Arquivo para a cateoria: TV Series

WannaCry e Coreia do Norte, ou da ciber delinquência para a ciberguerra

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wannacry

 

Um pesquisador da Google estudou o ransomware WannaCry e afirma ter encontrado links associados a um grupo vinculado à Coreia do Norte. E o tema de ciberguerra voltou ao debate.

Há algumas suspeitas sobre os reais autores do WannaCry, mas nada é conclusivo.

Fato é que, se até agora se pensava que a motivação era econômica, os investigadores indicam outros motivos. Mas nem tudo é o que parece, e a história mostrou que tantas operações de falsa bandeira, onde não devemos fazer qualquer tipo de juízo prévio.

Uma parte do código do WannaCry é idêntico ao utilizado em um preview um backdoor denominado Cantopee, desenvolvida pelo Grupo Lazarus, supostamente financiado pela Coreia do Norte, que possui um longo histórico de ataques.

Os investigadores da Kaspersky Lab e da Sumantec confirmaram a semelhança do código, que por outro lado também foram encontradas semelhantes famílias de malwares, algo comum nos desenvolvimentos maliciosos. Por outro lado, há analistas que mostram o código que foi colocado para confundir os pesquisadores.

De qualquer forma, é sempre bom tomar cuidado com essas notícias falsas. Jogar a culpa na Coreia do Norte é algo perfeito, ao mesmo tempo que Vladmir Putin responsabilizou a NSA e o WannaCry para resolver o problema.

Independente de qualquer coisa, todo mundo vai ter que dividir para conquistar.

 

Via The Hacker News

 

Netflix planeja criar versões específicas para smartphones de suas séries e filmes

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Netflix

 

A Netflix pode dar o primeiro grande passo para mudar de uma vez por todas como as produções televisivas e cinematográficas encaram os smartphones. A ideia aqui é adentrar em um terreno onde nesse momento o YouTube domina.

As “Mobile Cuts” podem estar a caminho. O plano aqui é a reedição do seu conteúdo proprietário, e não distribuído por terceiros, para uma adaptação desse conteúdo para as telas dos smartphones. Não são ajustes em função do formato de tela, resolução ou proporção, mas sim edições especiais, no estilo “versão do diretor”.

Neil Hunt, CEO da Netflix, fala sobre a possibilidade de realizar diferentes edições par ao mesmo arquivo de vídeo, e destaca que os planos é que esse novo formato chegue nos próximos anos, se aproveitando das características já exploradas nos smartphones, como o HDR que as telas que chegarão ao mercado devem aproveitar.

A ideia é ter versões específicas de suas séries e filmes para smartphones, montando cenas alternativas, novos enquadramentos e até um conteúdo exclusivo, melhorando a experiência imersiva no dispositivo móvel, diferente do que vemos nas TVs tradicionais.

Hunt deixa claro que “as telas móveis são o dispositivo majoritário de consumo” nesse momento. Logo, criar versões específicas de séries e filmes para as telas dos smartphones não é algo absolutamente descabido. Podemos ver no futuro uma nova revolução do cinema, quem sabe iniciada pela Netflix.

Veremos o que pode acontecer. Se o serviço de streaming já revolucionou a TV, que dirá o que pode fazer pelo cinema…

 

Via The Verge

Séries de TV que fizeram 2016 valer a pena

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séries de TV

 

Para o bem ou para o mal, 2016 foi inesquecível na televisão. Por isso, compilamos as séries de TV que fizeram este singular ano valer a pena.

Se não enlouquecemos, ou se ficamos mais felizes (ou nem tanto), foi por causa dessas séries a seguir.

 

 

The Americans

 

 

Quatro temporadas que os defensores de The Americans a defendem com unhas e dentes como uma das melhores séries em exibição. E esse prestígio só aumenta com o passar dos anos.

Temos aqui um excelente drama com dilema moral, equilibrando com perfeição o drama familiar com as histórias de espionagem. Faz com que a gente se simpatize com o inimigo (os soviéticos), transformando os Jennings em heróis trágicos.

The Americans dá lições sobre a história recente da política internacional, mostrando um diabólico jogo de aparências, sem deixar claro quem é o gato e quem é o rato nessa história. Personagens à beira do abismo, em uma trama que torna o crível a coisa mais difícil de se assimilar.

 

 

The People v. O. J. Simpson: American Crime Story

 

 

A nova antologia de Ryan Murphy chamou a atenção por não deixar muitas dúvidas de que seria um grande sucesso.

Quem iria pensar que o julgamento de O. J. Simpson iria dar tanto o que falar 20 anos depois?

O contexto volátil da situação racial em Los Angeles, o mau comportamento da polícia local e a comunidade negra e do sexismo, principalmente o sofrido por Marcia Clark.

Tudo isso levou o sucesso da série.

Tivemos uma temporada muito divertida e interessante, e que ajuda a nos entender por que o veredito final do caso foi esse que nós hoje conhecemos.

 

 

Game of Thrones

 

 

É um fenômeno televisivo que agrada público e crítica.

Podemos nos preparar para mais mortes de personagens favoritos, um sinal de identidade da série da HBO. Precisou de algumas temporadas para ser a grande série que deveria ser.

Não só no tamanho, mas nas ambições e resultados.

Hoje, anda por conta própria, sem depender de George R.R. Martin. É uma série que hoje é grande, e voa livre.

Por conta própria.

 

 

The Night Of

 

 

A série da HBO mostra a investigação de um assassinato cujo maior suspeito é um jovem paquistanês que acorda ao lado do cadáver e afirma não reconhecer nada.

Bastaram oito episódios para ela se transformar em uma das melhores séries do ano.

É tensão até o último minuto. O remake da série britânica Criminal Justice amplia as suas possibilidades, envolvendo o telespectador em uma estética e narrativa fascinantes.

Lembrando que esta era para ser a série que marcaria a volta de James Gandolfini para a HBO. Infelizmente, ele faleceu antes.

Porém, John Turturro está impecável. Seu monólogo no season finale é digno de vários prêmios.

Estamos diante de um futuro clássico do catálogo da HBO.

 

 

Westworld

 

 

A obra audiovisual mais ambiciosa da temporada. A ideia de máquinas que podem decidir o que querem, mesmo bebendo de uma grande quantidade de fontes.

Um brilhante ensaio sobre a consciência, o livre arbítrio e a humanidade como formato de western. Uma produção que mostra o brilho de cada centavo investido pela HBO.

E alguns gurus ainda afirmaram que a Netflix iria enterrar a HBO… tolos…

 

 

BoJack Horseman

 

 

O que acontece quando os atores que protagonizam uma série de sucesso desaparecem?

Essa é uma das muitas perguntas que a série de animação responde.

Com um antológico episódio mudo, é uma das séries mais interessantes dos últimos anos.

A vida após a fama, o desespero dos mais acomodados diante do fracasso pessoal, e as 50 dimensões do auto desprezo. Nem todas as comédias conseguem manter a suspensão de credibilidade, ainda mais em um mundo onde os cavalos falam, pinguins são editores fracassados, e golfinhos fazem o twerk.

 

 

Stranger Things

 

 

O grande sucesso da Netflix na última summer season apostou na nostalgia dos anos 80. E o resultado foi uma das séries mais comentadas do ano.

Stranger Things teve força viral na abordagem das aventuras juvenis do passado, atirando em todos os alvos possíveis: amor materno, aventuras policiais, conspirações governamentais, o amor romântico pós-adolescente, mistérios alienígenas…

Tudo misturado. Não agitado.

Um resultado magnífico.

 

 

Regular Show

 

 

Para quem paga pau hoje para BoJack Horseman, saiba que Regular Show (no Brasil, Apenas Um Show) é uma animação que quebra as barreiras do tradicional a mais tempo.

Mais uma vez temos a nostalgia dos anos 80 como motor para eventos atuais, e mais uma vez temos uma série que dividiu a audiência entre quem era só criança daqueles que queriam se divertir com tudo o que era narrado no desenho.

Regular Show é um fluxo contínuo de referências retrô, que convencem as crianças do passado e do presente.

O vício por fliperamas, a descoberta do fast food, os filmes de John Hughes, Stephen King, perder o sono por conta de uma maratona de filmes, se tornar adulto e o Clube dos Cinco.

Alguns dos elementos que fazem desta uma das melhores comedias de animação de todos os tempos.

Netflix, Amazon e HBO arrasaram nas indicações ao Globo de Ouro 2017

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globo de ouro

 

A televisão, tal e como conhecemos, está morrendo. Muitos hoje só assistem alguns conteúdos ao vivo e eventos esportivos. Por outro lado, a produção de conteúdo sob demanda está no seu auge. A prova disso? As indicações acumuladas por Netflix, Amazon e HBO para o Globo de Ouro 2017.

Nada menos que 70% das indicações para o Golden Globes 2017. ficaram acumuladas nas três empresas. E este é um reconhecimento mais que merecido, ainda mais agora que a HBO aprendeu a lição, e começa a flexibilizar a oferta do HBO GO em escala global.

Séries como Westworld e Stranger Things receberam várias indicações (inclusive na categoria Melhor Série Dramática). Não só isso: nessa categoria, da TV tradicional, só temos como indicada This Is Us (NBC).

Sendo assim, sete de cada dez indicações ao Globo de Ouro estão relacionadas de alguma forma aos serviços de streaming. Logo, podemos dizer que o futuro da TV é agora.

Nesse momento, as maiores superproduções (como Westworld) contam com um elenco fora do normal, ao mesmo tempo, temos Christian Slater indicado como melhor ator por Mr. Robot, Lena Hadley indicada como melhor atriz por Game of Thrones, e outros nomes muito expressivos e de talento.

As produções recebem mais e mais qualidade, e o público está respondendo a isso. Já que o mundo das séries formam uma parte importante de nossas vidas.

Série Silicon Valley fez uma breve visita no evento Made by Google 2016

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A série Silicon Valley (HBO) é uma das mais prestigiadas da atualidade. A comédia indicada ao Emmy Awards mostra de forma sarcástica o mundo das startups e gigantes da tecnologia no Vale do Silício. Logo, mais do que natural ver a trama fazendo uma participação especial no evento Made by Google 2016, realizado ontem (04).

Na cena, os personagens Dinesh (Kumail Nanjiani) e Gilfoyle (Martin Starr) dialogam sobre as novidades (ou “todos os produtos beta”) que serão apresentados pela Google, minutos antes do evento começar.

Ironicamente, Gilfoyle disse que não está muito interessado nos anúncios. Mesmo porque ele tem o convite para o evento after party. Até brinca com a possibilidade de Larry Page demitir Sergey Brin, e que “todos estamos empolgados por causa disso”.

Vídeo a seguir.

 

 

Via SpinOff.com.br

Marvel’s Iron Fist estreia na Netflix no dia 17 de março de 2017

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A Netflix informa que a série Marvel’s Iron Fist estreia na plataforma de vídeos no dia 17 de março de 2017.

A produção faz parte do projeto The Defenders, e é a sequência das estreias anteriores (Daredevil, Jessica Jones e Luke Cage).

Danny Rand, um multimilionário que volta para Nova York depois de desaparecer por anos na busca de suas origens, conta agora com grandes conhecimentos de kung-fu e um surpreendente punho de ferro que consegue destruir quase tudo que ele enfrenta.

Marvel’s Iron Fist é protagonizada por Finn Jones (Game of Thrones).

 

 

Via SpinOff.com.br