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Ex-funcionário da Google processa a empresa por espioná-lo durante o trabalho

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O processo movido contra a Google na Califórnia por um dos seus ex-chefes de produto afirma que a empresa faz uso de um tipo de software espião, o que permite que seus diretores se informassem de todas as atividades que seus funcionários realizavam em seus postos de trabalho.

Além disso, esse mesmo ex-funcionário (que prefere se manter no anonimato) afirma que a empresa também criou um site onde os empregados poderiam acusar uns aos outros, caso exista a suspeita de algum deles estar enviando informações para o exterior.

Ao que parece, a Google não é esse lugar tão aprazível, onde seus empregados podem comer de graça ou frequentar zonas lúdicas de entretenimento. A política a respeito das relações internas da empresa é bem dura, onde os empregados estavam terminantemente proibidos de escrever um livro durante o trabalho para a empresa sem o consentimento explícito da pópria Google, ou o fato deles literalmente estarem ameaçados de demissão imediata se ficar provado que eles vazaram informações para o exterior.

 

 

Google pode ser condenada a pagar até US$ 3.8 bilhões

 

Por outro lado, ficamos sabendo que os funcionários estão proibidos de falar sobre suas condições de trabalho entre eles ou com outros meios de comunicação.

Este é parte dos motivos que funcionário tem para processar a Google, já que acredita que a empresa violou os seus direitos como trabalhador. Se a denúncia prosperar, a Google pode ser condenada a pagar até US$ 3.8 bilhões de multa, pelo número de funcionários que hoje possui.

A Google não quis entrar em detalhes sobre a possível denúncia, e emitiu um comunicado afirmando que o processo não possui base, e que a empresa está comprometida com uma cultura interna aberta, compartilhando frequentemente com os funcionários detalhes de lançamentos de produtos e informações confidenciais do seu negócio.

Google quer se parecer mais com a Apple, e isso é perigoso

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Ao apresentar os novos smartphones da linha Pixel e todos os produtos de entretenimento e gerenciamento de funções domésticas, a Google deixa um recado bem claro: quer ser como a Apple. Ou pelo menos quer se aproximar ao máximo de seu conceito.

Não é surpresa essa medida. A Google está dessa forma querendo apostar em um formato de negócio que é bem sucedido no segmento de smartphones, e seguir essa estratégia pode ajudar a reforçar o Android como algo seu.

Porém, muitos entendem que você não deveria gostar muito dessa nova fase Pixel da Google.

 

De novo: reforço de identidade

 

A Google quer mesmo trazer a responsabilidade do Android para si e chamar o sistema operacional de “seu”, mesmo quando bem sabemos que já é dele. Porém, o grande público não sabe direito.

Uma forma de associar este sistema operacional à sua marca é lançando produtos com o seu conceito geral, e sem qualquer tipo de indicativo de outras marcas no produto. É o caso claro dos smartphones Pixel, que nós que estamos por dentro do tema sabemos que foram construídos pela HTC, mas que são dispositivos da Google.

A Apple faz o mesmo. O iPhone é fabricado pela Foxconn, mas é a gigante de Cupertino a responsável pela distribuição do produto em larga escala. E vem funcionando há quase dez anos.

Resultado: segunda maior vendedora de smartphones do planeta. E só agora e ameaçada pela Huawei.

 

O perigo dessa estratégia

 

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A Google já domina o mundo. E em setores importantes.

Tem o principal serviço de buscas e é quem mais capitaliza com publicidade. Tem o navegador de internet mais usado nos desktops e dispositivos móveis. Tem o sistema operacional móvel mais utilizado. Tem a loja de aplicativos mais povoada do mercado…

Sem falar nos serviços na nuvem, plataforma de escritório em cloud e outros serviços bem populares.

Não estou afirmando que a Google se tornará líder do mercado de smartphones. Bom, não pelo menos tão já. Até porque a concorrência é voraz.

Mas o problema aqui é outro.

A Google, com o seu Made by Google, pode adotar a filosofia da Apple de oferecer apenas e tão somente dispositivos premium, com preços premium, e com filosofia “nós sabemos o que vocês querem”. No estilo pregado pela Apple durante muito tempo.

E mesmo a Apple esta mudando nesse aspecto, mudando alguns de seus conceitos e filosofias (iPad Pro que o diga).

 

Google perdendo sua identidade?

 

Ainda não. Mas pode acontecer.

Acho hoje a Google mais inovadora que a Apple, e tudo leva a crer que esse aspecto a empresa não vai perder.

Mas pode criar uma diferenciação de hardware que pode incomodar, por exemplo, os parceiros da empresa no Android. Algumas como a Samsung buscam a liberdade com sistemas operacionais alternativos, mas o duopólio Android/iOS é difícil de ser superado.

O futuro vai dizer se a Google será a nova Apple, buscando dominar com mãos de ferro os setores onde já é líder. Mas não sabemos se o Pixel será o suficiente para ser um supercampeão de vendas.

 

Google Assistant, a alma inteligente dos novos Pixel

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O Google Assistant segue seu caminho na missão de se transformar no centro de gerenciamento de toda a sua vida. A plataforma de inteligência artificial da Google estará presente nos novos Pixel e Pixel XL (são os primeiros a trazer o assistente integrado presente no Android 7.1 Nougat), oferecendo aos usuários uma ajuda na hora de realizar uma boa quantidade de tarefas.

O Google Assistant funciona de forma similar ao Cortana da Microsoft ou ao Siri da Apple. Está presente no DNA de outros produtos da Apple, e e responsável pelos usuários encontrarem coisas como endereços, preços de restaurantes ou previsões do tempo com frases naturais, inclusive sugerindo respostas.

 

Um Google Assistant personalizado, individual

Falar diretamente com o Assistant é inclusive mais produtivo, podendo por exemplo receber as notícias mais importantes do dia, revisar os seus e-mails de trabalho ou navegar entre documentos.

Durante o evento Made by Google, o CEO da empresa, Sundar Pichai, descreveu o Assistant como a ferramenta que ajudará os usuários a realizar tarefas de forma individual, compreendendo o contexto único de cada indivíduo.

Ou seja, é possível ter em seu smartphone informações que só interessam a você, não precisando mostrar nem sugerir para outra pessoa que não compartilhar os mesmos gostos, atividades ou costumes (por exemplo). O Assistant será capaz de recordar que, quando você quer ouvir música, você vai no YouTube antes de usar qualquer outro aplicativo.

As possibilidades do novo assistente da Google são infinitas, e a empresa bem sabe disso. E pensa em explorá-las ao máximo, incluindo o Assistant em todos os seus dispositivos.

Ponto para conviver com a inteligência artificial da Google 24 horas por dia?

 

 

Série Silicon Valley fez uma breve visita no evento Made by Google 2016

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A série Silicon Valley (HBO) é uma das mais prestigiadas da atualidade. A comédia indicada ao Emmy Awards mostra de forma sarcástica o mundo das startups e gigantes da tecnologia no Vale do Silício. Logo, mais do que natural ver a trama fazendo uma participação especial no evento Made by Google 2016, realizado ontem (04).

Na cena, os personagens Dinesh (Kumail Nanjiani) e Gilfoyle (Martin Starr) dialogam sobre as novidades (ou “todos os produtos beta”) que serão apresentados pela Google, minutos antes do evento começar.

Ironicamente, Gilfoyle disse que não está muito interessado nos anúncios. Mesmo porque ele tem o convite para o evento after party. Até brinca com a possibilidade de Larry Page demitir Sergey Brin, e que “todos estamos empolgados por causa disso”.

Vídeo a seguir.

 

 

Via SpinOff.com.br

Google Chromecast Ultra, com 4K e Dolby Vision, é anunciado oficialmente

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A Google apresentou oficialmente o novo Google Chromecast Ultra, dispositivo de streaming multimídia que visa otimizar a reprodução de conteúdo ao máximo.

 

Google Chromecast Ultra: principais características

 

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O novo Chromecast Ultra é o mais rápido criado até agora (1,8 vezes mais rápido), trabalhando com maior volume de informações e melhor conectividade, introduzindo uma porta Ethernet para quem não obtém uma boa experiência com o WiFi.  O suporte com HDR está preparado para suportar dois formatos importantes do mercado: HDR10 e Dolby Vision.

Na sua estética, não há grandes mudanças. O Chromecast Ultra continua a ser um disco plano com o pequeno logo G no lugar do Chrome. O pequeno cabo conta com o conector HDMI que se conecta na televisão que queremos que receba os conteúdos sem fio.

 

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O dispositivo é compatível com o iPhone, iPad, Windows e Mac, além de Chromebooks e gadgets Android. Também é compatível com o Google Home, iniciando a reprodução de conteúdos com um simples comando de voz.

O Google Chromecast Ultra custa US$ 69 nos Estados Unidos, e tem previsão de chegada ao mercado em novembro. Vale lembrar que o modelo anterior foi lançado por US$ 35. Ao seu favor, ainda é US$ 10 mais barato que o Roku 4K mais acessível.

 


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Google Daydream View: novo dispositivo de realidade virtual é oficial

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A Google apresentou oficialmente o Google Daydream View, nova versão do seu dispositivo de realidade virtual.

Os novos óculos prometem transformar qualquer smartphone compatível em dispositivo de realidade virtual imersiva, muito mais ambicioso que o Cardboard.

 

A realidade virtual da Google é mais ambiciosa do que nunca

 

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O Google Daydream View tem um acabamento muito melhor que os seus predecessores, mas além dos óculos contamos com um pequeno controle remoto, que pode ser guardado dentro do óculos depois do uso.

A Google garante que a lista de smartphones compatíveis com o Daydream vai além dos novos Pixel e Pixel XL. A empresa não revela a sua resolução de tela, mas imaginamos que seja de uma qualidade elevada para o consumo de conteúdo de realidade virtual.

O seu uso é bem simples: uma vez instalado o smartphone no óculos, os dois dispositivos se conectam sem fio. A partir daí, podemos selecionar qualquer tipo de conteúdo, interagindo com o controle remoto.

Não só realidade virtual: um cinema acoplado aos seus olhos

 

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A oferta de conteúdos será ampla. A Google fechou parcerias com Netflix, HBO e Hulu para oferecer seus conteúdos nesse formato, transformando a tela dos óculos em algo parecido com uma tela de cinema que envolve o usuário.

Também estarão disponíveis experiências educativas e jogos, onde 50 parceiros da Google oferecerão seus conteúdos antes do final de 2016, e outra centena de títulos logo no começo de 2017.

Nessa oferta de conteúdos temos também como protagonistas os serviços da Google. Entre eles, por exemplo, a Google Play Movies e Google Fotos. O Street View também terá uma experiência mais imersiva.

Mas de todos os serviços, o YouTube é quem mais deve se beneficiar, permitindo a visualização de conteúdos e 360 graus, ou com maior qualidade e imersão de imagem.

 

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O Google Daydream View estará disponível nos Estados Unidos a partir do mês de novembro, com preço sugerido de US$ 79. Não há previsão de disponibilidade e preço para outros países.

 

 

Google Pixel, Made by Google, é apresentado oficialmente

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A Google apresentou oficialmente os seus novos smartphones Google Pixel e Google Pixel XL. O dispositivo conta com um design totalmente controlado pela própria Google, com um cristal traseiro e acabamento muito bem cuidado, oferecendo um toque e um design agradável.

É o primeiro smartphone a contar com o Google Assistant integrado. Basta deixar pressionado o botão home para iniciar o assistente, que pergunta o que precisamos. Podemos por exemplo buscar fotos, iniciar músicas, enviar mensagens de texto para contatos e usar aplicativos como WhatsApp e Telegram.

Uma vez o Google Asssistant ativo, podemos realizar um gesto para cima para buscar informações relacionadas com os dados exibidos na tela, podendo por exemplo decidir qual restaurante que está descrito no texto de uma mensagem, ou programar uma reserva com horário e número de pessoas para o jantar.

 

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A câmera traseira do Google Pixel não conta com protuberâncias (graças a Deus) e inclui um sensor de 12.3 MP (f/2.0) com seis elementos, e recebeu a pontuação máxima da análise do DXOmark (89 pontos). Recebeu várias funções de software que exploram todas as possibilidades do sensor, além de um modo HDR+.

O aplicativo de câmera se inicia muito rapidamente, com a promessa de ser o smartphone mais rápido nesse quesito. Além disso, o sensor traseiro conta com um estabilizador de imagens integrado para fotos e vídeo.

 

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O usuário pode contar com o Google Fotos para armazenar de forma ilimitada as imagens, podendo enviar uma cópia de tudo na resolução máxima, sem ocupar espaço de armazenamento interno do smartphone ou da sua conta do Google Cloud.

 

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A porta USB Type C oferece um modo de carga rápida, entregando 7 horas de autonomia com apenas 15 minutos de carga. As atualizações do Android acontecerão de forma automática e em segundo plano.

 

Google Pixel: especificações técnicas oficiais

 

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Os novos Pixel chegarão em versões de 5.5 e 5 polegadas, nas cores preto, prata e azul, compartilhando todas as especificações internas: processador Qualcomm Snapdragon 821 quad-core (2.15 GHz e 1.6 GHz), 4 GB de RAM, tela AMOLED (HD), corpo de alumínio, leitor de digitais, porta USB Type-C, conector para fones de ouvido e Bluetooth 4.2. Estarão disponíveis em versões com 32 GB e 128 GB de armazenamento, com baterias de 3.450 mAh e 2.770 mAh, respectivamente.

 

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Os novos smartphones Google Pixel estarão disponíveis nos Estados Unidos para reserva a partir de hoje (4), com um preço inicial sugerido de US$ 649, a partir da loja oficial da Google ou em uma loja da Verizon. Não há preços ou datas de lançamento dos modelos para os demais países.

 


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Facebook, Amazon, Google, IBM e Microsoft se unem para vigiar o desenvolvimento da inteligência artificial

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As gigantes da tecnologia Facebook, Amazon, Google (Alphabet), IBM e Microsoft se uniram na iniciativa Partnership on AI, que redige em comum os esforços na pesquisa e promoção das boas práticas que evitam que a inteligência artificial não se torne uma ameaça.

Até agora, cada empresa de tecnologia seguiu o seu caminho no desenvolvimento da inteligência artificial, com muitas liberando suas plataformas para que outros possam contribuir nesse desenvolvimento.

O problema é que isso criava uma certa fragmentação, e é isso o que a ação conjunta quer resolver.

 

Conduzir a inteligência artificial por um bom caminho

 

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Ainda que todas as empresas colaborem e criem uma estrutura formal de comunicação, unificando os critérios, todas elas seguem competindo, visando oferecer os melhores produtos e serviços que serão gerenciados por essa inteligência artificial e suas diferentes ramificações.

O consórcio está aberto para outras empresas que querem aportar seus recursos e experiências no futuro. Quem sabe Apple, Twitter e Intel (as grandes ausências) não aderem ao projeto.

Entre os objetivos do grupo, temos a viabilidade de uso de uma licença aberta padrão para todos os conteúdos publicados, como relatórios centrados em áreas como ética ou privacidade em um segmento muito promissor, mas que precisa ser vigiado de perto.

Que o Partnership on AI ajude nesse sentido, sem prejudicar a linha de desenvolvimento.

Via FortunePartnership on AI

Por que Google Allo e WhatsApp não estão na mesma categoria

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A Google lançou oficialmente o Google Allo, um dos aplicativos anunciados na última Google I/O centrados na comunicação, mas com um apelo distinto: os bots de assistência às mensagens instantâneas.

Depois disso, olhamos para a concorrência, e as comparações são inevitáveis. Porém, a Google parte de um conceito diferente do WhatsApp e do demais. Logo, perguntamos: os dois apps são mesmo concorrentes?

 

Onde o WhatsApp ganha

Os aplicativos de mensagens instantâneas de Mark Zuckerberg seguem em plena expansão, tanto com o Facebook Messenger como com o WhatsApp. Somado com o Facebook, Zuck concentra não apenas os serviços de mensagens mais utilizados, mas os serviços sociais mais populares.

O WhatsApp chegou na hora certa (há seis anos) e da maneira adequada, quando havia um latifúndio muito fértil de usuários a se explorar. E isso com o Facebook como a maior rede social do mundo, que por sua vez impulsionou o seu Messenger de forma eficiente.

Outros aplicativos mais recentes estão a um abismo de distância. Telegram (100 milhões de usuários ativos por mês) ou Line (250 milhões de MAU) reforçam que um software precisa oferecer o básico já conhecido para se posicionar bem no mercado.

Se você entra no mercado sem nada nas mãos e captando a atenção por nada, a tendência é que o usuário perca o interesse rapidamente. Mas manter a alma de uso pode significar um belo impulso nas adoções.

A Google tem uma comunidade gigante de usuários se nos baseamos nas consultas ao buscador (3 bilhões de consultas em um ano). Mas… ele busca destronar o WhatsApp?

 

Onde o Google Allo ganha

 

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Só Sundar Pichai e companhia sabem quais são os objetivos a cumprir com o Google Allo. O produto parte de um fundamento completamente diferente do WhatsAp. É sim um aplicativo de mensagem, é claro, mas talvez o principal apelo não é ser “o WhatsApp do Google” ou o “Facebook Messenger do Google”.

O Allo quer que você se esqueça de serviços externos para as ações mais comuns de uso a partir do seu smartphone, e de modo secundário, que converse com os seus contatos.

Conta com stickers e decoração de fotos, que são os últimos apelos dos serviços sociais. Mas não vemos ênfase nas características de mensagens, não pelo menos em cima do protagonismo que leva o bot @google, ou o Google Asssitant, mostrando que a empresa pensa em sério no aspecto da comunicação inteligente.

Talvez aqui há a jogada seja ir além de buscar um espaço no mercado de comunicação instantânea, mas ainda levando em conta o fator de costume de uso já citado.

A Google parece orientar as mudanças para perfilar uma plataforma que consolide ainda mais a sua onipresença, sendo um elemento constante em nossas atividades, ao ponto de ser um interlocutor a mais em nossas conversas.

Ou seja, não é um rival do WhatsApp. É algo bem mais ambicioso.

A ideia e válida, mas não determinante. A Google, mesmo com todo o seu poder, também se deu mal em algumas coisas. Um claro exemplo disso é o Hangouts, mesmo sendo bem mais representativo que o ridículo Google+.

O objetivo agora é evoluir para um serviço de mensagens inteligente, e um encontro permanentemente assistido por inteligências artificiais que estejam presentes no Google Allo, e ter bilhões de dados de usuários ativos conta muito a favor nesse sentido.

Resta saber como os usuários vão receber o novo serviço.

Google Expeditions, a realidade virtual para uma excursão sem sair da sala de aula

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O Google Expeditions é uma boa maneira de impulsionar as excursões no ambiente educacional. Visitar ruínas, museus e criar todo o tipo de ambiente, sem sair da sala de aula.

 

Excursões para o passado, o presente e o futuro

 

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A Google já conta com ferramentas como Google Maps e Google Earth que permitem que qualquer pessoa conheça qualquer canto do planeta, com imagens em 360 graus da maioria dos lugares. O Expeditions vai um passo além, conectando a realidade virtual e as viagens.

Nesse caso, viagens sem restrições relativas ao tempo. Nele, é possível visitar o passado, presente e futuro, usando a tecnologia a serviço da educação dos mais jovens. Uma experiência imersiva que vai além dos livros e dos vídeos.

As possibilidades são infinitas, pois não é preciso um dispositivo muito caro para experimentar o Expeditions. Basta ter um smartphone compatível e uma Cardboard que será doada pela Google para os colégios, ou fabricada em casa.

É o projeto perfeito para centros educacionais que, com muita frequência, não contam com os recursos suficientes para grandes investimentos.

 

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Os estudantes sentem curiosidade em visitar vários locais onde o acesso seria impossível sem a ajuda da tecnologia: o espaço, o fundo do mar, as pirâmides do Egito e até cidades do passado que agora são ruínas.

O Google Expeditions permite que um guia/professor selecione uma das mais de 200 expedições para liderar os viajantes virtuais imersivos, enquanto que os exploradores/alunos aproveitam das imagens em 360 graus e 3D. A tecnologia vai permitir aos alunos conhecer de perto monumentos históricos, brincar com tubarões, ir à selva e até visitar o espaço.

O Google Expeditions está disponível para o Android, e seu lançamento global depende de vários fatores, principalmente os cenários construídos para ele. A Google aproveita os novos “lugares visitáveis” desenvolvidos para cada país com a desculpa para levar o sistema para outros locais.

 

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Google comemora a sua maioridade, mas não sabe quando nasceu

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A Google comemora hoje os seus 18 anos de vida, com um doodle próprio na sua página principal de busca. Porém, é curioso ver como a empresa foi modificando a data oficial de comemoração, simplesmente por não saber com exatidão quando nasceu.

Desde 2006, a Google comemora o seu aniversário em 27 de setembro. Mas ninguém sabia o porquê disso, nem mesmo a Google. Em 2005, comemorou o aniversário em 26 de setembro, e em 2004 e 2003, as datas foram 7 de setembro e 8 de setembro, respectivamente.

Em teoria, o aniversário da Google deveria ser em 4 de setembro, mas…

 

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Porém, nada na história da empresa indica que as datas anteriores sejam importantes. Larry Page e Sergey Brin registraram o domínio Google.com em 15 de setembro de 1997 e a empresa se constituiu como tal em 4 de setembro de 1998.

Seja como for, são 18 anos muito bem aproveitados. Desde o começo, com quatro funcionários e US$ 1 milhão de capital, a empresa se tornou uma gigante do mundo da tecnologia, sendo força dominante nas buscas e serviços na internet, monopolizando a mobilidade com o Android e com grande presença em outros segmentos de software e hardware.

De qualquer forma, uma das forças dominantes da tecnologia atual completa 18 anos de vida, e isso não é pouca coisa.

Assim seria o Google Pixel, segundo o @evleaks

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O @evleaks (ou Evan Blass) publicou uma imagem que seria da aparência final do Google Pixel, smartphone que a gigante de Mountain View deve apresentar no dia 4 de outubro.

O bem reputado leaker indica que essa seria a imagem de imprensa real do futuro Google Pixel. Nada sabemos sobre o Pixel XL, mas supomos que o formato será praticamente idêntico, com a única diferença no tamanho da tela e, obviamente, no tamanho das bordas superior e inferior.

Um design que esperávamos baseado nos diferentes vazamentos que mostraram a frontal do futuro smartphone da Google, que deve custar US$ 650 na versão normal. Não há rumores de preços na versão XL.

Lembrando que a apresentação oficial desse e de outros produtos só deve acontecer na semana que vem. Até lá, certamente teremos outros vazamentos.

Via Venturebeat

Carro autônomo do Google sofre novo acidente (mas não foi culpa dele)

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Não é a primeira vez que um carro autônomo do Google sofre um acidente, mas dessa vez ele não teve culpa. A imprudência foi de um motorista humano.

O acidente aconteceu quando o carro autônomo ia atravessar um cruzamento, e um motorista decidiu que era uma boa ideia passar no sinal vermelho. Isso resultou em uma colisão contra a lateral do carro da Google. Felizmente, só houve danos materiais no acidente.

O relatório policial é bem claro sobre a culpabilidade do incidente, indicando que o carro da Google não entrou no cruzamento até que não se passassem seis segundos depois do sinal ter mudado para verde, detalhe que evidencia a culpa do motorista que passou o sinal vermelho.

 

Como reagir ao imprevisível?

O acidente levanta uma questão importante: é possível que se prepare um carro autônomo para evitar as imprudências e negligências humanas?

Os desenvolvedores de carros autônomos atuais preparam os veículos para circular em condições normais, ou seja, supondo que todos respeitam as normas de trânsito.

Mas quando as imprudências acontecem, a inteligência artificial do veículo nem sempre pode responder de forma adequada e evitar os acidentes. Isso pode atrasar a adoção geral desses carros no uso prático, e nem podemos colocar a culpa nos desenvolvedores sobre esse aspecto.

Via 9to5GoogleTechCrunchKRON, CBS

Assim seria o novo Google Chromecast Ultra com 4K

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O @evelaks (ou Evan Blass) publicou aquela que seria a primeira imagem do novo dispositivo de streaming da Google, o Google Chromecast Ultra, que trará como principal novidade o suporte aos conteúdos em 4K.

 

Desgin familiar, mas com a “G” como protagonista

O design não é nenhuma surpresa. Mantém o seu aspecto circular com o seu conector HDMI com sistema magnético para ser armazenado na superfície traseira do dispositivo. A parte frontal mostra um acabamento em black piano, com destaque para o desaparecimento do ícone do Chrome para dar lugar ao “G”, visto nas imagens vazadas dos futuros smartphones Pixel.

Vale lembrar que o novo Google Chromecast Ultra chegaria para complementar a linha de dispositivos por streaming, e não para substituir o atual Chromecast. Segundo os rumores, o novo dispositivo não só será compatível com resoluções 4K, mas também terá suporte para conteúdos HDR, e tudo isso por US$ 69.

Em resumo: no dia 4 de outubro esperarmos os novos smartphones Pixel, data de disponibilidade e preço do Google Home, o novo roteador Google WiFi, detalhes da realidade virtual Daydream, o novo Google Chromecast Ultra, dois relógios Android Wear, o anuncio do novo sistema operacional Andromeda, com um suposto Pixel 3 (notebook conversível) e até um tablet Pixel 7 fabricado pela Huawei.

Pelo visto, a próxima semana será muito movimentada…

Via VentureBeat, @evleaks

Google Andromeda: finalmente a fusão do Android com o Chrome OS?

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Google Andromeda é o nome interno do projeto que deve fundir os sistemas operacionais Android e Chrome OS. O sistema deve ser anunciado no evento que a Google agendou para o dia 4 de outubro.

Nesse evento, também serão apresentados os novos smartphones Pixel, o esperado Chromecast com suporte 4K, novos smartwatches, o dispositivo de realidade virtual Daydream e o alto-falante inteligente Google Home.

A apresentação do Google Andromeda seria o grande “One More Thing” do evento. Os rumores da fusão do Android e Chrome OS existem há anos, e não são poucos que afirmam que essa fusão era uma questão de tempo.

No passado, a Google deu pistas disso. Uma delas foi a nomeação do vice-presidente de engenharia do Android, Hiroshi Lockheimer, como responsável pelo desenvolvimento do Chrome OS.

O próprio Lockheimer publicou em sua conta no Twitter uma referência que não é explícita, mas que indica algo novo. Lembrou que a primeira versão do Android foi anunciada em um dia 4 de outubro, há 8 anos:

 

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O anúncio da simplificação do processo de conversão dos aplicativos Android para o Chrome OS no projeto App Runtime for Chrome foi outro sinal da fusão. Isso resultou na chegada da Google Play Store no Chrome OS, com milhões de aplicativos Android disponíveis no sistema operacional na nuvem.

 

Por que o Google Andromeda já é importante?

 

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A fusão simplifica o trabalho dos desenvolvedores e também da própria Google, por simplificar a estratégia de marketing, aproveitando o sucesso do Android no setor móvel para aumentar a cota de mercado nos desktops.

A tendência de unificação de plataformas é vista no Windows 10, no Ubuntu e na maior integração do macOS com o iOS. O objetivo é sempre obter a capacidade de rodar o mesmo aplicativo em qualquer dispositivo.

O Google Andromeda aponta para isso, e seria a grande novidade do evento do dia 4 de outubro.