Em apenas dois dias, aconteceram dois casos de pessoas que tiveram suas vidas salvas pelo Apple Watch.

Em um dos casos, um homem de 32 anos começou a sentir tonturas. Foi ao banheiro e vomitou sangue. Então, o Apple Watch emitiu um alerta de frequência cardíaca elevada, recomendando a procura de uma assistência médica. O usuário teve uma úlcera arrebentada em estado crítico, e precisou de transfusão de sangue de forma imediata.

No segundo caso, uma jovem de 18 anos foi surpreendida por um alerta idêntico, com frequência cardíaca a 190bpm enquanto ela estava sentada em uma igreja. Na emergência, ela descobriu um problema nos rins que ela desconhecia.

 

 

É claro que você não precisa de um smartwatch para avisar que algo está errado com o seu organismo, mas em alguns casos, o alerta pode ser o incentivo para procurar ajuda mais rápido.

Além disso, os dados coletados diariamente criam um histórico que pode ser muito valioso para um melhor diagnóstico dos médicos.

Por outro lado, as empresas de seguros podem criar cenários que descartem dos planos de saúde alguns problemas. Por isso a privacidade dos dados e a transparência de quem os guarda é fundamental nos dias de hoje.

Porém, mesmo que seja para uso pessoal, os dois eventos mostram que o Apple Watch ou outro wearable com tais características podem sim salvar vidas.

 

Via Apple Insider (1), Apple Insider (2)