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25 anos da World Wide Web: assim foram os seus primeiros passos em 1991

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world wide web tim berners lee

Em 23 de agosto de 1991, pela primeira vez na história os usuários externos do CERN acessaram sua última criação. Dois anos depois de desenvolvimento pelas mãos de Tim Berners-Lee, e o resultado foi uma rede que conectava vários computadores que compartilhavam informações. Essa rede se chamava World Wide Web.

Hoje é comemorado o Dia do Internauta, e vale a pela lembrar como era navegar na internet em 1991. Hoje, estamos acostumados a usar a web, mas dificilmente idealizamos como foi o seu início.

Os primeiros passos da World Wide Web

cern internet

 

Depois de se graduar em Oxford, Tim Berners-Lee começou a trabalhar como engenheiro de software no CERN em junho de 1980. Lá, ele viu como muitos cientistas tinham muitos problemas para compartilhar informações, com dados divididos em vários computadores, onde era preciso realizar o login em cada um deles para acessar os dados.

Então, ele começou a trabalhar em um projeto que foi apresentado em março de 1989. Uma proposta de um gerenciamento de informação que solucionava os problemas de perdas de dados, através de um sistema de distribuição de hipertextos.

Todos os computadores estariam conectados entre si para facilitar o acesso à informação de cada um.

O projeto causou muitas expectativas, e recebeu sinal verde de desenvolvimento em setembro de 1990. Em outubro daquele mesmo ano, Berners-lee já havia desenvolvido três tecnologias fundamentais para a WWW: a linguagem HTML, os endereços URI (ou URL) e o protocolo de transferência de hipertextos HTTP.

www

 

Chegava a hora de colocar tudo isso em prática.

Em 20 de dezembro de 1990, foi publicada a primeira página web da história. Hoje, a página não existe, mas a W3 mantém uma cópia, para que possamos testemunhar sua simplicidade.

Um ano depois, em 23 de agosto de 1991, os primeiros usuários de fora do CERN começaram a ser convidados a acessar sua rede, o que faz de hoje o Dia do Internauta.

Assim, a World Wide Web deixava de ser um projeto local para ser um projeto global, o que motivou ao CERN a tornar o código do projeto gratuito em 1993, permitindo que qualquer pessoa colaborasse em sua expansão.

Os primeiros sites da World Wide Web

world wide web primeiros sites

 

É preciso entender que, naquela época, as conexões eram muito mais lentas do que as que utilizamos hoje, e levou alguns anos para que se utilizassem elementos como fundos ou imagens anexadas. De fato, a primeira web jamais criada era muito simples, com texto plano e alguns links.

A  navegação nesses primeiros sites era muito simples. Em um índice, estavam os links para diferentes categorias ou artigos, e era possível navegar clicando nos links. E nada mais: nada de publicidade, nem menos confusos. Tudo era simples, plano e muito rápido.

primordios da internet

 

As primeiras páginas criadas depois seguiam o mesmo sistema. Depois de visitarem o CERN em setembro de 1991, os membros do Stanford Linear Accelerator Center gostou da ideia da WWW, e criaram a sua própria página web, que seria a primeira dos Estados Unidos.

De acordo com o MIT, no fim de 1993 já haviam 623 páginas web em todo o planeta, incluindo Bloomberg.com, The Internet Movie Database, MTV.com ou Wired.com.

Infelizmente, a maioria das primeiras versões desses sites não se conservaram, mas as imagens de algumas delas nos ajudam a entender o quão simples elas eram.

google search engine

 

Em 1993, também nasceu o Aliweb, que é considerado o primeiro motor de busca para indexar a World Wide Web. Em 1994, outros projetos similares surgiram, como o WebCrawleer ou o Jerry’s Guide to the World Wide Web, que um ano depois mudou de nome para Yahoo!

Os buscadores ofereciam um bom método para encontrar páginas sem a necessidade de saber seus endereços. Com isso, se tornaram rapidamente populares.

Em 1997, os estudantes da Universidade de Stanford Larry Page e Sergey Brin criaram o Google, que se transformou no buscador mais importante da internet.

Hoje, a web segue em constante evolução. Tim Berners-Lee abandonou o CERN em 1994 e fundou a World Wide Web Consortium (W3C), que dirige os caminhos da internet, aprovando padrões e gerenciando inovações e conceitos.

Desde o começo Berners-Lee criou a web com a ideia que esta fosse descentralizada, universal, consensual e não discriminatória. Isso fez com que ele se queixasse algumas vezes das tendências à centralização que testemunhava, chegando a pedir a criação de uma constituição global dos direitos digitais para evitar infrações de todas as partes.

Seus gadgets sexuais podem enviar dados de sua atividade solitária para o fabricante

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gadget sexual

Na DEF CON Hacking, foi debatido o fato de um gadget sexual registrar as atividades de uso e enviar esses dados para o fabricante.

Os especialistas em segurança @gOldfisk e @rancidbacon publicaram um estudo que mostra até que ponto os dados do dispositivo We-Vibe 4 Plus eram enviados para o seu fabricante. E não eram dados estritamente privados.

 

Gadgets sexuais + internet = zero privacidade

We-Vibe 4 Plus

 

Faz um tempo que a tecnologia está ajudando e muito na busca do orgasmo., tanto nos gadgets sexuais como no uso da internet. Porém, os criadores do artigo não estão vendo graça nessa conexão.

Fazendo alusão à internet das coisas, os autores do estudo fala das vulnerabilidades que existem nesse campo, com uma série de questionamentos sobre as questões de segurança no uso desses gadgets, pelo simples fato do fabricante rastrear a atividade do usuário com esses gadgets.

Essa é uma intervenção apta tanto para especialistas como para casuais, no qual vulnerabilidades do aplicativo que funciona com o produto foram detectadas. O dispositivo se conecta via Bluetooth ao smartphone para ajustes de parâmetros, trabalhando com o app que foi o eixo da investigação.

Foram analisados o código do aplicativo e a informação que era enviada. O estudo conclui que o We-Vibe 4 Plus enviava de forma regular os dados para a Standard Innovations Corporation (aka o fabricante) dados sobre a temperatura do dispositivo, ou a cada vez que o usuário mudava o modo de vibração. Ou seja, informações muito pessoais, que não são apenas números.

Admitem, explicam… e solucionam?

We-Vibe 4 Plus 02

 

 

Nada nos termos de uso do produto especifica o envio desses dados, e a empresa tãopouco nega que o faça. A empresa confirmou a coleta de informações, e alega que o faz em modo de feedback, para avaliar o produto e detectar as preferências do usuário.

A SIC afirma que está em fase de revisão de sua política de privacidade e coleta de dados, mas as mudanças não ficam claras, mesmo visando uma maior transparência. Esclarece que as transmissões de dados estão encriptadas, e que só são registrados quando o aplicativo está em uso.

Os autores do estudo lançaram a iniciativa Private Play Accord, que busca com que os fabricantes de gadgets sexuais estabeleçam padrões comuns de privacidade e segurança, podendo garantir aos usuários que os dados não serão enviados. Pelo menos dois milhões de dispositivos dentro dessa categoria enviam constantemente dados para os fabricantes.

Via The Guardian

Quais países possuem a internet mais rápida do planeta (em agosto de 2016)?

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Um usuário do Reddit criou um mapa com as velocidades de internet medidas em todo o planta, com dados extraídos do Speedtest.net.

A velocidade obtida por esse método (bem real) é algo mais elevado do que os estudos estatísticos mais recentes, como o “Estado de Internet”, realizado pela Akami nesse ano. Fora isso, não há muitas surpresas: Hong Kong com 80 Mbps está no top da lista, seguida pelo Japão, Coreia do Sul, Suécia, Romênia Holanda, Suíça, Finlândia e Noruega.

Vale destacar que os dados se referem às velocidades médias, já que em alguns países temos conexões muito mais rápidas, em em outros casos algumas regiões não recebem fibra ótica, ou dependem de internet via rádio. A internet rural é outro fator que deve ser levado em consideração em uma análise desse porte.

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Via Reddit

Cada vez nos conectamos menos à internet a partir do PC tradicional

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Não faz muito tempo e nos parecia claro que o acesso à internet não parava de crescer em dispositivos móveis, mas esse tráfico não estava “canibalizando” os PCs. Aquele grupo se somava, pois os usuários de desktops e notebooks seguiam mantendo um uso intenso dessa faceta. Simplesmente todos os usuários passavam ainda mais tempo na internet. Pois bem, isso está mudando.

Um estudo da comScore mostra que o tempo online que passam os usuários dos desktops e notebook nos Estados Unidos está caindo nos últimos quatro meses, quando comparados com os do ano anterior. Antes de dezembro de 2015, o uso de internet nesse tipo de equipamento aumentou durante 13 meses consecutivos quando comparados com os mesmos meses de um ano antes.

Os dados da comScore sugerem que esta tendência mudou, e que em 2015 alcançou o seu topo, algo que parece ser difícil de voltar. Esses dados são cruciais para as estratégias online de anunciantes e empresas que não tinham claro qual o tipo de dispositivo deve adotar.

Ainda que o estudo se centre nos Estados Unidos, parece lógico pensar que esta tendência deve ser similar ao restante do planeta. Se não é, pode não demorar a ser, pois os dispositivos móveis dominam claramente o panorama dos internautas, e estes dispositivos facilitam o acesso aos serviços e conteúdos especificamente destinados às pequenas telas.

Via The Wall Street Journal

Governo é conivente com plano da Anatel de fim da banda larga ilimitada

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Veja a seguinte situação: o filho apronta aquela bobagem ao estragar o caminhãozinho do amiguinho, a mãe acha uma gracinha e passa a mão na cabeça do filho, mas diz “da próxima vez, tenta não se machucar, tá?”. Foi basicamente isso o que o Ministério das Comunicações fez com a Anatel ao não se posicionar contrária à ideia de limitar a banda larga fixa da internet brasileira.

Os contratos vigentes precisam ser mantidos, ao mesmo tempo que não pode haver uma violação do Marco Civil da Internet como se ensaia. Mas em nota oficial, o ministro das Comunicações, André Figueredo, afirmou que “existe uma previsão regimental da possibilidade de limitar essa franquia”, ou seja, para o governo federal, está tudo bem, pois está prevista essa redução (que, dizem, é ensaiada desde 2014).

Por outro lado, o ministro alerta sobre o óbvio: não pode haver alterações unilaterais. Até porque se isso acontecer o Código de Defesa do Consumidor é fortemente desrespeitado. Figueredo reforça que a Anatel precisa “tomar decisões que protejam o usuário”. Então… não seria esta a hora do senhor ministro intervir na situação, já que impor limites para o consumo de banda de internet não favorece o usuário em nada.

O comunicado foi enviado à imprensa, e reforça que o Ministério das Comunicações acompanham as notícias sobre as operadoras acabarem com os planos ilimitados. Porém, sua preocupação se restringe aos usuários antigos. Os novos assinantes (ao que tudo indica, e pelo o que o ministro dá a entender) deverão ter que engolir as novas regras impostas pelas operadoras.

Logo, vemos o ministro das Comunicações passando a mão na cabeça da Anatel, que só será obrigada a respeitar os contratos atuais. Hoje, Oi, NET e Vivo apoiam a limitação de banda (apesar das duas primeiras não necessariamente aplicarem a punição de redução de velocidade em todos os casos, apenas naqueles que as operadoras considerem um abuso dos usuários). Delas, a Vivo afirma que os contratos anteriores a fevereiro de 2016 não serão impactados pelas medidas. Resta saber o que vai acontecer com os assinantes da GVT absorvidos pela Vivo. Em tese, os contratos, preços e condições devem permanecer os mesmos, de modo que estes clientes não devem aceitar a história de que “é um novo contrato porque compramos a GVT”. Mudanças unilaterais não podem ser aceitas.

Os novos planos não são condenados pelo governo. Não há crítica às operadoras, que ditam as regras à revelia, obrigando o usuário a aceitar não apenas  o limite de banda, mas o limite de velocidade que é praticado há muito tempo. O governo se limita a promover o Plano Nacional de Banda Larga, com velocidades ridículas e (pasmem, olha só que irônico…) limites de consumo de banda.

Por fim, só para lembrar: o brasileiro usa pouca banda de internet porque a internet no Brasil é simplesmente uma porcaria. Baixa velocidade, maior tempo para exibição dos conteúdos, menor tempo de usuário acessando outros conteúdos… menor consumo de volume de dados.

É uma conta bem simples de entender.

Via Tecnoblog

Oi lança planos Oi Total com internet, TV e telefones fixo e móvel

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A Oi apresentou hoje (28) a sua nova marca e o seu novo formato de planos conjugados, o Oi Total.

A aposta da operadora é na convergência de serviços de TV por assinatura, banda larga, celular e telefonia fixa. Agora o assinante pode contratar um plano com os serviços de sua preferência, sem ser obrigado a ter outros serviços que não vai utilizar. O novo Oi Total substitui o até agora vigente Oi Conta Total.

O novo Oi Total conta com três planos essenciais:

– Oi Total Conectado: celular, fixo ilimitado e banda larga de 10 Mb/s
– Oi Total Residencial: TV por assinatura, fixo ilimitado e banda larga de 10 Mb/s
– Oi Total Solução Completa: TV por assinatura, celular, fixo ilimitado e banda larga de 10 Mb/s

Em todas as categorias temos quatro subdivisões com variáveis de pacotes de TV por assinatura e celular: básico, intermediário, avançado e top. O modelo básico de TV conta com 118 canais (20 em HD), 250 minutos de chamadas no celular e 3 GB de dados, enquanto que a opção top oferece TV com 199 canais (65 em HD), 3 mil minutos de chamadas no celular e 10 GB de dados. A velocidade da banda larga é de livre escolha dentro dos planos, com valores adicionais de R$ 10 para 20 Mb/s, R$ 20 para 25 Mb/s e R$ 30 para 35 Mb/s.

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Todas as opções contam com acesso ilimitado ao serviço Oi WiFi, e é possível compartilhar o plano de celular com dependentes (R$ 21 por linha extra), com R$ 40 a mais por 10 GB de dados para o titular.

Os planos avançado e top da TV contam com decodificador com recurso de gravação (DVR), mas os pontos adicionais custam R$ 24,90 por decodificador adicional em todos os planos. Esse receptor passa a ser conectado na internet, permitindo o acesso ao Oi Play sem a necessidade de um computador, tablet ou smartphone.

oi-logo-2016-02A identidade visual da Oi foi reformulada, deixando de lado o tom amarelo e passando a adotar os tons gradientes em suas 70 variações de logotipo.

Os novos logotipos foram desenvolvidos para se adequarem ao mundo digital, oferecendo assim uma marca mais orgânica e fluída. A ideia é que o consumidor perceba que a Oi é agora um “multiplicador de conexões”, e não apenas uma operadora de telecomunicações.

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Via Tecnoblog

Vivo Controle Giga: novo plano controle inclui minutos para outras operadoras

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A Vivo anunciou o Vivo Controle Giga, os seus novos planos controle que incluem uma maior franquia de internet e pacotes de minutos para outras operadoras.

O novo Vivo Controle Giga chega depois de meses sem qualquer tipo de alteração nessa modalidade por parte da operadora, além de ser uma forma da Vivo em se adequar às propostas oferecidas a algum tempo por outras operadoras. São planos mais competitivos, onde o pacote de internet mínimo passa a ser de 1 GB, mais generosos dos que os 400 MB previamente oferecidos.

Aqui estão as quatro novas opções do Vivo Controle Giga:

– 1 GB, ligações ilimitadas para Vivo e Vivo Fixo, 25 minutos para celulares e fixos de outras operadoras e SMS ilimitado: R$ 39,99
– 1,5 GB, ligações ilimitadas para Vivo e Vivo Fixo, 50 minutos para celulares e fixos de outras operadoras e SMS ilimitado: R$ 54,99
– 2 GB, ligações ilimitadas para Vivo e Vivo Fixo, 75 minutos para celulares e fixos de outras operadoras e SMS ilimitado: R$ 69,99
– 2,5 GB, ligações ilimitadas para Vivo e Vivo Fixo, 100 minutos para celulares e fixos de outras operadoras e SMS ilimitado: R$ 84,99

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Como podem perceber, os saltos são de 500 GB de dados e 50 minutos de chamadas para cada plano, que tem variação de preço de R$ 15. Com a chegada dos planos fechados de minutos para outras operadoras, acabam os créditos para uso livre. Dá quase no mesmo, mas ao menos o controle do usuário é ainda maior, já que é possível verificar quantos minutos lhe restam para contactar os números que não são Vivo ou Vivo Fixo.

Como é o perfil desse plano, caso os créditos do usuário cheguem ao fim antes do período de virada do plano, é possível recarregar a linha como se fosse um número pré-pago, e seguir utilizando como minutos adicionais de chamadas para outras operadoras, no valor de R$ 0.50 o minuto (valor promocional). Vale lembrar que não há cobrança de roaming nacional para chamadas recebidas.

Via Vivo, Tecnoblog

Falsa comunicação de entrega de SEDEX 10 é usada para enviar vírus de computador

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A Štíty Tecnologia, distribuidora das soluções antivírus Avast e que possui centro de atendimento ao cliente no Brasil, identificou uma falsa comunicação de tentativa de entrega de SEDEX 10 que está sendo usada para enviar vírus de computador.

Este tipo de mensagem tem sido comum para tentar enganar o usuário de computador. A empresa orienta a não acreditar neste tipo de e-mail porque a empresa de Correios não envia qualquer e-mail informando que ela tentou localizar o destinatário. Quando o destinatário não é encontrado, a empresa de Correios envia um aviso em papel ao endereço do destinatário solicitando que a correspondência ou encomenda seja retirada na agência postal mais próxima.

Na mensagem identificada pela Štíty Tecnologia, os criminosos pedem para que o usuário clique em um link para que o destinatário possa ver o código de rastreamento da correspondência. Na verdade, o link descarrega um arquivo zip com um cavalo de troia criado para monitorar o computador e coletar informações bancárias.

“Na base de tentativa e erro, os criminosos cibernéticos acabam criando uma infinidade de e-mails maliciosos com a finalidade de instalar um código malicioso no equipamento e depois roubar dados pessoais, bancários e de cartões de crédito”, comenta Marco Rodrigues, diretor da Štíty Tecnologia. “Nunca se deve abrir este tipo de mensagem e é altamente recomendável manter seu sistema de antivírus sempre atualizado, com recurso de bloqueio de arquivos desconhecidos vindo de sites de compartilhamento de arquivos e outras fontes”, enfatiza o executivo.

Para se proteger de possíveis arquivos maliciosos no computador, smartphone e tablets, os usuários devem também adquirir ferramentas antivírus. A Stity Tecnologia oferece uma ampla linha de produtos de segurança da Avast que pode ser conhecida em stity.com.br.

Melhore a segurança de sua conexão de internet em poucos minutos

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Muitos usuários não estão satisfeitos com a segurança de sua conexão com a internet, e essa realidade tem um claro culpado na maioria dos casos: a ignorância dos próprios usuários.

A ideia de deixar uma conexão tal e como o equipamento chega em casa, com a configuração padrão do roteador e de todos os elementos que o rodeia é algo muito comum, e que em mutos casos pode causar prejuízos consideráveis. Nem todos são conscientes disso, mas é possível melhorar a segurança da conexão à internet com uma série de passos muito simples, que podem ser executados em poucos minutos.

São três conselhos práticos que você pode adotar agora mesmo.

 

1. Mude a senha padrão

É o primeiro passo, já que a senha padrão dos roteadores WiFi são publicamente conhecidas na internet, permitindo assim o acesso direto ou ser violada por ataques de força bruta. Para mudar a senha, basta entrar na configuração do roteador (com o endereço 192.168.1.1 na barra do navegador web), acessar a opção correspondente em Conexões sem Fio e proceder a mudança de senha.

 

2. Utilize a codificação WPA2-PSK AES

É a opção de codificação mais segura e com menor consumo de recursos disponível. Utilizando tal codificação acompanhado de uma senha forte (que combine letras e números com maiúsculas e minúsculas, com algum símbolo), teremos uma barreira importante, e com apenas alguns minutos.

Obviamente, isso não quer dizer que você criou um muro impossível de ser superado. Mas na maioria dos casos cumpre o que promete, freando possíveis acessos não desejados à sua conexão de internet. Também é possível configurar essa segurança a partir da interface do roteador, tal e como indicado no passo anterior.

 

3. Crie listas brancas MAC

O MAC permite a utilização dois grandes tipos de listas, as brancas e as negras. As listas brancas só permitem o acesso à conexão de internet aos dispositivos autorizados, e as listas negras permitem conectar todos os dispositivos, exceto os vetados. É mais cômodo criar uma lista branca, principalmente quando recebemos visitas em casa. Mas menos eficaz, por motivos óbvios. Ta como no caso anterior, é possível configurar pela interface do próprio roteador.

MixRadio encerra as suas atividades

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Em dezembro de 2014, a Microsoft vendeu a MixRadio, serviço de streaming de músicas gratuito herdado da compra da divisão móvel da Nokia, que teve como novo dono a japonesa Line Corporation, que por sua vez levou o aplicativo para o Android e o iOS, mantando a estratégia até então utilizada pela Microsoft/Nokia.

O MixRadio oferecia milhões de músicas via streaming totalmente de graça, incluindo uma permissão para fazer downloads para o telefone, visando uma reprodução offline, confiando no modelo de negócio de faturamento via publicidade. Ao que tudo indica, esse formato não é rentável, e o Line anunciou o fechamento do MixRadio.

O serviço não durou praticamente um ano nas mãos dos japoneses. Ainda que a compra tenha sido anunciada em dezembro de 2015, foi apenas em maio de 2015 que a Line assumiu o pleno controle do serviço, fazendo o mesmo chegar ao Android e iOS. Porém, a expansão do MixRadio não apresentou os resultados esperados.

O fechamento do serviço vai se efetuar nas próximas semanas, e acontece motivado pelo fato da Line ter outras prioridades, vendo também que é difícil crescer dentro do negócio do streaming. De qualquer forma, o Line não vai abandonar completamente o segmento, já que conta com o Line Music, que por enquanto está disponível apenas no Japão e na Tailândia.

Via Line

Primeira página da World Wide Web completa 25 anos de lançamento

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Nesse final de semana fez 25 anos que a primeira página web da história foi lançada. Ela foi criada pelo “pai” da World Wide Web, Tim Berners-Lee.

A primeira página web foi lançada pelo CERN em 20 de dezembro de 1990, mas não se tornou pública até agosto de 1991, e foi uma consequência prática da proposta da criação da WWW alguns anos antes, pelo próprio Tim Berners-Lee. A proposta era de um sistema de distribuição de documentos de hipertexto ou hipermídia interconectados e acessíveis via internet, que seria embrião da “rede de informática de âmbito mundial” que hoje usamos.

O propósito do físico britânico não era inicialmente criar uma rede global tal e como conhecemos hoje, mas sim algo muito mais simples: criar um mecanismo que evitasse a pessoa de ir de um edifício a outro na Universidade de Oxford, dando a solução à incompatibilidade de computadores de sua universidade.

PaginaWeb

A partir daí, uma vez no CERN, Berners-Lee revisou com Robert Cailliauera a proposta original, criando o que era o maior nó de internet da Europa, o primeiro navegador, o primeiro diretório Web e o primeiro servidor Web do planeta, sobre um NeXTcube. E, de quebra, criou a primeira página web, que completou 25 anos. Foi outro pequeno passo até o que conhecemos como hoje uma rede que conecta a metade dos humanos do planeta, com mais de 2 bilhões de páginas.

Via World Wide Web

A largura de banda de internet no planeta é de 5.1 Mbps

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A Akamai publicou o seu último relatório sobre o estado da internet no planeta, analisando a velocidade de conexão até o terceiro trimestre de 2015. O relatório conclui que a velocidade de conexão de internet no planeta está, em média, em 5.1 Mbps, aumentando em 14% em relação ao mesmo período do ano passado.

Um dos países que se sobressaem no relatório é o Congo, cuja velocidade de conexão média aumentou em 147% em um ano, com uma largura de banda média de 2 Mbps. Por outro lado, nem todos os países saíram ganhando: 19 países registraram queda na velocidade média de internet, com destaque negativo para o Sudão, com queda de 64% em um ano, com 1.3 Mbps de largura de banda média.

Abaixo, temos a tabela dos 10 países do planeta com maior largura de banda média, com destaque para Noruega, Finlândia e Suécia, que aumentaram a velocidade de conexão em 44%, 26% e 23%, respectivamente. Também há um destaque de queda de 19% para a Coreia do Sul em um ano, além da queda trimestral de 11%.

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Outro aspecto interessante do relatório da Akamai é a quantidade de usuários com conexões superiores a 25 Mbps. Apenas 5% dos usuários do planeta contam com uma internet acima dessa velocidades, sendo que a Coreia do Sul é a primeira posição nesse quesito, mas com uma queda de 37% na largura de banda em um ano, e 19% em relação ao trimestre anterior.

Mesmo assim uma a cada quatro conexões de internet na Coreia do Sul contam hoje com uma velocidade acima dos 25 Mbps. Mais ou menos o mesmo se repete na Suécia (19%), reforçando a força dos países do centro e norte da Europa nesse ranking, que só contam os “invasores” Coreia do Sul, Hong Kong e Japão.

Paises-con-mayor-ancho-de-banda-superior-a-25Mbps-en-el-mundo-durante-el-tercer-trimestre-de-2015

Sobre o tráfego total, há um aumento de 14% no tráfego de dados em relação ao trimestre passado, e um aumento anual de 65%, de acordo com os dados recolhidos em 180 países, que representaram mais de mil redes.

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Como o gráfico acima mostra, o tráfego de dados não para de subir, enquanto que o de voz está muito mais estagnado, com um aumento muito menos notável. As conexões através das linhas móveis foram determinantes para esse aumento galopante no tráfego de dados.

Via Akamai

Donald Trump quer fechar a internet

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Dinheiro e sanidade mental nem sempre andam de mãos dadas. E Donald Trump é uma clara prova dessa máxima.

Depois de fazer polêmicas declarações contra diferentes segmentos étnicos e religiosos, o candidato à candiado à presidência dos Estados Unidos está buscando formas de fechar a internet. Apenas isso.

Trump justifica essa defecação pela boca opinião polêmica por conta do terrorismo e do medo que paira no ar. Lembrando que ele está falando isso na terra da liberdade, e que a internet, além de meio de comunicação e entretenimento, é uma ferramenta de liberdade de expressão e pensamento.

Mas para Trump, a internet é um perigo, pois é utilizada para lavagem cerebral e recrutamento de milhares de novos terroristas, em sua maioria pessoas muito impressionáveis. O magnata também fez referência à Bill Gates, dizendo que conversou com ele para entender melhor o que está acontecendo. Mas algo me diz que Gates não concorda muito com as sandices do topetudo.

Mais uma vez o medo é usado como desculpa para eliminar uma liberdade legítima dos cidadãos. Uma medida muito mais ditatorial do que qualquer outra coisa. Algo que definitivamente não se alinha com um perfil como os Estados Unidos, que se orgulha de sua democracia e liberdade.

Via Daily Dot

Oi também aposta em mais internet e fim de chamadas diferenciadas para outras operadoras

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A Oi segue a tendência das demais operadoras (menos a Vivo) e reformulou os seus planos pós-pagos e controle, com uma maior oferta de internet e telefonia para seus clientes.

As opções dos planos pós da Oi são as seguintes:

– 250 minutos + SMS ilimitado + 3 GB – R$ 79,90
– 500 minutos + SMS ilimitado + 5 GB – R$ 99,90
– 3.000 minutos + SMS ilimitado + 10 GB – R$ 149,90

Os minutos são válidos para qualquer tipo de chamada, independente se é da Oi ou de outras operadoras, incluindo as chamadas interurbanas. Se o cliente ultrapassar o limite de minutos do plano, o valor excedente é de R$ 0.30/minuto.

Os clientes também contarão com acesso ilimitado à rede de hotspots Oi WiGi e degustação dos aplicativos Mais Música, Oi Apps Clube e Oi Segurança por um período de até seis meses (dependendo do plano contratado). É possível dividir a franquia de voz e SMS com dependentes, por R$ 21/mês. Não há compartilhamento do plano de dados.

Todos os planos pós-pagos da Oi tem fidelização de 12 meses, algo que não existe no TIM Pós, por exemplo.

O plano Oi Controle também conta com três opções:

– Ligações ilimitadas para Oi + SMS + 1 GB – R$ 34,90
– 250 minutos + SMS + 2 GB – R$ 44,90
– 500 minutos + SMS + 2 GB – R$ 54,90

Exceto no primeiro plano, todos os minutos são válidos para qualquer tipo  de chamada nacional O minuto excedente (ou para outras operadoras no plano básico) custa R$ 0.30. Os planos contam com SMS ilimitado para Oi e 500 mensagens para outras operadoras, e o acesso ilimitado ao Oi WiFi. Não há crédito livre para excedentes e outros tipos de serviços, e os novos planos Oi Controle só podem ser pagos via cartão de crédito.

Via Tecnoblog

Brasileiros com internet no smartphone chegam a 76 milhões

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O número de pessoas que usam o smartphone com acesso à internet no Brasil chegou a 76,1 milhões no terceiro trimestre de 2015. O ritmo de crescimento da posse de smartphones em 2015 foi de mais de 1 milhão de pessoas por mês, segundo a Nielsen IBOPE.

De acordo com a pesquisa, 51% dos usuários de smartphones têm o aparelho há mais de um ano. E, dos 76,1 milhões que atualmente já usam a internet no smartphone, 5% querem trocar o aparelho dentro de um mês e 12% querem um novo entre um e três meses. Segundo os dados da Nielsen, 63% do público tende a usar mais o aparelho durante a noite, das 20h às 22h. O horário do almoço (53%), 12 às 14, e do pós-trabalho (55%), também são bem requisitados.

A presença de computador com internet na casa dos brasileiros cresceu 10 vezes nos últimos 15 anos. Em setembro de 2000, 9,8 milhões de pessoas moravam em residências com computador conectado. Em 2015, esse número chegou a 95,6 milhões. Os maiores saltos ocorreram em 2004, quando os brasileiros começaram a usar mais os sites sociais e, em 2007, quando o acesso se popularizou com o aumento da renda.