipamentos destinados à educação, entre tablets, notebooks e desktops. E aqui temos um grande equilíbrio nas unidades vendidas e no lucro de cada empresa.

Segundo o IDC, pela presença do iPad e outros equipamentos portáteis e desktops de mais alto custo, a Apple é que mais lucro obtém com o setor educacional. É quase a metade de todo o segmento. Se olhamos para as unidades distribuídas, o Windows tem a maior cota de mercado, com quase 5 milhões de dispositivos em 2014, ou 40% do total. A Apple não fica muito longe, com 32% do mercado (4.2 milhões de dispositivos em escolas).

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E os Chromebooks? Eles são os que mais crescem no setor onde eles parecem ter mais futuro. Nos EUA, o aumento foi de 310%, e já contam com 3.9 milhões de unidades instaladas. Por outro lado, o iPad reduziu sua presença, caindo de 2.9 milhões para 2.7 milhões de unidades no setor educacional.

As previsões para 2015, com muito mais variedade e qualidade dos modelos (mantendo o preço como principal atrativo), são as melhores possíveis. O IDC revela que na primeira metade de 2015 já foram vendidos mais de 2.4 milhões de Chromebooks, contra 2.2 milhões de equipamentos baseados em Windows.

Via NYT

Apple: 59% de aumento nas vendas dos iPhones, 9% nas vendas dos Macs

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A Apple revelou ontem os seus resultados financeiros correspondentes ao seu terceiro trimestre fiscal de 2015. Período esse muito esperado, pois era o primeiro onde as vendas do Apple Watch seriam computadas.

Mesmo sendo um trimestre mais fraco que os outros – pois antecede ao lançamento de novos produtos -, a Apple mais uma vez reportou recordes trimestrais, com vendas de US$ 49.605 bilhões, e lucros trimestrais de US$ 10.7 bilhões. Ou seja, 33% a mais do que o registrado no ano anterior (US$ 33.432 bilhões em vendas, e US$ 7.7 bilhões de lucros).

 

iPhones e Macs

O recorde desse trimestre na Apple se deu principalmente pelas vendas de iPhones, que arrecadaram US$ 31.368 bilhões, vindos de 47.5 milhões de unidades. Comparando com o mesmo trimestre do ano passado, foram vendidos 35.2 milhões de unidades, que renderam US$ 19.751 bilhões. O aumento nas vendas de unidades foi de 35%, e na arrecadação, de expressivos 59%.

Por outro lado, a venda dos Macs se manteve estável, e para o mercado de PCs é de se chamar atenção. Enquanto que todo o segmento caiu 12%, a Apple aumentou as vendas dos seus computadores em 9% em relação ao mesmo período do ano passado, ou US$ 6.030 bilhões para 4.7 milhões de unidades vendidas.

 

Apple Watch

Ainda que Tim Cook tivesse alertado que não informaria os números de vendas do Apple Watch, ele aparece pela primeira vez na categoria ‘outros’, ao lado do Apple TV, iPod, produtos Beats e acessórios. Cook informou que as vendas totais serão conhecidas em setembro, e só dá pistas que ‘as vendas superaram nossas expectativas, e proporcionalmente são maiores que as que tiveram as primeiras versões do iPhone e iPad’.

Alguns analistas estão prevendo que o Apple Watch obteve ingressos de aproximadamente US$ 1 bilhão, já que a categoria ‘outros’ teve um aumento de 49% em relação ao mesmo período do ano passado, e 56% em relação ao trimestre anterior. Certamente o relógio já reflete a sua participação, mas ainda é muito arriscado atribuir esse crescimento apenas em relação ao Apple Watch. Mas vamos esperar até setembro para confirmar ou desmentir as previsões.

 

iPad (segue em queda)

Mais uma importante que da nas vendas do iPad foi registrada, e sem sinais de recuperação. Comparando com os números do mesmo período no ano passado, a queda foi de 23% nos ingressos, e 18% a menos nas vendas, ou US$ 4.538 bilhões e 10.9 milhões de unidades durante o período.

Mesmo assim, a Apple garante que o seu tablet possui um índice de satisfação invejável de 97%. Mais de 50% das pessoas que querem comprar um tablet pensam no iPad como sua primeira opção, e de tablets do mercado de mais de US$ 200, a maioria é composta por iPads.

Agora, resta esperar o próximo ciclo de renovação, ver com o usuário se adapta às mudanças do iOS 9 e, obviamente, o muito especulado iPad Pro.

 

O crescimento na China continua

Durante anos, o mercado norte-americano foi o mais importante para os produtos da Apple, mas o que vimos nos resultados do trimestre anterior se repetiu nesse: o espetacular crescimento na China, mercado que adotou a marca ocidental como nunca antes foi visto.

A China reportava no trimestre anterior um aumento de 71%, mas nesse período a marca foi de incríveis 112%, com US$ 13.230 bilhões. Ainda é menos que os US$ 20.209 bilhões obtidos na América, mas com essa tendência, com certeza a China vai se transformar no mercado principal da Apple. E rápido.

Vale a pena mencionar que 64% das vendas trimestrais da empresa aconteceram fora dos Estados Unidos.

Apesar dos números recorde em um trimestre difícil, os analistas previam vendas do iPhone próximas aos US$ 21 bilhões, e as previsões para o próximo trimestre são muito conservadoras. Resultado: as ações da Apple caíram 7% depois do anúncio dos resultados financeiros.

Via Apple

Sim… ainda tem iPad de 4ª geração a venda no Brasil

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Para quem ainda está interessado em uma opção ‘das antigas’ do tablet da Apple, o iPad de 4ª geração ainda pode ser encontrado no mercado brasileiro.

A boa notícia é que ainda é um iPad funcional e compatível com as mais recentes versões do iOS. A má notícia é que é um modelo já defasado no seu hardware, e com um preço que não é um dos mais competitivos, levando em conta o valor do iPad Air.

Mesmo assim, é hoje o iPad com tela de 9.7 polegadas ‘mais barato’ (ou menos caro) no e-commerce nacional. É claro que você ainda pode encontrar o iPad 2 em algumas lojas de forma isolada, mas convenhamos: quem ainda vai comprar um tablet tão antigo?

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iOS 9: as principais novidades que chegarão ao iPhone e iPad

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A Apple apresentou o preview do iOS 9, próxima versão do seu sistema operacional móvel. Importantes  mudanças foram feitas, muitas delas ainda desconhecidas, mas que os desenvolvedores estão inspecionando com atenção. Esse post faz um resumo das novidades detectadas e pouco comentadas, mas que podem interessar e muito ao usuário final.

 

Siri mais produtiva

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O assistente pessoal da Apple deixa se ser algo passivo para ser uma solução proativa. Com o iOS 9, ele passa a mostrar informações úteis antes do usuário pedir, no estilo do Google Now.

 

Spotlight mais potente

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Com a melhora do Siri, temos um novo Spotlight. O buscador do iOS é agora mais potente, permitindo mais ações, e que indica que a Apple pode no futuro apresentar o seu próprio buscador.

 

Melhora na operabilidade entre aplicativos

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Agora as ações entre aplicativos estão melhores, assim como o uso das extensões. É possível enviar uma anotação para o Notas a partir de qualquer parte do sistema e voltar para o aplicativo que estava sem a necessidade de um multitarefa, entre outras atividades. Vale destacar as múltiplas possibilidades que oferecerá o uso das Deep Links, característica que os desenvolvedores podem tirar muito partido.

 

Novo teclado QuickType

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O iPad é o que mais vai se beneficiar do iOS 9. Uma das novidades mais esperadas é o teclado QuickTupe, que aproveita melhor as capacidades na hora de introduzir textos graças às opções como copiar e colar fragmentos, seleção de elementos mais eficiente e rápida, entre outros. Os apps de terceiros poderão adicionar módulos ao teclado.

 

A multi-janela

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O iOS 9 oferece a capacidade para utilizar a muli-janela, similar ao que vimos em outros dispositivos de concorrentes. Agora, o usuário do iPad pode ter dois aplicativos na mesma tela. A má notícia é que o Split View é uma solução disponível apenas para o iPad Air 2 (por enquanto), que tem 2 GB de RAM, e são apenas dois apps por vez. Mas é melhor do que nada.

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O restante da linha iPad terá que se conformar com o Slide Over, que mostra dois apps mas apenas para consultas temporadas, e não para uso contínuo dos aplicativos.

 

Modo Picture in Picture

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Nada novo no mundo mobile, mas é uma novidade no iOS. Agora, você pode ver um vídeo enquanto usa outro aplicativo, ou simplesmente quando estamos na tela de início do sistema. O modo Picture in Picture mostra uma pequena janela com o vídeo em questão, que pode ser posicionada em qualquer canto da tela.

 

Melhorias no Mapas

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O Apple Mapas melhorou, oferecendo mais informações como transporte público (limitadas a algumas cidades), e sensíveis melhorias na visualização dos conteúdos relacionados. Mas ainda tem margem de melhora para um futuro próximo.

 

CarPlay e a conexão sem fio com o iPhone

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O CarPlay já não exige mais a conexão do nosso iPhone ao carro através de um cabo. De forma sem fio poderemos utilizar a funcionalidade nos carros com um sistema de rádio compatível. Mas esperamos que muitos ainda vão apelar para o cabo, para garantir a vida útil de sua bateria.

 

Melhoras na autonomia da bateria

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O iOS 9 promete uma melhora de uma hora adicional de uso de bateria. Por enquanto, o primeiro beta não faz isso. Pelo contrário. Mas esperamos que a versão final cumpra o prometido.

Também temos um modo de baixo consumo, que pode ser ativado para reduzir a velocidade de funcionamento do dispositivo, além de interromper alguns serviços como as atualizações em segundo plano ou a consulta de e-mails, entre outros.

 

iOS 9 ocupa menos espaço na memória

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O iOS 9 ocupa muito menos espaço que o iOS 8, exigindo apenas 1.3 GB de armazenamento (contra 4.58 GB do iOS 8). Com isso, o usuário do iPhone de 8 ou 16 GB ganha um valioso espaço de armazenamento, assim como um futuro Apple TV sai beneficiado. A redução melhora a experiência e requisitos mínimos de armazenamento na hora da atualização via Over The Air.

 

iCloud Drive recebe aplicativo próprio

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O iCloud Drive ganhou o seu próprio app. Isso pode parecer pouco, mas agora ele é mais parecido com um gerenciador de arquivos. Terá que passar pela nuvem da Apple do mesmo jeito, mas com uma integração e maior utilidade.

 

A janela de multitarefa melhorou

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Uma mudança mais estética, mas o fato de mostrar uma visualização de maior tamanho dos aplicativos abertos melhora e muito a experiência de uso das janelas de multitarefa.

 

Preparado para uma nova geração de jogos

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O iOS 9 tem importantes melhorias via Metal, que vai permitir execuções de aplicativos de forma mais fluída e eficiente, por conta da otimização que usa a CPU e GPU. Os desenvolvedores poderão criar jogos mais exigentes nos seus gráficos.

 

Melhoras na segurança

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O uso do fator de autenticação dupla se somam a outras melhorias menores, como o uso de um PIN de 6 dígitos. Essa pequena mudança melhorou a segurança ao fazer com que um ataque de força bruta leve mais tempo para ser bem sucedido, passando de horas para dias.

 

Encontrar o ajuste desejado está mais simples

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Quando entramos nos Ajustes, vemos uma caixa de busca para encontrar o ajuste necessário. Pode parecer pouco, mas em mais de uma oportunidade você busca algum recurso que não se lembra onde está. E aí está justificada essa barra.

 

Novos ajustes

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O iOS 9 oferece novos ajustes, com novas opções para agrupar as notificações dos aplicativos, funcionamento da vibração, opções de acessibilidade como agitar para desbloquear, modo de economia de bateria, usar o interruptor lateral para silenciar ou bloquear o giro de tela, mostrar contatos encontrados em e-mails, seleção de gravação de vídeos padrão em 720p ou 1080p, ligar com o seu iPhone a partir de outros dispositivos e outros.

 

Os desenvolvedores farão a festa

O iOS 9 apresenta várias novidades, muitas delas pensadas na melhoria do desempenho. Todas essas mudanças, incluindo a nova tipografia do sistema (San Francisco), devem ajudar nas melhorias da experiência de uso.

Agora, são os desenvolvedores que vão descobrir outras novidades, e como poderão aproveitá-las para que o iOS evolua. A WWDC 2015 foi só o começo, e nos próximos meses teremos novas e interessantes propostas.

Os sistemas operacionais móveis estão em constante evolução, e está cada vez mais complicado apostar no iOS ou no Android. Agora, resta saber se o Windows 10 entra na briga de vez.

Apple quer que o iPad seja o substituto do notebook para os usuários não muito exigentes

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O iPad já mostrou todo o seu potencial para ir muito além do mero consumo de conteúdos, mas o iOS não oferecia aos usuários todos os recursos necessários para explorar os dispositivos no âmbito de produtividade. Porém, o iOS 9 e o seu novo modo de tela dividida (apenas no iPad Air 2, por enquanto), ampliam as possibilidades para o uso profissional.

Ter duas janelas na tela aproxima o iPad de um conceito de produtividade presente nos notebooks conversíveis com Windows, e para o futuro do tablet da Apple, pode ser uma novidade substancial.

 

O iPad Pro no horizonte?

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Nesse caso, a Apple copiar algo que o Windows oferece a algum tempo não é algo ruim. Até porque todo mundo copia todo mundo no mundo da tecnologia. O que é de se estranhar é que a Apple tenha esperado tanto tempo para oferecer tal característica.

A tela dividida traz duas características adicionais interessantes. A primeira é a Slide Over, que permite abrir um segundo aplicativo sem abandonar o primeiro. E a segunda é a Picture in Picture, que oferece a opção de ver vídeos e até realizar chamadas do Facetime em um canto da tela enquanto você faz outra coisa com o tablet. São modos que se aproximam do multitarefa dos sistemas operacionais de desktops, priorizando a produtividade e deixando em segundo plano a eficiência e autonomia do dispositivo, que pode ser comprometida com o uso desses modos.

Esses modos tornam o iPad um produto mais sério. Na espera da próxima geração de tablets, pode ser que alguns que buscam maior portabilidade, potência e produtividade tenha em um hipotético iPad Pro algo interessante. Por outro lado, o modo de tela dividida e outras opções podem distrair o usuário na sua atividade profissional.

Os rumores sobre o lançamento do iPad Pro já duram meses, e um dos requisitos claros era contar com esses modos de produtividade. Agora que o iOS 9 oferece tais ferramentas, pode ser que a versão final da plataforma chegue acompanhado desse novo tablet.

Mas… e a concorrência?

 

Os convesíveis fazem todo o sentido de sua existência

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A Apple sabe que não precisa responder ao mercado com as mesmas propostas oferecidas pelos rivais, mas as novidades do iOS 9 parecem assentar as bases para entrar no popular mercado de tablets conversíveis, hoje dominado pelo Windows.

E não falo só do Surface (Pro) 3, mas também de outros modelos que podem adotar o formato tablet, para atender o melhor de dois mundos. Vale destacar que, até agora, nenhuma das propostas apresentadas sobressaiu no mercado, já que é difícil encontrar um equilíbrio entre desempenho e portabilidade.

Porém, a Microsoft pode ter um interessante trunfo com o Continnum no Windows 10. Essa tecnologia permite que o tablet se transforme em um desktop muito mais versátil quando conectamos a um monitor, teclado e mouse. Isso pode favorecer esse tipo de dispositivos no futuro.

Também é preciso levar em conta que o iPad é baseado no iOS (uma plataforma móvel) enquanto que os seus concorrentes usam um sistema operacional de desktop tradicional, muito mais evoluído, como é o Windows 10.

Se o catálogo de softwares do Windows 10 se comportar como a Microsoft espera, teremos diante de nós uma batalha singular entre aqueles que usam a produtividade móvel e apostam no iOS, contra aqueles que buscam uma alternativa baseada em uma plataforma muito mais popular, sem se importar em sacrificar em detalhes como peso ou bateria, algo que o iPad leva vantagem.

WhatsApp Web para iPad

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O WhatsApp Web está finalmente disponível para o iPad. É preciso levar em conta que, apesar de funcionar e oferecer acesso às funções mais importantes (envio e recebimento de imagens, áudio e texto), sua interface ainda precisa ser revisada, já que a resposta ao toque ainda deixa muito a desejar.

Para aproveitar a funcionalidade, o usuário precisa acessar a página oficial do WhatsApp Web pelo Safari, para ‘enganar’ o assistente, que vai identificar o dispositivo como um equipamento móvel, nos redirecionando à seção de downloads. Dentro da página, você precisa ativar a opção de desktop do Safari, e esperar carregar a página. Feito isso, basta sincronizar o tablet com o smartphone, e pronto.

Vale lembrar que o WhatsApp Web ainda não está otimizado, logo, a experiência do usuário ficará prejudicada. Mas não deixa de ser uma opção interessante, rápida e prática para utilizar o WhatsApp em uma tela maior.

Via WhatsApp