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‘Meu Primeiro Gradiente’ está de volta, devidamente atualizado

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Para quem foi criança nos anos 80, o Karaokê Meu Primeiro Gradiente é um velho conhecido. Mas uma nova versão do aparelho aparece repaginada com tecnologia digital e cheia de funcionalidades que vão divertir a garotada. Agora, além do Karaokê, a empresa apresenta uma linha completa de produtos Meu Primeiro Gradiente que inclui Câmera Filmadora Digital, Tablet de 7 polegadas e Fone de Ouvido.

Com o slogan ‘Meu Primeiro Gradiente, você sabe o quanto seu filho vai gostar!’, a loja virtual da Gradiente (gradiente.com) oferece até 12 de outubro – Dia das Crianças – todos estes produtos em combos especiais, com até 20% de desconto e em 12X sem juros.

Toda a linha Meu Primeiro Gradiente vem nas cores primárias que já identificavam o Karaokê em sua primeira versão – amarelo, vermelho e azul –, e que atraem e divertem a criançada. A família Meu Primeiro Gradiente é toda pensada para os pequenos, aliando diversão e segurança, assim, seus produtos são fabricados com materiais atóxicos e anti-quedas que protegem a criança e o produto.

O destaque fica para o novo Karaokê Meu Primeiro Gradiente modelo MPG 1K que trocou a fita cassete pelo pen drive e conta com reprodutor de MP3, efeitos de voz, gravador, rádio FM, além de um pendrive exclusivo que já vem com oito canções infantis.

Já o Tablet Meu Primeiro Gradiente Tab700 MPG,possui o modo“Parental Control”,permitindo que os pais controlem o acesso dos filhos a conteúdos, e interface especialmente criada para as crianças, com aplicativos educacionais e de entretenimento já embarcados e a possibilidade de baixar novos pelo Google Play. Além de ser um excelente dispositivo, com tela de 7 polegadas, 8GB de memória (expansível até 32GB), wi-fi e câmera de 2MP, vem com uma linda e exclusiva Capa de Silicone que protege o dispositivo em possíveis quedas, já que é destinado aos pequenos.

A linha também é composta pelo Fone de Ouvido Meu Primeiro Gradiente MPG 3F-K, acessório com som estéreo, microfone flexível, acabamento acolchoado, e com um grande diferencial o controle de decibéis: 3 cabos de diferentes cores acompanham o produto e cada um libera o limite exato de decibéis recomendado para cada faixa etária.

Outro produto, pensado para os futuros fotógrafos, é a Câmera Filmadora Digital Meu Primeiro Gradiente MPG 2C com visor duplo, zoom e flash automático. Vem com cinco jogos exclusivos e capacidade para armazenar até 2.000 fotos ou 8 minutos de vídeo.

Todos os combos especiais da Gradiente podem ser adquiridos pelo e-commerce da marca (gradiente.com).
Abaixo, segue a lista das promoções e dos combos:

Promoção Dia das Crianças
Linha Meu Primeiro Gradiente em 12x sem juros
Preços Unitários
Câmera Filmadora Digital: R$ 99,00
Karaokê: R$ 349,00
Tablet 7”: R$ 449,00
Fone de Ouvido: R$ 69,00

Combos Especiais Meu Primeiro Gradiente
Todos os Combos da linha Meu Primeiro Gradiente em 12x sem juros e com até 20% de desconto.

Combo Karaokê Meu Primeiro Gradiente + tablet 7” Meu Primeiro Gradiente
18% de desconto + Frete Grátis
12x de R$ 59,85
Preços Unitários
Karaokê: R$ 349,00
Tablet 7”: R$ 449,00

Combo Tablet 7” Meu Primeiro Gradiente + Câmera Filmadora Digital Meu Primeiro Gradiente
20% de desconto
12x de R$ 41,59
Preços Unitários
Tablet 7”: R$ 449,00
Câmera Filmadora Digital: R$ 99,00

Combo Karaokê Meu Primeiro Gradiente + Câmera Filmadora Digital Meu Primeiro Gradiente
10% de desconto
12x R$ 33,25
Preços Unitários
Karaokê: R$ 349,00
Câmera Filmadora Digital: R$ 99,00

Combo tablet 7” Meu Primeiro Gradiente + Fone de Ouvido Meu Primeiro Gradiente
15% de desconto
12x R$ 42,30
Preços Unitários
Tablet 7”: R$ 449,00
Fone de Ouvido: R$ 69,00

Combo Karaokê Meu Primeiro Gradiente + Fone de Ouvido Meu Primeiro Gradiente
12x R$ 34,00
Preços Unitários
Karaokê: R$ 349,00
Fone de Ouvido: R$ 69,00

Via assessoria de imprensa (Gradiente)

Review Comparativo | Gradiente Tegra Note 7 vs LG G Pad 8.3

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Não faz muito tempo que fizemos no TargetHD o review do tablet Gradiente Tegra Note 7, modelo lançado no final do ano passado em parceria com a NVIDIA. Esse foi um dos melhores tablets que testamos em todo esse tempo no blog, e foi recomendado por nós como um dos produtos a serem considerados na sua futura compra. Um dos meus tablets de uso pessoal no momento é o LG G Pad 8.3. Logo, o comparativo entre os dois modelos era algo inevitável (e foi uma das solicitações feitas pelos leitores do blog).

O objetivo desse review não é necessariamente estabelecer qual é o melhor tablet entre os dois, mas sim qual é o mais indicado para as necessidades e objetivos específicos para diferentes usuários. Que os dois produtos são bons, isso nós já sabemos. A ideia agora é estabelecer onde os produtos podem se sair melhor em tarefas específicas. Mesmo porque a diferença de preço pode se justificar também nos objetivos de uso, e podemos economizar algum dinheiro em uma escolha mais direcionada para nossas necessidades.

 

Características Físicas

As diferenças de design entre os dois modelos são evidentes, e não apenas pela 1.3 polegada a mais de tela do modelo da LG. Os dois modelos oferecem soluções distintas e pensadas nos objetivos específicos para cada modelo. É claro que a diferença de tamanho também acaba influenciando nessas soluções, mas algumas delas são mais direcionadas para aqueles que efetivamente procuram se alinhar ao conceito geral do produto.

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Para começar, o Tegra Note 7 conta com bordas de tela mais grossas, oferecendo uma área útil um pouco menor, ainda mais levando em consideração que estamos falando de um dispositivo com tela de 7 polegadas. Nesse aspecto, o LG G Pad 8.3 aproveita melhor a sua área de tela.

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Em compensação, o Tegra Note conta com alto-falantes frontais, nas bordas superior e inferior da parte frontal do dispositivo. Se pensarmos de forma objetiva, onde o tablet da Gradiente é pensada de forma prioritária para os jogos (todo o seu hardware é otimizado para isso), essa é uma solução bem interessante e até razoável, pois aumenta a imersão do usuário durante os jogos e até no consumo de outros conteúdos.

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Já a LG optou por colocar os seus alto-falantes na parte traseira do dispositivo. Preservou a espessura do produto, mas em compensação, direciona o áudio para as costas do dispositivo, deixando o volume de som um pouco menos potente para o usuário. Ok, você pode argumentar que uma pessoa sensata usa fones de ouvido quando vai consumir conteúdos de áudio e vídeo (e você tem razão na sua forma de pensar). Mas isso não muda o fato que a escolha da Gradiente é melhor que a da LG nesse aspecto.

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Outro detalhe que o produto da Gradiente agrada é o seu acabamento externo. O Tegra Note 7 possui uma combinação de um plástico com acabamento semi emborrachado na parte traseira e nas laterais do dispositivo, o que dispensa o uso de um case protetor, e não deixa marcas de dedos no dispositivo. Diferente do LG G Pad 8.3, que apesar de apostar em uma elegância que realmente ressalta os olhos com um acabamento metálico, oferece um produto mais sujeito à riscos e marcas de uso.

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Por conta de suas escolhas de design, Gradiente Tegra Note 7 é mais espesso que o LG G Pad 8.3. No final das contas, os dois modelos oferecem um bom agarre, uma vez que a diferença de largura dos dois produtos na orientação vertical é praticamente mínima. Porém, de acordo com os objetivos específicos de cada produto, cada modelo é mais confortável para algumas tarefas em particular: ver vídeos e ler livros no G Pad 8.3 é algo excelente, enquanto que jogar usando as duas mãos no Tegra Note é uma experiência impecável. Mas falo mais sobre isso mais para frente.

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O Gradiente Tegra Note 7 possui uma porta extra (saída micro HDMI, para conexão em monitores e TVs), e todas as suas portas conectoras (micro USB e 3.5 mm) estão concentradas em um único lado do dispositivo, enquanto que o LG G Pad 8.3 separa esses itens (conector de 3.5 mm na parte superior, junto com o slot para cartões microSD, e o conector micro USB na parte inferior). Particularmente, me agrada mais a solução da LG nesse aspecto, pois tal distribuição é mais cômoda quando quero utilizar o tablet enquanto ele carrega a sua bateria.

A diferença mais evidente entre os dois produtos é a presença da caneta Stylus no Tegra Note 7, além da compatibilidade com o case protetor, que já destacamos no review.

 

Tela

Aqui temos a diferença que mais ressalta aos usuários. O LG G Pad 8.3 possui uma tela ÌPS de 8.3 polegadas Full HD (1920 x 1080 pixels), enquanto que o Gradiente Tegra Note 7 conta com uma tela IPS de 7 polegadas HD (1280 x 800 pixels). Só pelos números, podemos dizer que a tela do tablet da LG é melhor. Mas não é só isso.

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Apesar das duas telas serem do padrão IPS, de forma presencial, a tela do tablet da LG oferece uma qualidade final de imagem mais agradável, sem aquele aspecto de imagem esbranquiçada, algo que acontece de forma bem sutil no Tegra Note 7. Não estou aqui afirmando que a tela do tablet da Gradiente é pior, ou que não presta. Aliás, os usuários menos exigentes, ou que não vão colocar os dispositivos lado a lado em nenhum momento, sequer perceberão esse detalhe.

Mas é um detalhe que não pode ser ignorado.

Em compensação, a escolha da Gradiente é compreensível. Para uma melhor performance para os jogos, o melhor mesmo foi ter reduzido a resolução da tela para o padrão HD. Até porque não temos muitos jogos na plataforma Android com resolução em Full HD. Sem falar que jogos com essa resolução exigem uma maior demanda de hardware, e esse não é o mundo ideal (apesar do hardware do Tegra Note 7 ser muito bem ajustado para suas finalidades).

Em resumo: se você quer jogar, a tela do Tegra Note 7 é bem ajustada para essa finalidade. Se você quer ver vídeos ou ler no tablet, o LG G Pad 8.3 é a mais recomendada.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

Na época do comparativo, os dois tablets contavam com o sistema operacional Android na versão 4.4.2 KitKat. Onde os produtos se diferenciam nesse aspecto está nas propostas de interface de usuário dos dois tablets.

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A LG adotou a interface altamente personalizada e já conhecida pelos usuários dos seus smartphones, com algumas funcionalidades que já são parte da assinatura da empresa (Knock On, Quick Memo, QSlide, Quick Remote, etc). Obviamente, não entrega a mesma experiência de uso de uma interface pura, e em alguns aspectos pode comprometer o desempenho em algumas atividades mais pesadas.

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Já a Gradiente optou por uma interface muito mais próxima daquela proposta pela Google, com pouquíssimas customizações. As poucas modificações feitas são as adições das funções que estão relacionadas ao uso do controle via Bluetooth, da caneta Stylus que já acompanha o produto, e outros recursos menores (loja de jogos e aplicativos da NVIDIA, apps diversos, etc).

Particularmente, me agrada mais a proposta da Gradiente, com um Android mais “puro” (tanto, que adotei no meu G Pad 8.3 a interface Google Now Laucher tão logo ela ficou disponível para os demais dispositivos Android). E, tal e como já afirmei antes, uma interface menos customizada é a melhor para quem quer dedicar a maior parte do seu tempo para o consumo de jogos e atividades mais pesadas.

 

Câmera

Mais uma vez eu tenho que destacar aqui que, na minha opinião, as câmeras em tablets estão presentes nesse tipo de dispositivo “para constar”. Se você quer tirar fotos, use um smartphone ou uma câmera digital dedicada. Além de não ser algo elegante, a qualidade final das fotos registradas em um tablet não está nem perto daquilo que pode ser considerado algo razoável.

Foto com a câmera do LG G Pad 8.3

Foto com a câmera do LG G Pad 8.3

Dito isso, em linhas gerais, os dois tablets contam com câmeras que seguem as regras do parágrafo anterior. No máximo você pode compartilhar as imagens nas redes sociais, mas com grandes chances de passar vergonha pela qualidade das fotos. De novo: entendo que nem os fabricantes dos dispositivos apostam que a câmera será um diferencial para alguém comprar um tablet. É adicionado mesmo para ser uma opção a mais para o usuário, mas não o motivo principal para escolher um determinado modelo.

Foto com o Gradiente Tegra Note 7

Foto com o Gradiente Tegra Note 7

Colocando lado a lado o resultado final das fotos, posso dizer que os sensores da LG conseguem oferecer uma imagem um pouco melhor. Porém, não muito. E, mesmo assim, só com a ajuda de um software de terceiro. No aplicativo nativo dos dois tablets, o resultado final das imagens se equivalem.

O sensor frontal dos dois dispositivos só servem mesmo para as videochamadas, e o modelo da LG também consegue oferecer melhores resultados nesse item.

 

Games

Toda a aposta da Gradiente/NVIDIA é feita em cima de oferecer um produto que tem como prioridade oferecer a melhor experiência possível na execução de jogos. E eles conseguiram isso.

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A eficiência do conjunto do processador NVIDIA Tegra 4 (ARM Cortex-A15 quad-core) e da GPU GeForce de 72 núcleos é tamanha, que ofato do produto contar com apenas 1 GB de RAM não impede que o dispositivo ofereça uma excelente experiência na execução dos mais diferentes jogos. É o dispositivo recomendado para essa tarefa, cumprindo o que promete na oferta de um desempenho impecável na execução dos games.

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O LG G Pad 8.3 também é eficiente na hora de rodar jogos. Particularmente, nunca tive maiores problemas ao rodar qualquer título no G Pad, até mesmo os mais pesados (Madden 25, Real Racing 3, Dead Trigger 2, etc). Porém, além do dispositivo da LG oferecer uma experiência de uso mais fluída e conveniente para essa finalidade, o Tegra Note possui os complementos pensados nos jogos, principalmente o aplicativo para conexão do controle via Bluetooth.

Para resumir: você consegue jogar bem nos dois tablets, mas você faz isso melhor no tablet da Gradiente.

 

Multimídia

Aqui, a tela do LG G Pad 8.3 faz toda a diferença. Os dois modelos contam com um excelente hardware para reproduzir os conteúdos multimídia, mas o resultado final das imagens reproduzidas pelo G Pad 8.3 é naturalmente superior. Cores mais agradáveis, maior nitidez, e todos os benefícios que uma tela com resolução Full HD podem oferecer.

Mais uma vez, destaco que em nenhum momento afirmo aqui que o Tegra Note 7 não possui eficiência ou qualidade para reproduzir os conteúdos de fotos, vídeos e músicas. Porém, assim como ressaltei na parte dos jogos, os resultados são melhores no G Pad, de forma inevitável. Aí, resta saber se o consumo de fotos e vídeos é a sua prioridade.

 

Bateria

Não fizemos testes comparativos diretos, mas do que pudemos detectar pelo uso prático dos dois produtos, o Tegra Note 7 apresentou uma tendência em oferecer uma autonomia de bateria maior que o LG G Pad 8.3. Aqui, temos um conjunto de hardware que trabalha melhor com o gerenciamento de bateria, além de uma tela menor, o que acaba influenciando decisivamente na autonomia, de um modo geral.

Bateria do Gradiente Tegra Note 7

Bateria do Gradiente Tegra Note 7

Até mesmo em tarefas que exigem que a tela fique ligada por mais tempo (leitura de livros, navegação na internet, games, vídeos, etc), o modelo da Gradiente promete uma autonomia um pouco maior. Levando em consideração os ajustes que cada usuário deve fazer para um consumo de conteúdo mais agradável, o tablet da LG tende a consumir mais rapidamente a sua bateria.

Bateria do LG G Pad 8.3

Bateria do LG G Pad 8.3

Detalhe: o LG G Pad 8.3 possui uma bateria de 4.600 mAh, enquanto que o Tegra Note 7 possui uma bateria de 4.100 mAh. Levando em conta suas diferenças de tamanho de tela, podemos dizer que os dispositivos se equivalem nessa distribuição de recursos localizados.

 

Desempenho

Aqui, os dois produtos “empatam”. Em linhas gerais, o desempenho do LG G Pad 8.3 e do Gradiente Tegra Note 7 é igualmente eficiente para os usuários com as necessidades mais básicas. Para quem quer um dispositivo que, de forma prioritária, seja competente para ver vídeos no YouTube, ler feeds das redes sociais, alguns jogos mais básicos e outras tarefas descompromissadas, os dois produtos são eficientes, com resultados mais que satisfatórios para esse grupo de usuários.

Para tarefas mais específicas, podemos encontrar uma divisão de forças. O LG G Pad 8.3 é excelente para vídeos em HD, leitura de livros, navegação na internet, e para atividades onde a imagem reproduzida será o ponto de maior ênfase. Já o Gradiente Tegra Note 7 é pensado para quem quer ver vídeos de forma mais ocasional, para quem pensa em reproduzir os conteúdos exibidos no dispositivo na tela da TV (se bem que o G Pad também pode fazer isso, e de modo sem fio), e principalmente, para quem gosta dos jogos.

Os dois tablets contam com um desempenho excelente. A grande diferença aqui está muito mais na experiência de uso que você quer ter no dispositivo.

 

Preço

Esse é um fator que pode ser decisivo para muitos usuários na hora da compra. Enquanto que o Tegra Note 7 só é encontrado no site da Gradiente para compra, com o preço inicial sugerido de R$ 999 (eventualmente você pode encontrar em outros sites menores – como o KaBum – com preços menores), o LG G Pad 8.3 sofreu uma forte redução de preço, e em promoções realizadas por grandes e-commerces nacionais, o produto pode ser encontrado por R$ 587.

É uma diferença considerável para quem pretende comprar um dos dois produtos.

 

Conclusão

Estamos diante de dois dos melhores tablets do mercado nesse momento. É evidente que outros modelos foram lançados (principalmente a Samsung, que apresentou no Brasil o ótimo – e com preço proibitivo – Tab S), mas a relação custo/benefício dos dois dispositivos continua a ser algo excelente. São produtos com um desempenho muito bom para aquilo que eles se propõem a fazer, e as diferenças apresentadas nos dois modelos não anulam uma opção em relação à outra. Apenas enfatiza que os produtos são pensados em grupos de usuários específicos.

Review | Gradiente Tegra Note 7

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No final do ano passado, a Gradiente apresentou no Brasil o Tegra Note 7, tablet desenvolvido pela NVIDIA e que seria distribuído por parceiros nos diferentes mercados ao redor do planeta. É uma estratégia semelhante ao que a Google adotou com a linha Nexus, com a diferença que a gigante de Redmond escolheu um fabricante fixo, e a NVIDIA fabricou o seu produto, deixando para os seus parceiros a sua distribuição.

Desde a sua primeira aparição, o objetivo com o projeto Tegra Note 7 era oferecer um produto que oferecesse um desempenho otimizado para os jogos e tarefas de alta performance. Mesmo assim, a ideia também era oferecer um produto que fosse funcional para a maioria das tarefas de produtividade, e sem pesar muito no preço. A Gradiente oferece o produto no Brasil (sem acessórios) por R$ 999, um preço convidativo, principalmente por aquilo que promete oferecer.

Porém, a concorrência é pesada nesse segmento. Por regra, o consumidor olha primeiro para o fator preço, e já temos muitos tablets custando menos que isso (mesmo com um hardware mais modesto que o Tegra Note), que podem ser tão eficientes para tarefas gerais. Se será tão bom para os games, é outra história.

Esse review tem como objetivo descobrir se o Gradiente Tegra Note 7 é um produto que pode atender ao grande público, ou se o valor cobrado é mais pensado mesmo no nicho dos gamers. É uma ótima oportunidade para descobrir se finalmente estamos diante da proposta do “mais é mais mesmo”.

 

Características Físicas

Um tablet de 7 polegadas faz todo o sentido do mundo quando seguramos o produto. É o tamanho ideal para quem quer utilizar com uma das mãos na maior parte do tempo, ou para quem quer ter um bom apoio na orientação horizontal. E é exatamente isso que o Gradiente Tegra Note 7 oferece. Com um tamanho ajustado, sua pegada é agradável e confortável para as diferentes atividades propostas para o dispositivo.

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Outro ponto que agradou muito no manuseio do produto foi o seu acabamento traseiro. Combinando partes com plástico em black piano e material com textura emborrachada, o dispositivo consegue ficar bem firme nas mãos, não dando a sensação que o produto pode escorregar a qualquer momento das mãos do usuário. Além disso, essa combinação consegue passar a sensação visual de um produto com um design mais agressivo, que pensa mesmo no apelo para o público gamer.

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O tablet conta com um slot para a caneta stylus (que acompanha o produto), que fica bem integrado ao seu design, sem deixar partes sobressalentes, que podem incomodar no seu manuseio convencional. Também não são detectadas partes móveis no dispositivo, algo que é sempre bem vindo.

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A stylus possui uma ponta emborrachada e fina, que não só é boa para o manuseio com a interface, mas também para atividades de escrita (os resultados podem variar de acordo com o aplicativo que você está utilizando). O Gradiente Tegra Note 7 conta com aplicativos pré-instalados para o usuário trabalhar com a stylus (o tablet identifica quando você remove a stylus do seu corpo, e abre uma janela questionando qual app você quer utilizar.

Talvez o fato do slot da stylus ficar na parte inferior do produto (levando em consideração a sua orientação vertical) pode incomodar alguns usuários mais receosos. Porém, essa stylus fica tão bem presa ao corpo do dispositivo, que passa a ser realmente  muito difícil que esse acessório caia do corpo do tablet. Pode ficar tranquilo sobre isso.

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Outra decisão interessante no design do Gradiente Tegra Note 7 é a presença dos alto-falantes na parte frontal do dispositivo. Apesar de  muitos usuários não dispensarem os fones de ouvido na hora de consumir conteúdos com tablets e smartphones, levando em consideração que esse produto é pensado de forma prioritária nos gamers, a decisão tem a sua razão de ser. O som direcionado para o jogador aumenta a sensação de imersão em alguns títulos.

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O Gradiente Tegra Note 7 chamou a minha atenção por ser uma proposta robusta no design, porém, agradável. Me agrada mais ter um produto com essa proposta, justamente por ser mais “geek” em linhas gerais. É um modelo que reflete melhor o espírito de um usuário de tecnologia. Sem falar na qualidade de sua construção, que é excelente.

 

Acessórios

Além dos itens tradicionais (cabo microUSB e adaptador para rede elétrica), a Gradiente mandou para cá dois itens que fazem parte de uma segunda opção de venda do produto, em formato de kit complementar. O Gradiente Tegra Note 7 pode ser adquirido com uma caneta adicional Direct Stylus com seis pontas complementares, e da capa protetora para o tablet. Esses itens também podem ser adquiridos em separado.

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A Direct Stylus é exatamente a mesma que já acompanha o tablet, mas com seis pontas adicionais para diferentes finalidades. Como o próprio tablet oferece aplicativos que permitem a interação com a caneta, o usuário pode aproveitar o acessório para realizar interações com o produto com diferentes formatos de desenho e escrita. Sem falar que sempre existe a possibilidade da instalação de outros aplicativos para essa finalidade. É o usuário que vai encontrar o melhor uso para essas pontas adicionais.

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No caso da capa protetora, ela não só protege a tela do dispositivo, mas ela também tem uma função “smart”. Tal como já vimos em outros dispositivos, quando deslocamos a capa protetora para revelar a tela protetora do tablet, a mesma é acionada automaticamente. Se você fecha essa capa, a tela é desligada automaticamente. É um recurso bacana, não só pela comodidade, mas pela suposta economia de bateria oferecida. Pode não parecer, mas acaba fazendo a diferença na prática.

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A instalação dessa capa protetora é relativamente simples. Você precisa remover uma espécie de friso plástico na lateral do dispositivo, e insere a capa no slot que vai ficar disponível para a instalação do acessório.

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Além da função de proteger e acionar a tela automaticamente, a capa protetora também atua como suporte para o próprio tablet, permitindo posicionar o dispositivo em pelo menos duas posições: uma para interação com o tablet para interação com redes sociais e manipulação com a stylus, e outra para consumo de conteúdo (visualização de vídeos e execução de jogos – com o uso do controle Bluetooth).

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Essa capa protetora aproveita o material traseiro semi-emborrachado do tablet para melhor fixar o seu apoio para as duas posições a serem adotadas, tornando o uso do acessório algo ainda mais prático e funcional.

 

Tela

O Gradiente Tegra Note 7 possui uma tela HD IPS LCD com retro-iluminação LED de 7 polegadas (1280 x 800 pixels). É uma tela boa o suficiente para reproduzir com competência a grande maioria dos títulos disponíveis para o sistema operacional Android, não só para a interface de usuário, mas principalmente para jogos e vídeos, que é o que realmente interessa nesse caso.

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É uma tela que tecnicamente é melhor do que os seus principais concorrentes com a mesma dimensão de tela, porém, oferece um elevado nível de reflexão, o que pode ser um incômodo quando utilizado em ambientes bem iluminados ou ao ar livre. Mas isso não chega a ser um incômodo. Entendo que a maioria dos usuários casuais e até mesmo os gamers mais pacientes não vão se incomodar com esse detalhe.

O que realmente importa é que essa tela é competente para as necessidades casuais e específicas. Mesmo com a impressão que as cores ficam levemente “lavadas” com o brilho no máximo, os resultados de imagens exibidas são razoáveis. O seu toque na tela é muito bom (e precisa ser, para as atividades de games), e é mais do que suficiente para garantir as suas horas de leitura e visualização de vídeos.

Alguns poderão estranhar ou até mesmo entender que um produto como esse merecia uma tela melhor. Eu penso diferente. Não seria tão válido adicionar uma resolução Full HD em uma tela com esse tamanho (já acho estranho ver resoluções maiores em smartphones), e o slogan que a Gradiente utiliza para promover o produto é “o tablet mais rápido do mundo”. Tenha sempre isso em mente enquanto lê esse review.

 

Sistema Operacional e Interface de Usuário

Aqui, temos uma pequena história para contar. Quando o Gradiente Tegra Note 7 chegou até aqui, ele contava com o sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean. Assim que eu liguei o produto, recebi a notificação para o Android 4.3 Jelly Bean. Logo depois desse update, mais uma notificação, agora para o Android 4.4.2 KitKat. E depois dessa atualização, ainda recebi três updates menores da própria NVIDIA.

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Tudo isso tem um lado positivo. Mostra que a NVIDIA/Gradiente teoricamente são capazes de oferecer um suporte minimamente adequado para o seu consumidor, entregando não só atualizações para as versões mais recentes do Android, mas também correções e melhorias para os recursos que são específicos do produto deles.

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Dito isso, o Android 4.4.2 KitKat presente no Gradiente Tegra Note 7 é mais próxima do Android puro, com pouquíssimas customizações. Na verdade, a ideia geral da interface é a mesma adotada pela Google, e isso garante uma experiência de uso mais limpa e próxima do ideal. Não falo tanto do quesito desempenho, pois o conjunto de hardware é suficiente para oferecer uma performance limpa para o dispositivo.

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As poucas modificações presentes no Tegra Note 7 estão presentes em algumas funcionalidades inteligentes que já destacamos nesse review, associadas aos acessórios do produto (capa protetora inteligente, detecção da caneta stylus desconectada do corpo do dispositivo, aplicativos específicos da NVIDIA, etc). Dos recursos e funcionalidades gerais do sistema operacional, praticamente não se identificam mudanças.

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Qualidade de Áudio

Um dos diferenciais do Gradiente Tegra Note 7 é posicionar os seus alto-falantes na parte frontal do dispositivo. A ideia aqui é que enquanto o usuário estiver assistindo os seus vídeos ou rodando os jogos, o som seja projetado para frente, aumentando a imersão durante essa experiência multimídia.

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Durante os testes, pudemos avaliar essa característica na prática. De fato, comparado com modelos de outros fabricantes (que normalmente apostam em posicionar o seu único alto-falante na parte traseira), o Tegra Note 7 oferece um volume de áudio superior. Alguns podem entender que quando assistimos vídeos no tablet ou smartphone, para não incomodar as outras pessoas, o ideal é utilizar fones de ouvido com o dispositivo. Eu concordo com isso. Mas nem por isso a escolha feita no produto da Gradiente é menos importante, ou que não mereça ser destacada.

É claro que não podemos exigir do dispositivo uma qualidade de áudio impecável. Pelas suas próprias características, o áudio reproduzido é completamente dominado pelos agudos, e os graves são esquecidos. Porém, entendo que tal característica também está presente na maioria dos tablets que já testei, e que oferecer um áudio mais forte e direcionado já é um ganho bem interessante para a maioria dos usuários.

 

Câmera

Em outras oportunidades, eu afirmei nesse blog que câmeras fotográficas estão presentes nos tablets por uma questão de mera convenção e formalidade. No meu entendimento, os tablets não são os dispositivos recomendados para registrar fotos. Mas estão presentes para ser uma opção. Eu investiria mais nas câmeras frontais, pensando nas videochamadas, que são mais úteis nesse tipo de produto.

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Dito isso, o Gradiente Tegra Note 7 não é diferente da maioria dos dispositivos que testamos. O seu sensor traseiro de 5 megapixels registra fotos razoáveis em ambientes com luz natural e boa luminosidade.

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Nas fotos capturadas com luz artificial, a grande quantidade de ruído se faz presente, deixando a qualidade de imagens abaixo do razoável. Mas tal característica encontramos nos sensores de outros tablets. É como eu disse antes: câmeras traseiras em tablets não são lá muito úteis se você não pode tirar fotos de qualidade minimamente razoável em diferentes situações.

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O aplicativo de câmera até se esforça em oferecer recursos diferenciados, como por exemplo HDR, sistema de estabilização de imagem, foco por um único toque, nivelador na tela, entre outros. Porém, tais recursos pouco são efetivos no registro de imagens, por conta do tablet contar com um sensor simples, com baixo poder de captação de imagens.

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A câmera frontal possui uma resolução VGA, e só serve mesmo para o usuário realizar as videohamadas eventuais com aplicativos compatíveis com tal funcionalidade. Ou seja, esqueça aqui as selfies. A qualidade é a mais simples possível, e os resultados ficam bem abaixo do satisfatório para a finalidade fotográfica.

 

Games

O principal objetivo do Gradiente Tegra Note 7 é ser o melhor tablet do mercado para os gamers. E podemos dizer que o produto cumpre essa missão com louvor.

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Nesse quesito, podemos ver claramente como a combinação de hardware com um software praticamente puro oferece resultados excelentes na hora de executar jogos de todos os tipos. Desde os mais simples até os mais pesados, todos os títulos testados funcionaram muito bem. E isso considerando o fato desse tablet contar com apenas 1 GB de RAM, o que poderia significar problemas de gerenciamento de memória e execução dessas tarefas.

Não podemos deixar de dar crédito para o processador quad-core NVIDIA Tegra 4 com GPU de 72 núcleos. Tal combinação faz toda a diferença na execução dos jogos, pois você não sente pontos de engasgo ou travamentos durante as partidas. Tudo foi realmente pensado para que a experiência nos games fosse a melhor possível.

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Alguns jogos (como o Real Racing 3) possui o suporte para controle Bluetooth, outro importante diferencial do Tegra Note 7. Em outros dispositivos, você precisa instalar um aplicativo específico para acionar esse recurso. No tablet da Gradiente, ele já vem configurado de forma prévia, acionando automaticamente de acordo com o título. O recurso não é acionado em todos os títulos, e como não possuo um controle compatível, não testamos o recurso.

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Também vale a pena destacar nesse review o momento “o outro lado da moeda”. Se por um lado a tela do Tegra Note 7 possui “apenas” uma resolução HD, por outro lado, essa resolução é mais que suficiente para rodar – e muito bem – a esmagadora maioria dos jogos disponíveis para a plataforma Android. Mais do que isso poderia resultar em uma perda de performance para os jogos. Logo, a escolha da NVIDIA nesse aspecto foi acertada.

E por tudo isso que relatei nos parágrafos anteriores, eu digo que o Gradiente Tegra Note 7 é, definitivamente, um tablet que tem tudo para agradar em cheio os gamers de plantão. É um conjunto muito equilibrado para essa finalidade.

 

Bateria

Esse é um item que pode dividir opiniões. Para um uso considerado regular (acionamentos eventuais para leitura de redes sociais e e-mails, WiFi acionado o tempo todo, jogos e vídeos por alguns minutos eventuais, etc), os 4.100 mAh da bateria do Gradiente Tegra Note 7 são mais que suficientes para oferecer, pelo menos, dois dias de uso sem precisar chegar perto do carregador. É uma autonomia bem satisfatória para a maioria dos usuários.

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Porém, o Tegra Note 7 é um produto claramente focado para um público mais exigente: os gamers. E a atividade de games não só exige um tempo maior de tela ligada, mas também uma demanda maior do processador, GPU e memória. Nesse sentido, a NVIDIA fez um trabalho muito competente (levando sempre em consideração o poderio técnico do seu conjunto processador + GPU). É claro que com tarefas que exigem um pouco mais dos seus componentes, o consumo dessa bateria é maior. E isso é absolutamente normal.

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Que fique claro que o consumo não é o mesmo dos seus concorrentes. O Tegra Note 7 é mais eficiente na gestão do consumo de energia, inclusive contando com recursos para gerenciamento de consumo que podem ser configurados pelo próprio usuário, através do item Economia de Energia.

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A Gradiente informa que a bateria do dispositivo pode alcançar uma autonomia de até 10 horas de reprodução de vídeos em HD. Isso até é possível, mas se o usuário realizar alguns ajustes específicos no dispositivo, como reduzir a performance do processador, o brilho da tela, entre outros itens que afetam diretamente no consumo de energia da bateria.

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Armazenamento e Desempenho

Com 16 GB de armazenamento interno, podemos dizer que é possível “brincar um pouco mais” com o Gradiente Tegra Note 7, no que se refere à instalação de aplicativos e jogos. Mais ainda quando o dispositivo possui uma memória expansível via microSD de até 32 GB. Alguns dos seus concorrentes não possuem essa possibilidade, e isso é algo que você deve considerar – e muito – na hora de escolher o seu dispositivo nessa faixa de preço (até R$ 1.000).

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Somando esse detalhe com todos os demais já descritos nesse review, o desempenho desse tablet é excelente. Contando com um Android com uma interface limpa, com pouquíssimas customizações, e devidamente atualizado, a performance do dispositivo consegue chamar a atenção dos mais céticos, oferecendo uma experiência de uso excelente para todos os tipos de atividades.

Não foi percebido engasgos nas transições de tela da interface, ou mesmo nos jogos e aplicativos testados. O sistema sempre respondeu de forma impecável os comandos, e toda a experiência ofertada pelo produto se mostrou muito positiva. E mais uma vez, lembro que afirmo tudo isso em um dispositivo com apenas 1 GB de RAM, o que reforça a qualidade do processador NVIDIA Tegra 4 com  PU GeForce de 72 cores e CPU ARM Cortex- A15 quad-core. É um conjunto realmente muito competente. 

 

Conclusão

O Gradiente Tegra Note 7 é um tablet pensado para todos os tipos de usuários. Principalmente para os gamers? Sim, com toda a certeza. Mas entendo que a maioria dos usuários que querem um bom tablet para as tarefas do dia a dia ficarão mais do que satisfeitos com tudo aquilo que o produto pode oferecer. Afinal, a maioria deseja um tablet que funcione, e bem. E isso, o Tegra Note 7 é capaz de fazer com grande facilidade.

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Destacamos por diversas vezes que o forte do produto é o seu conjunto de hardware e software. O resultado entregue por essa combinação é muito competente, e próximo daquilo que eu entendo ser a experiência Android ideal. E pelo valor de R$ 999 (sem acessórios), é uma excelente relação custo/benefício para os mais diferentes tipos de usuários.

Os seus “contras” (qualidade de tela e baixa quantidade de RAM) são irrelevantes diante de seus prós. Para a maioria dos usuários, são dois itens que passarão desapercebidos diante de todo o potencial que o dispositivo possui. É altamente recomendado para quem quer se certificar que vai receber uma experiência de uso de alta qualidade.

 

Review em Vídeo

Mais fotos

Características físicas e acessórios

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Fotos registradas pelas câmeras (frontal e traseira)

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Screenshots

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Gradiente Tegra Note, o “tablet Android mais rápido do mundo”, começa a ser vendido no Brasil (finalmente)

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Depois de quase cinco meses do seu anúncio para o Brasil, o tablet Gradiente Tegra Note, também destacado como “o tablet Android de 7 polegadas mais rápido do mundo” (de acordo com a própria Gradiente), começa a ser vendido no mercado brasileiro.

O dispositivo tem como principal diferencial a presença do processador NVIDIA Tegra 4, que promete uma máxima performance, com um melhor gerenciamento de bateria e custo reduzido em relação aos seus principais concorrentes. O tablet conta ainda com alto-falantes frontais, caneta do tipo Stylus e autonomia de bateria de até 10 horas de uso.

O tablet de 7” Android mais rápido do mundo está disponível para venda a partir de hoje, dia 11 de março. Ele possui diferentes inovações tecnológicas, entre elas o alto desempenho proporcionado pelo processador NVIDIA Tegra 4, som frontal, tecnologia stylus e bateria com autonomia de até 10 horas.

Além do tablet, o Gradiente Tegra Note já conta com uma linha de acessórios para complementar as possibilidades do usuário. Um case protetor (R$ 145) e uma caneta DirectStylus (99) já estão disponíveis para compra no site da Gradiente.

O Gradiente Tegra Note também se destaca por sua câmera traseira de 5 megapixels (com HDR), que conta com recursos como “clique para seguir”, permitindo o foco em qualquer objeto em movimento, além da captura de vídeo em câmera lenta (100 frames por segundo). O produto também oferece acesso à NVIDIA TegraZone, que oferece jogos otimizados para o processador Tegra 4, além de edição de PDFs, atualização do Android via OTA (Over the Air) diretamente da NVIDIA, entre outros recursos.

O Gradiente Tegra Note chega ao mercado brasileiro ao preço de R$ 999,00 ou em até 10 vezes sem juros de R$ 99,90, e está disponível para entrega em todo o Brasil. Para comprá-lo, basta acessar o site oficial da marca.

 

Especificações Técnicas

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Via Blog NVIDIA Brasil

O Gradiente “iphone” com Android 4.2.2 chega ao mercado brasileiro (e não é barato)

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Lembra desse aqui? Pois é. Aquele modelo que a Gradiente chama de “iphone”, o C600, finalmente chegou ao mercado brasileiro, para aproveitar o período de vendas do final do ano. O modelo foi apresentado no Brasil em julho (clique aqui para ler), mas só agora chega às lojas do varejo nacional. Seria talvez pela reformulação da estratégia da empresa (a.k.a. problemas de utilização da marca iphone no Brasil)?

De qualquer forma, a Gradiente cumpriu, em partes, o que prometeu na época do anúncio do dispositivo: um smartphone mais barato que “a concorrência” (ou o iPhone da Apple). O C600 tem preço sugerido de R$ 1.500. Quando o produto foi anunciado, eu imaginava um valor de aproximadamente R$ 1.300, o que torna o produto um pouco mais caro do que o considerado ideal para ser atrativo dentro das suas características técnicas.

O que não quer dizer que (teoricamente) a Gradiente não ofereça um produto de linha média razoável. O Gradiente iphone C600 possui uma tela de 5 polegadas HD (1280 x 720 pixels), processador Qualcomm Snapdragon S4 dual-core de 1.4 GHz, 8 GB de armazenamento (expansíveis via slot para cartões microSD de até 32 GB), câmera traseira de 13 megapixels, rádio FM e sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean. Como não pode deixar de ser, o lançamento possui dois slots para SIM cards, para aqueles que desejam economizar na hora de realizar chamadas com diferentes operadoras.

Ou seja, na teoria, ele não é tão ruim assim. Mas é caro demais diante dos seus concorrentes, que possuem um hardware melhor, com um preço menor.

O Gradiente iphone C600 está disponível para compra para os clientes que fizeram cadastro no site da Gradiente desde o dia 05/12, e a partir de agora, ele pode ser adquirido pelo público em geral. Com produtos desse porte, a Gradiente pretende alcançar os 10% do mercado de smartphones do Brasil.

Boa sorte. Vão precisar.

Via IDG Now

Gradiente Tegra Note TB 750, o “tablet mais rápido do mundo”, é anunciado oficialmente no Brasil

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A Gradiente recentemente recebeu notoriedade pelas polêmicas com um certo nome de um determinado produto muito famoso, cujo nome começa com a letra “i”. Nesse caso, o nome está OK, mas o adjetivo pode ser um tanto arriscado para esse segmento. De qualquer forma, a partir do dia 25 de outubro, o tablet Gradiente Tegra Note TB 750, “o tablet mais rápido do mundo” (segundo palavras da Gradiente, que fique bem claro), começa a ser comercializado no mercado brasileiro.

O produto é resultado de uma parceria entre a Gradiente com a NVIDIA, e se destaca por contar com um processador NVIDIA Tegra 4 e a tecnologia Stylus. O modelo também promete uma maior qualidade de áudio e gráficos, além de uma bateria com autonomia de uso de até 10 horas. Outro destaque do modelo é a presença do sistema operacional Android em estado puro (se informar qual versão – supomos que seja, pelo menos, o Android 4.2.2 Jelly Bean), sem nenhuma customização da interface de usuário, e com o selo Google de produto licenciado.

O Gradiente Tegra Note TB 750 possui as principais características técnicas:

– processador NVIDIA Tegra 4 com GPU GeForce com 72 núcleos, gerenciados por uma CPU ARM Cortex-A15 quad-core.
– tecnologia DirectStylus da NVIDIA, para utilização de uma caneta Stylus (inclusa no kit de venda), para escrita, desenhos e anotações (com a ajuda de aplicativos pré-instalados)
– tecnologia PureAudio da NVIDIA, que oferece uma maior faixa de frequência de áudio, além de alto-falantes frontais estéreo e saída exclusiva para os sons graves
– câmera com recurso HDR integrado e arquitetura de fotografia NVIDIA Chimera, além de captura de vídeos a 100 FPS em câmera lenta
– NVIDIA TegraZone (central de jogos otimizados para o processador Tegra)
– bateria com autonomia prometida de até 10 horas de reprodução de vídeos em HD

O produto será demonstrado durante a Brasil Game Show 2013, entre os dias 26 e 29 de outubro, em São Paulo. Seu preço sugerido é de R$ 999,00.

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Via Blog NVIDIA

Novo “iphone” da Gradiente é anunciado: Gradiente iphone C600

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Tal como prometido pelo próprio fabricante nas últimas semanas, a Gradiente anunciou oficialmente o seu novo “iphone” (é sempre bom colocar algumas aspas, para não deixar margens para dúvidas). O Gradiente iphone C600 chega ao mercado como uma tentativa de oferecer um Android com características de smartphone top de linha, combinado com o argumento de ter “a metade do preço do concorrente” (a.k.a. o iPhone da Apple).

O Gradiente iphone C600 chega ao mundo com uma tabela de especificações técnicas que o coloca em pé de igualdade com outros modelos Android dual-chip com características “premium”. Possui um processador dual-core de 1.4 GHz, tela de 5 polegadas com resolução HD (1280 x 720), 8 GB de memória para armazenamento (expansível via slot para cartões microSD de até 32 GB, câmera traseira de 13 megapixels e sistema operacional Android 4.2.2 Jelly Bean.

O anúncio do smartphone foi feito através de um vídeo publicado no canal oficial da Gradiente, onde eles destacam os principais diferenciais do seu “iphone” para o “concorrente”. Em nenhum momento a Gradiente deixa claro em sua campanha que eles estão falando do smartphone da Apple, mas para bom entendedor, meia palavra basta, não é mesmo?

Um dos principais chamarizes da Gradiente para o seu “iphone” é o preço. O modelo C600 tem previsão de lançamento para o mês de outubro, mas não tem preço anunciado. A única coisa que a empresa destaca é que ele vai custar “a metade do preço do concorrente”.

Supondo que esse concorrente é o iPhone, outra pergunta surge: vai ser a metade do preço… mas de qual versão do iPhone? iPhone 4? iPhone 4S? iPhone 5? Se for pelo valor do modelo mais avançado, ele deve chegar ao nosso mercado na faixa de preço de aproximadamente R$ 1.300, pelo menos.

Abaixo, segue o vídeo do lançamento do novo “iphone” da Gradiente.

INPI confisca marca iphone no Brasil, que pode ir a leilão (ATUALIZADO)

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ATUALIZADO em 24/04/2013 @ 20h55: a Gradiente conseguiu reverter na Justiça o pedido de apreensão da marca “iphone” por parte do INPI. Segundo o G1, o pedido do Banco do Brasil para pagamento da dívida com o valor da venda da marca (é bom deixar isso bem claro) foi feito a mais de um mês. Nesse meio tempo, Apple e Gradiente tentaram resolver suas diferenças durante 30 dias, negociando um acordo comum, algo que não aconteceu. Só hoje (25) a ação se tornou pública, porém, o próprio presidente da IGP Eletrônica, Eugênio Staub, afirma que a empresa entrou com um recurso contra o despacho da INPI, que foi aceito, suspendendo assim o arresto previsto no despacho. A seguir, a notícia original, na íntegra.

Se você pensava que a briga entre Gradiente e Apple sobre a propriedade da marca “iphone” no Brasil tinha sido esquecida, leia esse post com atenção. O INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) publicou um despacho hoje (24) de uma decisão jurídica, confiscando por tempo indeterminado o direito da marca “iphone” para a Gradiente.

A medida é cautelar, e é o resultado de um processo acionado pelo Banco do Brasil (como assim?) contra a a IGB Eletrônica, que por sua vez, é dona da Gradiente. O presidente da IGB, Eugênio Emílio Staub, também é citado no processo, e segundo o documento, a Gradiente deve ao Banco do Brasil o valor de R$ 947 mil, que poderão ser pagos com o valor da venda da marca “iphone”, uma vez que essa marca é considerada um bem negociável no Brasil.

No despacho, o INPI deixa claro que o nome “iphone” está apreendido, ou seja, a Gradiente não pode utilizar comercialmente o termo. Agora é a Justiça brasileira que vai determinar o destino da marca, que mesmo apreendida, ainda pertence à Gradiente. Especialistas na área jurídica afirmam que, caso a Gradiente e o Banco do Brasil não cheguem a um acordo razoável, a marca pode ir a leilão, com o dinheiro arrecadado podendo não só quitar a dívida, mas também repassar os direitos da marca ao novo comprador.

Observem que, na teoria, não há nenhuma co-relação da Apple com o Banco do Brasil, mas como é que essa dívida apareceu “do nada”, e como é que justamente o Banco do Brasil quer que justamente a marca “iphone” seja envolvida em sua pendência financeira? Minha opinião: não é de hoje que o governo brasileiro quer atrair a Apple para o Brasil. A Apple já disse por diversas vezes que não amplia suas operações no Brasil por causa das “dificuldades impostas pelo governo brasileiro” (principalmente em relação aos impostos cobrados no país). O Banco do Brasil é um banco estatal. Liguem os pontos, crianças.

O processo jurídico ainda está em andamento, e na teoria, pode ser encerrado simplesmente se a Gradiente pagar a dívida. Mas isso, na teoria. A Gradiente ainda não se pronunciou sobre o assunto. E a Apple, que está calada, deve estar esperando o dia para o leilão acontecer.

Esperemos pelas cenas dos próximos capítulos. Isso tende a ficar cada vez mais interessante.

Via Olhar Digital, G1

Apple deve pagar para a Gradiente para usar a marca iPhone no Brasil: acordo estaria próximo

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Tal como já era previsto por mim (e por outros que escrevem sobre tecnologia), parece que algum advogado da Apple passou a mão no celular, buscou o número de algum advogado da Gradiente, fez a chamada e disse “vamos sentar e conversar sobre nossas diferenças”. Segundo as fontes da revista Veja, a disputa entre as duas empresas pelo termo iPhone no Brasil pode estar chegando ao fim, e que o acordo pode estar próximo de ser fechado, com a Apple pagando pelo direito de utilização da marca.

O indício mais claro que o acordo está em curso é o fato que as duas empresas acordaram em suspender as suas ações judiciais mútuas por 30 dias. Normalmente isso acontece quando uma das partes quer propor um acordo para encerrar a questão. Nesse caso, como a interessada em ter a marca é a Apple, a iniciativa de conversar com a Gradiente veio dela.

Ainda de acordo com a revista Veja, a Apple estaria disposta a pagar uma quantia “relevante” para a Gradiente, que solicitou o registro da marca iphone no Brasil em 2000, sete anos antes da Apple lançar a primeira versão do iPhone (2007). O direito de uso comercial do termo iphone para o segmento de celulares e suas variantes (smartphones) foi concedido à empresa que hoje controla a Gradiente pelo INPI em 2008, e eles tinham o prazo de cinco anos para utilizar essa marca comercialmente. E assim o fizeram no final de 2012, ao lançar o Neo Gradiente iphone no mercado.

A Apple tentou contornar a situação, registrando o termo iphone no Brasil em quase 150 produtos diferentes (até para chapelaria eles registraram), com o objetivo de provar que a marca ela dera em outros segmentos. A empresa de Cupertino solicitou esse termo com esses argumentos, mas o INPI seguiu as leis vigentes no Brasil, e negou a solicitação da Apple. O caso foi para a justiça, e pelo visto, os advogados da Apple estão vendo que o ganho de causa vai ser para a Gradiente, pelo motivo mais óbvio possível: a Gradiente está seguindo a lei.

Algo semelhante aconteceu com a própria Apple em 2007, antes de lançar o iPhone nos Estados Unidos. O termo pertencia à Cisco, que também recebeu uma quantia de dinheiro não revelada para que o termo pudesse ser usado pela Apple.

De qualquer forma, tudo indica que, em breve, teremos os dois lados felizes. A Apple com o direito de utilização do termo iPhone no Brasil, mas seguindo as nossas leis, sem acreditar que pode entrar em qualquer país e fazendo o que quiser, e a Gradiente, com o seu troll patent contra a Apple concretizado, e com alguns milhões de dólares a mais na sua conta bancária.

 

Via EXAME – Abril

 

Agora é oficial: pedido da Apple sobre o termo iphone no Brasil é negado. Gradiente segue com os direitos do nome (ATUALIZADO)

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O carnaval passou, estamos na quarta-feira de cinzas, e tal como foi antecipado nos principais sites de tecnologia do Brasil, o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) anunciou na mais recente edição de suas publicações que o pedido feito pela Apple para registro da marca “iphone” no Brasil foi oficialmente negado, uma vez que a Gradiente Eletrônica registrou o nome em 2000, teve o direito de uso concedido em 2007, e fez uso dele em dezembro de 2012.

Recapitulando os fatos: a Gradiente tem o direito de utilização do termo “iphone” no Brasil desde 2007 para celulares e seus respectivos derivados no mercado (a.k.a. smartphones). Tinha cinco anos para lançar um produto com esse termo. Caso contrário, o registro seria expirado, e o termo poderia ser adquirido por quem tivesse interesse (incluindo a Apple, que tinha solicitado o registro da marca para smartphones em 2007). A Gradiente lançou em dezembro de 2012 um smartphone Android de nome Gradiente Iphone Neo One (reparem no “i” em maiúsculo), utilizando assim do direito de utilização da marca concedido pelo INPI.

Agora, a notícia começa a repercutir ao redor do planeta, e temos pronta a primeira grande batalha de “troll patent” da recente história da tecnologia móvel brasileira. Vale lembrar que a Apple conseguiu o registro da marca iPhone no Brasil para diversos outros segmentos, incluindo o setor de vestuário, charutos e chapelaria. Mas para o setor de telefonia, não.

A decisão não impede que os smartphones da Apple sejam vendidos no Brasil. Você vai continuar a encontrar nas lojas e nas operadoras os modelos de iPhone antes ofertados pela gigante de Cupertino no país. O que pode acontecer é que, a partir de agora, a Gradiente pode ir na Justiça contra a Apple, alegando que a mesma está utilizando comercialmente um termo que não a pertence.

Não imagino isso acontecendo. É muito mais fácil uma das partes ligar para a outra para um “vamos conversar” ou um “o quanto você quer para encerrar esse assunto?”. Vale lembrar que, nos Estados Unidos, o termo iphone pertencia à Cisco, e a Apple buscou um rentável acordo financeiro para os dois lados, o que viabilizou o lançamento do iPhone em 2007. Acredito que no Brasil vai acontecer a mesma coisa.

A não ser que a Apple queira bancar o Golias nessa batalha (só os cultos entenderão…).

ATUALIZADO EM 13/02/2013 @ 17H00: e, pelo visto, a Apple decidiu reagir. Segundo o blog Link (Estadão), a empresa de Cupertino ingressou no INPI com um pedido de caducidade do registro feito pela Gradiente, alegando que a empresa não teria comercializado um produto com a marca “iphone” durante um período de cinco anos a partir da concessão da marca, algo que aconteceu em janeiro de 2008. Desse modo, a Apple estaria forçando a Gradiente a provar que vendeu aparelhos com a marca em questão nos últimos cinco anos, e não apenas em dezembro de 2012, algo que chamo de “aos 45 do segundo tempo”, um pouco antes da licença expirar. Vamos aguardar os próximos acontecimentos.

Via SlashGear, BBC

Marca “iphone” no Brasil é da Gradiente, diz o INPI. E agora, Tim Cook?

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Na próxima publicação oficial do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), Tim Cook vai ler uma notícia nada agradável. O instituto vai informar, de forma oficial, que a marca “iphone” no Brasil pertente mesmo à Gradiente, negando assim que a Apple utilize a marca em nosso país. A empresa de Cupertino pode apelar da decisão? É claro que pode (até parece que você não conhece os advogados da Apple…). Mas a pergunta mais importante que fica é: e agora, Tim Cook?

A publicação representa a posição oficial do INPI, que é quem gerencia o registro de marcas na indústria, sobre o assunto. Ou seja, se alguma das duas empresas decidirem brigar na justiça pelo direito de utilização do nome, essa decisão será ponto fundamental para avaliação da questão. Antes de qualquer tipo de crítica e avaliação sobre a questão, é importante lembrar que as regras variam de país para país, e vamos nos ater ao fato que o Brasil possui uma legislação específica para isso. De fato, já esmiuçamos o assunto aqui no blog, e antecipamos que a decisão do INPI seria favorável à Gradiente.

No Brasil, a Gradiente não só possui a marca “iphone” (desde 2006), mas já tinha lançado um smartphone “Gradiente iphone” em 2000. E mesmo que a Apple prove que usa a letra “i” na frente do nome dos seus produtos desde 1998 (com o primeiro iMac), o fato é que não estamos discutindo quem CRIOU o termo, mas sim, quem REGISTROU o termo primeiro no país para utilização comercial. Isso pode não agradar para muita gente, mas é a verdade. Lá nos Estados Unidos, a própria Apple teve que fechar um acordo com a Cisco para poder lançar o seu smartphone por lá.

Dito isso, vamos aos fatos:

1) estamos diante do primeiro grande caso de “troll patents” da história do Brasil. Não estou dizendo que a Gradiente não tem razão no caso. Legalmente falando, tem sim, e está no seu direito de lançar qualquer smartphone Android com a marca iPhone (nem eu acredito que estou dizendo isso… e é tão engraçado…). A trollagem está no fato que a empresa tinha até 31 de dezembro de 2012 para usar a marca “iphone” de alguma forma, senão esse registro para smartphones ficaria expirado, e lança um smartphone qualquer aos 45 do segundo tempo (21 de dezembro). Para não perder a marca, e principalmente, começar a sua estratégia de roubar uma boa grana da Apple. Não é a melhor forma de ganhar visibilidade, principalmente para os fãs de tecnologia.

2) nem é tanto culpa da Apple não obter algo que não era dela. É culpa da Apple usar a estratégia do “vou registrar a marca para um monte de segmento de produtos, e lá na frente, entramos na justiça para conseguir o do smartphone – vai que cola”. Errado! Não só a empresa achou que “no Brasil tudo é bagunça”, como nem se preocupou de buscar os donos da marca aqui para tentar qualquer tipo de acordo (algo que, como já disse lá em cima, fez nos Estados Unidos com a Cisco). Dois pesos e duas medidas? Onde e quando interessa, a Apple segue as regras. Aqui no Brasil eles chegam e fazem o que querem? É isso?

3) o iPhone (da Apple) não vai deixar de ser vendido no Brasil. Isso não vai acontecer, e não é o que a Gradiente quer (bom, pelo menos foi o que eles falaram em vídeo, logo após o início da polêmica). Quando esse “troll patent” aconteceu em outros países, um acordo financeiro resolveu tudo. Principalmente quando esse acordo envolve grandes pilhas de dinheiro. É o que a Gradiente quer, e isso é claro. É moral? Não. Mas segundo o INPI, não é ilegal.

No final das contas, 11 pedidos pendentes feitos pela Apple serão negados, incluindo aquele que remete aos celulares. Os pedidos foram feitos em 2006, 2007, 2010 e 2011. O que mais chama a atenção no assunto é que a empresa de Cupertino registrou a marca para “vestuário e chapelaria”, mas não fez isso para celulares, o que reforça a teoria de “vamos registrar tudo e apostar no ‘vai que cola'”. Agora, tudo indica que Tim Cook vai ter mesmo que fazer um telefonema para o presidente da empresa que hoje controla a Gradiente para um “vamos conversar”.

De novo, não acho que o iPhone (da Apple) vai sair do mercado. Mas não sei se Cook quer esperar que algum maluco da justiça brasileira (ou um advogado querendo aparecer) faça isso por conta própria.

Com informações do O Globo

Gradiente lança no Brasil o Internet Player LinkBox LB100

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Dessa vez, a Gradiente recebe destaque por um lançamento, digamos, menos polêmico. A fabricante anuncia a chegada ao Brasil do LinkBox, um Internet Player que oferece o acesso à internet através de qualquer TV ou monitor com entrada HDMI, permitindo ao usuário realizar atividades de multimídia simples, como ver filmes, vídeos, acessar as redes sociais e navegação na internet como um todo.

Assim como alguns de seus concorrentes, o LinkBox possui um teclado compacto sem fio, que atua como controle remoto do sistema, oferecendo uma maior interação na navegação, uma vez que o usuário pode simplesmente digitar os termos buscados no campo de busca. O teclado até que possui recursos interessantes para um uso corriqueiro, como iluminação interna para facilitar a visualização das teclas em ambientes pouco iluminados, e um touchpad, para mover o cursor na tela.

Alguns aplicativos do LinkBox já estão devidamente ajustados para a sua reprodução em alta definição, como por exemplo Netflix, Vevo, YouTube, Clube DXTV e UOL HD. Conteúdos de grandes portais da internet brasileira, como IG, Climatempo, Buscapé, Estadão, entre outros, também estão disponíveis. Tudo isso é gerenciado pelo sistema operacional Android 2.3 Gingerbread.

O produto conta com conexão USB e SD Card, memória interna de 4 GB, 512 MB de RAM, e pode se conectar à internet via Wi-Fi ou cabo de rede ADSL. O modelo também pode ser usado como roteador, facilitando a vida daqueles que precisam replicar o sinal de internet pela casa. Em termos de formatos de arquivos de vídeo compatíveis, o Gradiente LinkBox pode reproduzir arquivos nos formatos H264, DivX, XviD, VC1, MPEG1, MPEG2, MPEG4, RMVB, H263, M-JPEG e MKV.

O Gradiente LinkBox LB100 tem preço sugerido de R$ 599,00.

Via Assessoria de Imprensa – Gradiente Brasil

Gradiente publica vídeo explicando o seu IPHONE e as diferenças para o iPhone da Apple

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Ainda estamos de férias, mas vale a pena dar uma olhada nessa.

Diante de tantos falatórios, confusões e da polêmica gerada pelo uso ou não da marca “iphone” no Brasil, o marketing da Gradiente resolveu esclarecer as coisas. Publicaram um vídeo para explicar as diferenças do seu Gradiente IPHONE e do iPhone da Apple. Como se realmente fosse necessário explicar tais diferenças (o problema é que tem sempre um grupo de consumidores que podemo confundir… por incrível que pareça).

O vídeo conta (pela versão da Gradiente, já confirmada pelo INPI) como e quando eles lançaram o primeiro Gradiente iphone, sobre o registro da marca no Brasil, e ilustra de forma básica as diferenças entre o seu telefone com sistema Android para o smartphone mundialmente conhecido da Apple. Até relatam que o iPhone é criação de “um executivo brilhante” (para acalmar os ânimos dos mais exaltados, talvez).

De qualquer forma, o caso ainda vai render assunto em 2013, e talvez estamos diante de apenas mais um aperitivo para uma batalha que pode terminar nos tribunais. Ou, na pior das hipóteses, mais um elemento do primeiro grande caso de “troll patent” do Brasil.

Caso a integração do vídeo acima falhe por algum motivo, clique aqui para assistir.

Gradiente lança hoje no Brasil a família de smartphones IPHONE. Sim, isso mesmo: IPHONE (ATUALIZADO)

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Você não está lendo errado. Eu não digitei errado, não é uma notícia falsa, muito menos uma pegadinha que estamos fazendo com os leitores do TargetHD. Leia com atenção: a Gradiente lança hoje (18) a sua linha de smartphones, que recebe a denominação de Família IPHONE, com o Neo One (foto acima) sendo o primeiro modelo dessa linha a chegar no mercado. E o mais inusitado é que eles (dizem que) PODEM USAR A MARCA IPHONE no Brasil, porque são detentores exclusivos dos direitos de registro da marca no país (calma… não é bem assim…).

Eu achava que essas coisas só aconteciam no mercado asiático, ou em países quase sem representatividade no mercado de tecnologia. Mas essas pequenas peculiaridades de direitos de nome chegaram ao Brasil, e a Gradiente tem uma boa história para contar.

Presta atenção no que vem a seguir. Segundo informa a nota emitida pela própria Gradiente, em 2000, a empresa previu que uma revolução tecnológica aconteceria no mundo dos celulares, através da convergência da transmissão de recepção de voz e dados via internet móvel. E, para se garantir, naquele mesmo ano, a empresa entrou com um pedido de registro da marca IPHONE no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Em 2 de janeiro de 2008, a Gradiente obteve a concessão do registro pelo próprio órgão federal, e possui os direitos exclusivos de produção e comercialização do IPHONE no Brasil até 2018.

A nota prossegue. A Gradiente alega não ter usado a marca IPHONE até o momento porque sua prioridade foi promover a reestruturação da empresa no Brasil, para aí sim retomar os seus negócios. A Gradiente voltou ao mercado brasileiro em 2012, através do arrendamento e gestão das marcas da Gradiente pela Companhia Brasileira de Tecnologia Digital (CBTD). Eles agora são responsáveis pela produção e comercialização de toda a linha de produtos da empresa, como celulares, tablets, aparelhos de áudio e vídeo, máquinas fotográficas, monitores, produtos e informática, eletrônicos de consumo, entre outros.

Uma vez consolidado o modelo de negócios, a Gradiente decidiu que “esse é o momento” de trabalhar com a marca IPHONE no Brasil, colocando todos os smartphones da empresa dentro de uma única família. A Família IPHONE.

O comunicado conclui que a Gradiente reforça a sua característica de pioneirismo em inovação de tecnologia, lembrando que foi a primeira no Brasil a lançar produtos como áudio system, CD player, DVD, o “Meu Primeiro Gradiente”, entre outros produtos. Também relembra que foi a primeira a fabricar celulares no Brasil, se diferenciando no mercado por dar nomes aos aparelhos quando todas as outras apenas numeravam os modelos. Strike, Concept, Chroma e NEO foram alguns dos modelos que fizeram muito sucesso no Brasil na década de 1990.

Já o Gradiente IPHONE Neo One é um smartphone Android de entrada, com processador de 700 MHz, tela de 3.7 polegadas (320 x 480), câmera traseira de 5 megapixels, slot dual SIM e sistema operacional Android 2.3 (Gingerbread). E a partir de agora, você pode dizer para todo mundo que pode ter um “IPHONE” por apenas R$ 599,00.

Ah, e antes que você me pergunte, a resposta é SIM. A Gradiente vai buscar medidas legais para garantir os direitos de propriedade intelectual da marca IPHONE no Brasil. Ou seja, advogados da Apple: se preparem! A Gradiente vem aí!

Vale a pena lembrar que o caso é muito semelhante com aquele que foi aplicado na China pela Proview, que registrou a marca iPad no país antes da Apple lançar o produto internacionalmente. A diferença no caso da Gradiente (e é o que levanta dúvidas sobre a conclusão desse caso) é essa concessão de direitos ter saído em janeiro de 2008, meses depois do anúncio do iPhone. Se a Gradiente tem provas que solicitou o registro da marca em 2000, tudo bem, a marca IPHONE no Brasil é deles, e fatalmente a Apple vai ter que pagar alguns tostões para os brasileiros. Mas essa concessão exclusiva em 2008 pode atrapalhar um pouco a missão jurídica da fabricante brasileira.

Seja como for, agora o usuário brasileiro tem a opção de comprar o iPhone da Apple, o gringo, ou defender a soberania da indústria nacional, comprando um smartphone da Família IPHONE (aliás, esse nome lembra muito o Família Restart… e no fundo, todo Apple Fanboy é meio “Família” alguma coisa mesmo…) da Gradiente. E é claro que eu estou brincando nesse parágrafo… mas é tão inusitada a notícia, que temos que nos divertir um pouco com isso.

Agora, se você quer saber o que o INPI diz sobre o assunto, clique aqui.
 

Gradiente lança smartphone Neo Dual Touch no Brasil, com TV digital e loja própria de aplicativos

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A Gradiente aposta no mercado de smartphones Android de entrada e com recursos populares entre os usuários de entrada, com o lançamento do modelo Neo Dual Touch. Em duas opções de cores, o lançamento se destaca por contar com uma interface totalmente customizada, loja própria de aplicativos e TV digital e analógica integrada.

O Gradiente Neo Dual Touch possui uma tela de 3.5 polegadas, possui conexão WiFi como principal forma de acesso à web, conectividade Bluetooth, câmera traseira de 3 megapixels, memória interna de 1 GB (expansíveis via slot para cartões microSD de até 32 GB), rádio FM e MP3 player integrados. O modelo também possui um item que é muito procurado entre os usuários de entrada, que é o slot duplo para chips SIM, e uma peculiaridade: a presença da Gradiente Apps, a loja própria de aplicativos da Gradiente. Ou seja, fica implícito que, pelo menos inicialmente, a fabricante vai apostar em manter uma loja própria de aplicativos, incentivando o consumidor a adquirir as suas soluções no lugar dos apps do Google Play.

Seu preço sugerido é de R$ 499,99.

Via Assessoria de Imprensa