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Por que a Apple é considerada a melhor empresa de tecnologia para muita gente?

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Quem me segue no Twitter (@oEduardoMoreira) ou lê os meus textos aqui no TargetHD sabe o que penso sobre a Apple. E, se ainda não sabe, vai saber agora: é uma empresa incrível, com ótimos produtos, ditou as regras de como as pessoas se comportam diante da tecnologia de consumo nos últimos 10 anos, e é referência dentro da informática moderna. Por outro lado, é uma empresa que me afasta pela sua política “olhamos todos os outros de cima para baixo”, que faz com que boa parte dos seus fãs (ou melhor, seguidores), façam o mesmo, fazendo com que qualquer idiota que sabe mexer em um iPhone (algo que até a minha avó consegue fazer) se torne “um especialista em tecnologia”, dizendo categoricamente que “o resto é lixo”. De qualquer forma, não nego que a gigante de Cupertino é, hoje, a maior empresa de tecnologia do mundo.

Independente disso, vamos analisar, de forma fria e isenta de preconceitos, por que a Apple criou essa legião de fãs ao redor do planeta. Por que ela pode ser considerada referência no mercado, o que ela tem que as outras não possuem, e como será o seu futuro com o início efetivo da “era Tim Cook”, que começa amanhã (12), com o lançamento do novo iPhone. Afinal, acho que não há hora melhor para fazer esse tipo de análise.

O primeiro fator é, sem sombra de dúvidas, Steve Jobs. Você pode achar ele um egocêntrico, um gênio do mal e até mesmo arrogante e prepotente em diversas oportunidades. Mas “visionário” é o termo que o melhor define. Acho que poucos no mundo da tecnologia podem entrar nessa lista. Aqueles que mais se destacaram no nosso universo tecnológico foram justamente Steve Jobs e Bill Gates. E, mesmo depois de mais de 30 anos após entrarem nesse mundo maluco de novos produtos, eles seguem sendo as referências de “estou vendo hoje aquilo que vocês só vão ver daqui a 10 anos”. Ok, os dois não fazem mais parte do mundo da tecnologia, mas vemos marcas dos dois em suas respectivas empresas até hoje.

No caso específico de Jobs, seria desnecessário relembrar todas as grandes sacadas que ele teve para tornar o mundo que temos hoje mais moderno, funcional e atraente. Mas como preciso adicionar um número mínimo de palavras a este texto, é necessário: um computador com dimensões compactas, com um teclado QWERTY bem ajustado, um computador com um design visualmente atraente (eu era simplesmente apaixonado pelo primeiro novo iMac, aquele com a parte traseira colorida…), um tocador de música onde um simples movimento no dedo pudesse mudar as faixas da música, ou buscar a seleção de músicas (sim, mesmo porque os botões são muito chatos), um telefone com tela 100% sensível ao toque, um tablet que funcione de forma semelhante ao smartphone, que por sua vez é um grande sucesso…

O conjunto de tudo isso, que tem muita influência de Jobs nesse processo, me leva ao segundo ponto: acessibilidade. Como eu disse no começo do post, qualquer pessoa (qualquer um mesmo), independente da idade, pode utilizar um iPad. Mesmo. Principalmente os nossos avós, que na maioria dos casos não conseguem programar direito o videocassete (hoje, o DVR da operadora de TV a cabo), ou que só usa o celular para receber chamadas. A melhor idade, na minha opinião, foi a que mais se beneficiou das iniciativas da Apple, e esse tipo de benefício fortalece a imagem positiva da marca. É a tal da “experiência de uso” que tanto falamos quando pensamos na Apple.

Hoje, cinco anos depois do lançamento do iPhone, e dois anos e meio depois do lançamento do iPad, nós temos uma geração de idosos estimulada a acessar a internet, buscar os sites de receitas, conversar com os netos pelo Facebook e Skype, procurar pelas amigas do clube na rede, namorar, planejar viagens, e outras atividades conectadas. E não se enganem, meus amigos: muito disso aconteceu por causa do iPad. mesmo porque é muito mais fácil você tocar o ícone com o dedo na tela do que ir com o mouse até esse ícone e dar duplo clique. Além disso, um teclado na frente o tempo todo intimida. É melhor que esse teclado apareça só quando sua avó precisa dele, não é mesmo?

Esse benefício da simplicidade dos sistemas da Apple se expandiu para os mais jovens também. Hoje, nós temos uma geração que cada vez mais cedo sabe lidar com dispositivos eletrônicos. Tablet, então, nem se fala. Qualquer criança consegue hoje mexer em qualquer tablet. Daqui a alguns anos, teremos a primeira grande geração que será “filha ou filho” dessa era dos aplicativos, interfaces visuais sensíveis ao toque, e das lojas de aplicativos, onde qualquer coisa pode ser adquirida com três toques na tela. É claro, a tendência que os “experts chatos”, que acham que tudo o que não é iOS não presta vai aumentar, mas isso não está em discussão nesse texto.

Como consequência dessa objetividade da empresa em oferecer produtos que sejam de uso simples, eles conquistaram uma nova clientela de usuários, abrindo o leque para públicos improváveis dentro do mercado de tecnologia. Produtos como o iPod, iPhone e iPad não são feitos para os geeks cabeçudos (apesar deles adorarem tais itens). São feitos para aqueles que querem uma tecnologia nas mãos, mas que não necessite buscar o manual o tempo todo para fazer uma chamada. Ok, a interface de ícones em telas sensíveis ao toque já existiam há tempos, e não foi a Apple que criou. Mas parece que foi justamente a empresa de Cupertino que mostrou para todo mundo que isso poderia ser mais simples do que parecia. E as pessoas compraram essa ideia.

O terceiro motivo para o sucesso da Apple é a qualidade dos seus produtos. Muito dificilmente um computador da Apple dá problema, tanto de hardware como de software. Ok, eu já vi produto da Apple com mensagem de travamento, mas foram em situações muito raras. Tudo é muito bem montado, com um hardware ajustado ao software, com regras rígidas, que priorizam uma melhor experiência de produto. De fato, dos produtos que tenho aqui (iPhone 4, iPad 2 e Apple TV), pouco tenho do que reclamar nesse aspecto. É claro, a parte traseira do iPhone 4 é uma porcaria, mas não existe nada nesse mundo que seja perfeito. Inclusive a Apple.

Os fabricantes olharam para esses fatores, e começaram a se voltar mais para a combinação desses valores. É claro que tudo fica mais difícil quando você não tem Steve Jobs como gênio criativo. Mesmo assim, temos uma competição mais intensa, e produtos mais interessantes. A Apple forçou os demais a trabalharem mais, a buscarem soluções novas e diferenciadas (em alguns casos, nem tanto) para também conquistarem um público novo. Hoje, se nós temos um cenário mais acirrado dentro do mercado de mobilidade, e em outros segmentos da tecnologia, o “primeiro empurrão” foi da Apple, que foi quem pensou primeiro naquilo que a maioria das pessoas iriam usar depois.

Por fim… “Pense Diferente”.

Essa frase define a Apple. Nenhuma empresa convidou tão bem aos usuários a “ver o mundo fora da caixa”. Não só produtos, mas propostas de como o seu mundo de tecnologia poderia ser melhor para você, e de forma menos convencional, mais intuitiva, funcional e simples. A Apple convidou lá em 1984 a toda uma geração de usuários a usarem essa tecnologia ao seu favor, torando o uso de todos esses recursos um prazer. Não é à toa que um usuário de Mac se sente um ser único. Tudo foi ajustado para que o usuário possa produzir mais, melhor, e com um resultado final superior.

A Apple tem uma gama de contribuições diretas e indiretas para o mundo da tecnologia muito valorosa. É a empresa que ajudou de forma decisiva a ter pessoas como eu e você consumindo tecnologia, escrevendo sobre isso e acompanhando constantemente todas as novidades tecnológicas. A chegada do novo iPhone é o início de mais um importante capítulo dentro dessa história, e como sempre, vamos ficar atentos às novidades (e criticar as mesmices, pois nem a Apple é perfeita).

Portanto, amando ou odiando a Apple, o fato é que, para muita gente, ela é a melhor. E tem seus méritos para ser colocada nesse posto. Poucas empresas conseguem atrair todos os holofotes a cada evento de anúncio de um novo produto. Pouquíssimas empresas contam com um índice de satisfação tão elevado. E só a Apple possui uma legião de fiéis seguidores, que por serem apaixonados pelas suas iniciativas e lançamentos, defendem a marca com unhas e dentes. Mas eu compreendo isso. Afinal, gostar das coisas, todos nós gostamos. Mas estabelecer uma relação especial com uma marca… e só para a Apple mesmo.

Notebooks Dell Precision M4700 e M6700 fazem a sua estreia para o mercado empresarial

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A Dell estava preparando um lançamento de uma nova dupla de notebooks para o segmento empresarial, mas um vazamento “inoportuno” fez com que o fabricante apresentasse oficialmente os modelos antes do tempo. Os novos notebooks são o Precision M4700 e Precision M6700.

Os dois dispositivos contam com diferentes configurações, dependendo das necessidades de cada usuário, destacando-se especialmente a possibilidade de oferecer um processador Intel Ivy Bridge, gráficos AMD ou da própria Intel, telas com função 3D, até 32 GB de RAM DDR3, até 1 TB de armazenamento e duas opções de sistema operacional: Windows 7 ou Linux Red Hat.

Sua aparência visual não se difere muito dos primeiros esboços apresentados, sendo o tamanho de sua tela (15 polegadas no M4700 e 17 polegadas, no M6700) a sua principal diferença para os seus preços nos Estados Unidos: US$ 1.049, para o M4700, e US$ 1.849, para o M6700.

Via PC World

BlackBerry Mobile Fusion Studio é lançado, para entrar na briga para controlar equipamentos da RIM, iOS e Android

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A RIM sabe que o mundo dos negócios está cada vez mais diversificado no mundo dos sistemas operacionais, e por isso, eles decidiram se reinventar em seu software de gestão de dispositivos. Seu novo BlackBerry Mobile Fusion foi apresentado ao mundo nesta semana, como uma ferramenta pensada para o mundo empresarial, que está encarregado de não apenas controlar os telefones e tablets da empresa canadense, mas também aos dispositivos que funcionam com Android ou iOS.

Entre os possíveis usos que você pode ter com esse aplicativo, é possível configurar o acesso aos e-mails e calendários, mas também permite a criação de grupos, estabelecer parâmetros de segurança, buscar aparelhos perdidos, detectar qual deles conta com acesso root, ou foi submetido ao jailbreak, e até mesmo controlar o gasto de cada dispositivo em roaming.

O aplicativo está disponível em um período de testes de 60 dias.

Via AllThingsD

Fujitsu Stylistic M350/CA2: tablet de 7 polegadas, feito sob medida para os japoneses

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A Fujitsu acredita que o futuro da tecnologia passa pelo Android. Por isso, lançou o tablet Stylistic M350/CA2, que conta com 7 polegadas de tela, com resolução WSVGA (1024 x 600), e conta com o sistema operacional do Google (sem versão definida), combinando um misterioso mecanismo de inicialização rápida, cuja nota de imprensa não revela maiores detalhes sobre o seu funcionamento.

Apesar de não ser tão fotogênico, o fabricante não teve dúvidas em oferecer um tablet leve e manejável. O produto pesa apenas 420 gramas, e é perfeito para o uso em escolas, ou para quem quer mostrar catálogos e gráficos para clientes. Produto exclusivo para o mercado japonês, e tem previsão de lançamento para o meio do mês de fevereiro.

Via Fujistu

Estudo indica que um a cada cinco trabalhadores usa um produto da Apple

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Bem sabemos que os produtos da Apple não são os preferidos no ambiente de trabalho, e que a Microsoft, com serviços como o Active Directory, é praticamente um líder indiscutível no segmento de administração de dispositivos corporativos. De qualquer forma, é curioso ver que a Apple conseguiu uma pequena cota de mercado nos últimos anos, segundo indica um estudo da Forrester Reseach, que mostra que pelo menos um em cada cinco trabalhadores está utilizando um dispositivo da empresa de Cupertino para trabalho.

Os números provém de uma pesquisa com 10 mil empregados corporativos em 17 países, e a pesquisa considera como um “dispositivo Apple” um iPhone, iPad ou Mac. O resultado mostra ainda que a tendência é de aumento da quantidade de dispositivos da Apple em ambientes de trabalho, mas pelo fato desses dispositivos serem mais caros, esse crescimento é mais lento do que o esperado.

A pesquisa também mostra que 43% das pessoas que recebem mais de US$ 150 mil por ano utiliza um iPhone, iPad ou Mac, enquanto que apenas 19% daqueles que ganham US$ 50 mil/ano entram nessa categoria.

Via Forrester Research

Sharp apresenta uma tela touchscreen de 80 polegadas na #CES2012

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A Sharp anunciou no seu keynote na CES 2012 o lançamento de novas telas LCD Gen-10, com resolução de 1080p e tamanhos de 60, 70 e 80 polegadas. A diferença dessa série para os modelos anteriores é que a empresa adicionou o componente tátil, que está cada vez mais na moda.

As gigantescas telas foram desenvolvidas com o objetivo de ocupar as salas dos lares mais avançados (e mais amplas), com grande nível de interação. As TVs são compatíveis com o sistema operacional Windows 7, permitindo ao usuário a utilização de aplicativos de videoconferência, como Skype, WebEx e GoToMetting.

As TVs estarão disponíveis no mercado norte-americano no final do mês de fevereiro, e o preço do modelo de 80 polegadas é de incríveis US$ 13.795.

Via Engadget

HP substitui o tablet Slate 500 com o Slate 2

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Ainda que para alguns isso possa parecer algo estranho, existem departamentos de sistemas que não permitem que seus usuários usem algo que não seja Windows ou BlackBerry. Logo, os tablets com Windows 7 se vendem sem maiores problemas. Esse é o caso do Slate 500, que teve um relativo sucesso entre os usuários corporativos, e agora recebe uma pequena atualização. O novo modelo do tablet da HP recebe o nome de Slate 2, que inclui a mesma tela de 8.9 polegadas, o mesmo Windows 7 de sempre, mas com um novo processador Intel Atom Z670, Swype e SSD de 32 GB, além de recursos de segurança. O melhor de tudo é que este novo tablet teve um corte de preço de US$ 100, ficando com preço sugerido de US$ 699.

via Engadget

Amazon já vende mais e-books do que livros tradicionais

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A Amazon seguiu o caminho de outras grandes empresas do mundo da tecnologia, e fez as contas de como foram os seus lucros no último quadrimestre do ano. Porém, no caso deles, muito além dos seus números positivos, o que vale mesmo saber é que a empresa informa de modo oficial que desde o final de 2010 eles vendem mais e-books do que livros tradicionais.

A proporção é feita na conta de 115 títulos eletrônicos para cada 100 em papel impresso. E isso, sem contar os downloads gratuitos, e com as vendas restritas ao mercado norte-americano. Isso mostra o evidente sucesso dos e-readers junto ao público, tendência essa que deve continuar no futuro, conquistando os mercados internacionais.

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Lenovo ThinkCentre M75e: só faltou o terno e gravata

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Este novo computador da Lenovo não será o mais indicado para os jogos em primeira pessoa, nem para editar os vídeos de suas férias. Mas será perfeito para aqueles que precisam utilizar as tabelas do Excel ou fazer suas apresentações no PowerPoint. O ThinkCentre M75e é um PC de escritório especial para aquele que está no mundo dos negócios , que não precisa de componentes alocados para satisfazer as necessidades de uma empresa.

Nas versões “small form factor” e em formato torre, será vendido por US$ 504 e US$ 524 respectivamente nos Estados Unidos. No interior, inclui um processador AMD Semprom 145 AM3 de 2,8 GHz, Windows 7 Professional, 2 GB de RAM DDR3, gráficos AMD e 250 GB de HD. Para quem precisa de mais velocidade, tem uma opção com processadores Athlon II ou Phenom II, e até 16 GB de RAM. E, como você pode ver, a desculpa de que você precisa de um novo MacBook Air para trabalhar não é mais tão válida assim.

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[netbook] HP Mini 5103, netbook empresarial com tela touch e SSD

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O HP Mini 5103 é uma evolução do Mini 5101, e apareceu para o mundo no segmento italiano da empresa, e é destinado aos usuários corporativos, e um ou outro usuário doméstico que se impressione pelas múltiplas configurações que ele tem.

Começamos pelo seu processador, que tem chips Atom, tanto no modelo N455 como no N475, até 320 GB de HD ou 128 GB em SSD e uma tela touch de 10,1″ (opcional, assim como seu acelerador de vídeo Broadcom Crystal HD ou seu Bluetooth 2.1). Também estão no pacote uma capacidade máxima de 2 GB de RAM, WiFi b/g/n, porta gigabit Ethernet, 3 portas USB 2.0, conector VGA, webcam de 2 MP e um leitor de cartões, além de placa gráfica Intel GMA 3150.

O preço no território italiano é de 429 euros (ou US$ 565). Não há previsão de quando ele estará no restante da Europa ou, pelo menos, nos Estados Unidos.
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[desktop] Lenovo ThinkCenter M90z, novo all-in-one com pretensões empresariais

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A Lenovo segue renovando seu catálogo de produtos, com o lançamento de mais um all-in-one. O novo modelo é o ThinkCentre M90z, e é destinado ao setor empresarial, contando com uma tela touch de 23″, processador Intel Core i3 ou i5, sistema de armazenamento SSD ou HD, diversas outras configurações e uma webcam integrada.

Além disso, a Lenovo lançou equipamentos mais convencionais, voltados aos usuários domésticos. Os modelos ThinkStation C20 e C20x, em versão desktop, são modelos 46% menos do que o Dell Precision T5500. Fecha o pacote de lançamento dois monitores, o C2230 e o L2321x, ambos de 21,5″e diversas funções.

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[notebook] Dell Latitude E6410 e E6510, novos produtos voltados ao corporativo que aparecem na internet

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A esperada atualização dos modelos Latitude E6499 e E6500 já é uma realidade na divisão inglesa da Dell, onde já podemos encontrar os produtos com os pseudônimos E6410 (de 14,1″) e E6510 (de 15,6″). Estas estações de trabalho são focadas no mundo empresarial, e estão baseadas na plataforma Intel Calpella, sendo equipados com processadores Core i5 ou i7 (reservando os quatro núcleos no modelo E6510).

Os produtos podem chegar a até 8 GB de RAM, a possibilidade de escolher um HD de até 500 GB ou um SSD de 256 GB, gravadora da DV ou leitor de Blu-ray, baterias de até 12 células e placa gráfica NVIDIA NVS 3100M, com 512 MB. Além disso, entre as configurações extras, encontramos uma câmera HD, modem, porta Gigabit Ethernet, WiFi, Bluetooth 3.0, GPS e sistema operacional Windows XP/Vista/7. Preço inicial de US$ 1.127.

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[TECNOLOGIA] Bill Gates lança a bgC3… MEDO!!!

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Bill Gates aposentado? Aonde?

Só deixou de ser presidente da Microsoft. A bgC3 LLC foi fundada, com sede em Kirkland, Washington e conta com Gates como empreitor único. A empresa serve, segundo fontes, como um “catalisador de idéias” para diversos fins, inclusive tecnologia.

Será que temos que ficar de olho nos nossos planos de dominação global que escrevemos na internet?

Bill Gates funda nova empresa de tecnologia misteriosa, a bgC3